Apresentação


Bom agora que já terminei o diário do meu moleque, vou começar o meu rsrsrsr.
 

Sempre gostei muito de filosofar, escrever e olhar de longe o comportamento humano.  Isso me levou ao facebook e as outras mídias recentemente.

Achei que só eu tinha necessidade de contar a minha história com o meu filho, mas pelo contrário tem grupos de discussão, páginas e vários blogs falando sobre o assunto. Como me diferenciar?

Sei lá, a única certeza que tenho é que estou curtindo essa nova fase virtual...e cada mãe tem uma experiência diferente para contar não é....mas como resultado final só muda endereço (é o que os filhos dizem rsrsrs)

Estou casada há 9 anos e a 5 tive meu moleque, não tinha pretensão de ser dona de casa e ter filho, mas a ideia me caiu bem. Larguei o trabalho e sou mãe 24 horas por dia.

 Achei no início que seria moleza...triste ilusão a minha é “punk "como dizia o pessoal da minha época, mas estou aguentando firme.
Quando consegui ficar sozinha com o meu filho pela primeira vez, pensei agora é pra valer. Este menino vai depender de mim para tudo e quero ser a melhor mãe para ele.

Na época da amamentação me sentia poderosa a rainha da cocada “preta” e era...quando ele chorava todo mundo se apressava para jogá-lo na minha mão!!!

Aqui em casa eu e meu marido competíamos pela a atenção dele, chegava a ser hilário.

 Como não podia ficar com ele muito tempo nos braços por causa de uma tendinite crônica, o pai aproveitou e quem dava banho era só ele. Colocava meu moleque num braço, com os dedos tampava o seus ouvidos para a água não entrar e com a outra mão lavava ele com toda ternura no chuveiro mesmo, como foi até pouco tempo atrás sempre tomou banho com o pai (confesso dava uma invejinha), pra mim “sobrava” secá-lo, passar creminho, vestir a roupinha...mãe sempre quer tudo!!!

Para dormir também era com o pai, amamentava e lá estava o papai para niná-lo!!!

Até quando ele ficou internado o pai ia a noite e o colocava para dormir.

E assim começou a história de amor desses dois...eu sou apenas coadjuvante rsrsrsr.

Como eu fico com ele em tempo integral coube a mim ensinar, ensinar e ensinar.

 Pra mim isto é fácil, pois adoro e ele é uma criança inteligente e agradável (mamãe modesta).

Certo dia no posto de saúde para vaciná-lo, veio uma senhorinha com seu esposo até nós e disse assim: Mãe ensina sempre seu filho a gostar do pai, ensine-o a fazer festa quando ele chega cansado do trabalho e eles serão amigos para sempre!

Como sempre ouvi e agradeci e fiquei pensando naquilo...acho que isso eu não vou precisar ensinar né?

Mas não é que tive que ensinar?

O pai chegava, e ele como estava o dia inteiro comigo me agarrava...senti que o meu marido ficava triste com isso, então um pouco antes dele chegar já ensaiava com meu moleque a “festinha para o papai” e aí foi ficando cada vez melhor e agora já é natural.

Agora mais do que nunca presto muito atenção quando algum “velhinho ou velhinha sábia”(falo assim com todo o carinho e luta que tenho pelo direito dos idosos) soltam pérolas, eu as guardo e utilizo podem ter certeza!
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