Você já teve a curiosidade de ler a lista de ingredientes dos produtos que você compra no supermercado?


Oi pessoal

Hoje a Karina veio falar sobre a rotina de mães de alérgicos em saber tudo que esta no rótulo e o quanto isso é importante e depois da campanha Põe no rótulo, isso mudou um pouco pra melhor, mas tem que melhora bastante.
Vem ler!
Karina colunista blog Mãe de moleque


Põe no rótulo!

Você já teve a curiosidade de ler a lista de ingredientes dos produtos que você compra no supermercado? Tarefa nada fácil quando você é leigo, não é?

Depois do diagnóstico de alergia alimentar, tive que aprender a ler rótulos na marra. Nem imaginava que tinha leite, por exemplo, em shampoo, sabonete, salame, ( pasmem!) atum em lata, balões de festa... Fora o que descobri sobre sódio, carboidrato, gordura...

E os tais TRAÇOS? Restos de ingredientes que ficam no maquinário! A indústria alimentícia compartilha equipamento entre suas linhas de produtos, então um macarrão que, teoricamente não tem leite em sua lista de ingredientes, é feito no mesmo maquinário daquele pão de forma.  Aí vem a pergunta: Eles não higienizam o maquinário? Não! De acordo com as autoridades da indústria alimentícia, o custo de parada de produção e limpeza inviabilizaria a produção... E isto não é só no Brasil, no mundo todo funciona da mesma maneira. Com raríssimas exceções, as indústrias possuem três ou quatro linhas de produção para uma lista com mais de quinze produtos.


O pior é quando você pega um rótulo que está tudo em termos científicos, ou que não contém informação sobre traços. E agora? Como saber se posso ou não dar ao meu filho? Recorri inúmeras vezes ao SAC do fabricante, pelo telefone ou por e-mail. As redes sociais foram as minhas maiores aliadas, nos grupos de mães de alérgicos existem listagens de retornos de SAC com informações sobre traços, principalmente de leite, que é a alergia alimentar mais comum entre as crianças atualmente.

 Ir ao supermercado virou uma saga! As primeiras vezes demoraram quase o triplo do tempo habitual, pois não sabia mais o que poderia ou não comprar, muitas substituições foram necessárias devido às múltiplas alergias.  A saída foi turbinar a lista de compras, colocando opções de marcas e sabores, passei a comprar mais “matéria prima” do que preparações prontas e passei de “visitante” da cozinha à “dona” do fogão. Nunca imaginei que seria capaz de fazer pães, molhos, caldos, vários tipos de bolos, salgadinhos de festa e tudo gostoso! 

Durante os anos de 2014-2015, houve uma campanha intensa nas redes sociais, promovida por um grupo de mães para que a indústria brasileira colocasse os ingredientes de forma clara no rótulo dos seus produtos, inclusive com alertas aos alérgicos. A campanha “PÕE NO RÓTULO” foi um sucesso e chamou a atenção no Brasil inteiro. A câmara dos deputados  federais sancionou uma lei que obriga a indústria a colocar todos os ingredientes no rótulo e ainda o alerta ao alérgicos. Esta lei entrou em vigor em Junho de 2016.

Pra finalizar, uma receitinha J

Bolo de chocolate sem ovos do Dante

Ingredientes

2 xícaras de farinha

1 colher de sobremesa de fermento

( pode substituir o fermento por 1 colher de chá de bicarbonato de sódio e 1 colher de sopa de vinagre branco)

½ colher de café de sal

3 colheres de sopa de cacau em pó

1 xícara de açúcar

3 colheres de sopa de óleo de girassol

 ( pode usar óleo de soja, margarina ou óleo de côco)

1 xícara de água ou leite( pode usar leite de soja ou de côco)

Modo de fazer

Bata o açúcar com o óleo até ficar homogêneo, então acrescente os ingredientes secos peneirados alternando com a água ou leite.

Despeje em forma média untada .

Leve ao forno médio pré aquecido por 30 minutos.

Como não leva ovo, não é necessário utilizar batedeira.
bolo de chocolate sem ovos do Dante









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Mãe de autista, vem com adicionais de fabrica!


Oi gente,

Conheci a Dali em um grupo de mães de uma colega blogueira. Tinham colocado uma foto de um menino com seu carros enfileirados e arrumados, não lembro se eu que postei foto do mlk ou outra pessoa.
Dentre os comentários dois me chamaram atenção da Dali e de outra mãe, dizendo que aquilo podia ser sinal de autismo.

