Alimentação dos bebês

Olá pessoal

Ultimamente ouvimos muito sobre a forma de oferecer novos alimentos as crianças após dos 6 meses, a nossa Nutri hj vem falar sobre isso.






Quando o assunto é alimentação de bebês logo paramos e pensamos nas papinhas que é o estamos acostumados, não é verdade? No entanto , nos Estados unidos, Europa e agora começando aqui no Brasil, muitas famílias vem aposentando o liqüidificador e apostando na alimentação " self-service" para bebês. Elas aderiram ao BLW, Baby Led Weaning ou em tradução livre, O desmame que o bebê lidera. O termo foi criado pela consultora de saúde Gil Rapley e a técnica vem ganhando adeptos no mundo todo.
O método é bem simples, significa colocar o bebê à mesa junto com a família na hora das refeições  e deixar que ele pegue, com suas próprias mãozinhas, pedaços de alimentos. Ele prova. Se gostar come, se não gostar, não come. Os especialistas explicam que a partir dos seis meses a criança já está apta a comer pedaços ( e não as papas) e não corre mais o risco de engasgar. O período coincide com o recomendado pela Organização Mundial de Saúde para o início da introdução alimentar, ao término do aleitamento materno exclusivo. 

Algumas dicas são muito interessantes:
# Esqueça  purês, papinhas,processadores. A comida deve ser a da família
# colocar a criança no cadeirão e não usar potes ou colheres, apenas pedaços de alimentos colocados diretamente na bandeja, de tamanhos que o bebê consiga segurar.
# Deixe a criança se sujar a vontade.
# Jamais colocar o alimento na boca do bebê. Coloque em sua mão e deixe que ele conduza o processo, em seu próprio ritmo.
# Não se preocupe em controlar a quantidade, o bebê vai comer exatamente o quanto precisa. Nem mais, nem menos.
# muitos pais sugerem iniciar com cenoura, pepino e manga, que são fáceis de segurar e cujo gosto costuma agradar o paladar dos pequenos. Mas tudo, absolutamente tudo está liberado.
Além do paladar, o método oferece a experiência sensorial - sentir o cheiro, segurar, testar, o que faz com que comer torne-se mais prazeroso para o bebê. Por isso, mesmo que ele não coma tudo que for oferecido, deixe que sinta os alimentos.
fonte foto google
 

Fonte: Mamãe e Bebê Abril

Outra dúvida muito freqüente para as mamães é sobre a alimentação dos maiores, ou seja, o apetite infantil.
A falta de apetite e a recusa de alimentos são as principais razões alegadas pelos pais para procurar ajuda médica.
 1) A maioria das crianças rejeita novidades, fenômeno ao qual se dá o nome de " neofobia". Por isso não canse de oferecer um novo alimento até dez vezes seguidas.
2) Cansaço, calor e estímulos em excesso são clássicos inibidores de apetite. Não há porque se preocupar.
3) O apetite infantil costuma declinar a partir dos 2 anos. Isso ocorre por dois motivos: nessa idade, o ritmo de crescimento cai e o entusiasmo despertado pelas conquistas motoras rouba a atenção das refeições.
4) Elimine o refrigerante do cardápio nos dias de semana. Além de exagerar no açúcar, a bebida confere sensação de saciedade - sem que a criança tenha se alimentado.
5) É melhor não demonstrar angústia com a falta de apetite dos filhos. Eles certamente vão perceber que atraem a atenção quando se recusam a comer e farão uso da tática outras vezes.
Traduzindo isso em calorias:

6 a 11 meses - 850 calorias
1 a 3 anos - 1.300 calorias
4 a 6 anos - 1.800 calorias
7 a 10 anos - 2.000 calorias
11 a 18 anos - 2.200 calorias

Ou seja à partir dos 11 anos as calorias são quase as mesmas de um adulto.

Fonte: Veja
 
Bjs
 
Ale

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