Conversa vai e vem, chegamos em um acordo que para uma criança ser declarada autista tem uma serie de fatores a serem levantados e muitos comportamentos digamos "estranhos" em autistas, muitas crianças tem, como enfileirar carros, separar por cores.

Foi então que a convidei pra escrever e cá esta, falando sobre sua rotina com seu mlk.

Então, muita coisa pode ser sim algo que chame atenção e pode ser autismo, ou alguma síndrome, mas uma coisa ou outra em específico não serve como parâmetros e sim um aviso se algo mais "diferente" estiver acontecendo e principalmente...confie nos seus instintos de mãe.

Beijos


Quando a gente tem um filho autista a gente vira uma mãe com adicionais (kkkkkkkk): 

- A gente vira fã dos desenhos preferidos do filho para conseguir conversar com ele, entender o que ele diz e até fazer negociações ;)

- A gente vira chef e se vira nos 30 pra preparar receitinhas sem glúten/sem leite para os nossos pequenos.

- A gente cria uma tolerância apuradíssima para conseguir ver/ouvir o mesmo episódio de um desenho/filme ao longo do dia inteiro, e da semana e até do mês inteiro!

- A gente fica um pouco médica, um pouco cientista, vai devorando mil artigos e leituras sobre autismo e vivenciando tudo aquilo na prática, dentro da própria casa!

Nessa convivência diário-científica com um autista eu me percebo na curiosa sensação de saber exatamente o que ele está sentindo/pensando. Não é uma sensação de empatia nem de telepatia; é uma sensação estranha de já ter vivido situações semelhantes. Sempre indago a minha mãe sobre a minha fala, sobre minhas coisas de crianças e ela diz toda vez que "nunca viu nada de 'anormal'". Mas eu me lembro que eu não era muito de ter amizades, sempre preferi meu cantinho mais quietinho (e ainda gosto muito disso). Hoje, chegando aos 32, tenho insights de conceitos de matemática que me torturaram nos tempos de escola, ou até de orientações que recebi de meus pais e nunca compreendi bem.

Quando vejo alguém fazer uma pergunta pro meu filho de algo que acabou de acontecer diante dos olhos dele e ele não consegue responder, parece omissão, medo, culpa e por isso não responde; mas ali, observando, eu sei no meu íntimo que é paralisante! Me lembro que muitas vezes minha mãe me fazia perguntas e eu não sabia responder, mesmo sabendo que deveria saber. Isso ainda acontece comigo, mas bem menos frequente. Engraçado é que a outra pessoa acha que estou mentindo ou escondendo informações, mas não é; a sensação é de não conseguir acessar a informação no cérebro, como se aquela pasta completa tivesse sumido do seu HD, mesmo tendo a certeza de que a salvei lá.

Eu ainda tenho uma certa "fobia social" que é socialmente aceita: não costumo visitar pessoas (sem que elas me convidem previamente) e fico sem saber como agir quando alguém aparece sem avisar (a primeira sensação é um mini-pânico, segundos que logo passam). Confesso que as redes sociais me ajudam muito a desenvolver o meu "papel social" sem ter que exercê-lo, porque sempre estou em contato com as pessoas, me expresso, troco informações, tenho notícias de pessoas queridas sem necessariamente estar em contato físico com elas.

Eu também preciso de certa "antecipação" das coisas, confesso que não sei lidar muito bem com a sensação de trocar o planejado pelo inesperado. Mas quando falo de "inesperado" não falo sobre os imprevistos ou as coisas da vida; eu falo de quando você planeja passar o fim de semana com as crianças na fazenda e o marido diz que não vamos mais porque temos aquele churrasco de aniversário do melhor amigo; dentro de mim aquilo causa uma agonia tamanha e eu preciso respirar e me reprogramar internamente. Em termos de relações pessoais não chega a ser um problema porque fui aprendendo a evitar embates e discussões desnecessárias, mas internamente não acontece assim.

Então eu tenho essa "coisa" com meu filho, de conseguir compreender algumas situações dele, porque me identifico com elas.

Em minhas leituras, me deparei com as palavras da Fátima (Fátima Dourado, Pediatra e Psiquiatra, Fundadora e Diretora Clínica da Casa da Esperança, Diretora Técnica da ABRAÇA.), e eu trouxe um fragmento pra vocês:

  "Não existem dois autistas iguais. Mas todos costumam ser socialmente inocentes. Não costumam mentir, não trapaceiam, não puxam tapetes de ninguém. Pisam constantemente nas etiquetas, não entendem as sutilezas do jogo social, não querem derrubar ninguém. Podem até mesmo causar constrangimentos, com suas verdades contundentes".  

Por outro lado, tudo isso me leva a uma outra linha de pensamento. Penso sobre o quanto as famílias eram mais reservadas no tempo que eu era criança, as informações sobre tudo não eram abertas e livres como são hoje e muitas pessoas não tinham ideia nenhuma sobre autismo e toda a gama de transtornos comportamentais. Muitos adultos de hoje foram autistas sem diagnóstico na infância e tiveram que se desdobrar pra se adaptar ao mundo.

E hoje? Quantas crianças permanecem sem diagnóstico? Sem acompanhamento? Sem intervenções?
Pode ser o filho de um colega da faculdade, a balconista da padaria, a professora do seu filho. Ou pode ser você. Ou eu!


Bjs
Dali


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A rotina da garotada e os deveres de casa


Oi Pessoal!

Quem nunca ouviu de um filho, pra que existe lição de casa?
Ouço isso desde que ele começou a estudar nunca gostou, geralmente faz rapidamente só pra se livrar. Nos primeiros anos eu acompanhei e agora dei uma afroxada, acompanho de longe, tento interferir o mínimo possível pra tentar criar nele o senso de responsabilidade pelo seu próprio estudo.
Quando a professora não percebe ele faz a lição de casa na sala = /
Pior que não consigo brigar com ele...
Sempre ensinei "Aula dada, aula estudada", a lição de casa era o reforço da lição aprendida durante aula e assim ele nunca estudava para as provas, estava sempre afiado.
Nesta escola as aulas são de uma matéria e pra casa levam outra matéria e assim ele ficou um pouco perdido e desorganizado e agora tenho que sentar com ele e estudar, uma coisa nova pra nós dois, por que ele nunca precisou e com as provas da escola sendo trimestrais piorou, o conteúdo e muito grande e cansativo para relembrar...mas enfim é o que temos e ele tem que se adaptar não é mesmo?!
Nossa colunista hoje traz um texto sobre isso dever de casa e a importância dele na formação estudantil.
Bjs





Colunista Blog Mãe de Moleque
O segundo semestre do ano letivo já começou...É tempo da garotada chegar da escola, almoçar ou fazer um lanche, no final da tarde, e colocar a mochila sobre a mesa e começar outra nova rotina - a das “tarefas de casa” - tão cansativa, porém inevitável. Uma vez que, por mais que os professores esforcem para quebrá-la, sabem que é fundamental. Só através da repetição/do treino e da dedicação paciente e ininterrupta, o ser humano pode explorar adequadamente suas potencialidades. Buscando a oportunidade de superar, fazer melhor, alcançando a excelência, no que desejar, assim, como os esportistas olímpicos fazem, por exemplo.

Ao longo da minha vida, como aluna, como mãe, professora, coordenadora e diretora escolar, sempre, preocupei-me muito com as atividades extraclasse; principalmente, por possibilitarem ao professor revisar/complementar/aprofundar os conteúdos que considere importantes para a construção do conhecimento do aluno em determinado período; facilitando o planejamento diário das atividades, além do acompanhamento contínuo e valiosíssimo dos pais, na vida escolar dos seus filhos.   

Apesar de a rotina ser considerada tediosa para muitos alunos, quase sempre é realizada depois de uma manhã ou de uma tarde cansativa, na escola, é através dela que permite a cadência sequenciada de atividades. Que quando bem planejadas, diferenciadas e desafiadoras podem construir a base principal do trabalho pedagógico pelo professor e da aprendizagem pelas crianças e adolescentes. Dando oportunidade ao que ensina, além de rever e facilitar a construção do conhecimento pelos alunos, reformular a sua proposta de trabalho, quando necessária, por razões do progresso ou os motivos pelos quais os estudantes não progrediram. A rotina, segundo Madalena Freire, “é o alicerce básico para que o grupo construa seus vínculos, estruture seus compromissos, cumpra suas tarefas, assuma suas responsabilidades para que a construção do conhecimento possa acontecer”.

No entanto, se a formação desse hábito não for desenvolvida, desde os primeiros anos de vida escolar, com certa avaliação, reflexão coletiva de professores e coordenadores, e um bom acompanhamento das famílias, principalmente, pelas que têm filhos pequenos, pode levar um número grande de crianças e adolescentes, quase por toda a vida, ter certo descaso pelos estudos, tornando quase que incontrolável. "Construir conhecimento, segundo a filha de Paulo Freire, a educadora que escolhi para embasar as minhas ideias, não é como ir ao cinema ou jogar bola. Exige tempo determinado, espaço determinado, rotina de trabalho, constância. Sem rotina não se desenvolve disciplina intelectual, e isso se faz já a partir dos dois anos." Por isso, é de suma importância que os educadores valorizem / exijam dos seus alunos que cumpram, assiduamente, essas atividades, desde que vão para escola pela primeira vez; fazendo as devidas correções – não se esquecendo de incentivar, de pedir, sempre, a ajuda dos pais, nas reuniões de pais e mestres ou quando vão à escola para levar e buscar os filhos, no dia a dia. Eles são os seus maiores aliados, queridos colegas. Sem o acompanhamento deles, dificilmente, as crianças terão sucesso nesta área da vida.

Ainda, por caracterizar-se como facilitadora da aprendizagem, a rotina dessas atividades não deve sobrecarregar ou comprometer o tempo de repouso, lazer, higiene e alimentação das crianças e dos adolescentes, como se eles estivessem estudando em tempo integral. Existem escolas, excelentes por sinal, que passavam tanto tarefas para casa que a criança ou o adolescente não tinha tempo para nada.  Aprendia, mas ficava bem estressada (o).  E, assim, torna prejudicial. O bom senso dos professores é primordial, nesta prática, tanto quanto ao inesperado, quanto à quantidade, à organização do tempo - adaptação da criança à mesma, e ao ritmo próprio de cada uma - ensejando alternativas diversas, frequentemente, simultâneas de atividades mais ou menos movimentadas e criativas, que chamam atenção; individuais ou grupais (mais fácil nas cidades do interior), que exijam maior ou menor grau de concentração e atenção.

O maior desafio deve estar concentrado, especialmente, nas duas primeiras etapas da Educação Básica que compreende a educação infantil e o ensino fundamental. Contando, sempre, com a disposição, a compreensão e muita paciência da família, no sentido de não deixar que fatores externos interfiram nos pensamentos das crianças e dos adolescentes, e esses percam o foco do que estão fazendo. Esse momento de estudos e tarefas deve ficar estabelecido, sempre, num mesmo horário, mesmo local, com boa luminosidade, limpo, organizado, sem ruídos por perto (som da televisão, áudios ou vídeos de celulares, ou conversa alta), evitando, desse modo, que as crianças sejam interrompidas. Dando o suporte necessário para que as crianças desenvolvam essas atividades, sozinhas, sem a ajuda deles. Só em caso de dúvidas, os pais deverão orientá-las, para que juntos busquem as soluções em seu próprio caderno, livro ou apostilas. Já que, na maioria das vezes, os deveres de casa são retirados de conteúdos que foram trabalhadas em classe.

Portanto, é um recurso pedagógico relevante que exige a compreensão de todos, nesta fase, até que a criança admita não ser uma mera obrigação, com o objetivo apenas de ganhar um visto e ponto final, mas um trabalho significativo que pode ser prazeroso. Despertando em si próprio e na família a consciência de que os deveres de casa, mais do que um meio de multiplicar o rendimento da sala, sirvam de entrelaçamento entre as famílias e a escola; buscando, desse modo, maior engajamento das mesmas, maior parceira na vida dos filhos, até que os mesmos tornem verdadeiramente autônomos.

Abraços


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Irmãos, filhos e família


Oi gente,



Parece que a cegonha andou trabalhando bastante no ramo blogueiro rsrsrs e aqui não foi diferente, entregou um pacotinho também estou hj com 3 meses da segunda gestação.



Quem acompanha a gente aqui desde o comecinho a 4 anos atrás já sabe que isso era um sonho que o moleque desejou (Relembre aqui) e (Relembre aqui também) acabou nos convencendo, demorou um pouquinho rsrs 9 anos, mas esta ai vindo mais uma benção.



Desde que o moleque começou este papo de irmão, comecei a refletir, tentei convencer ele que não seria tão legal qto ele imaginava (problemas psicológicos pessoais de uma irmã do meio rsrsrs Acompanhem meu drama aqui rsrsrs)



Passando isso rsrs, fiquei pensando estes anos todos na relação mãe, filhos e irmãos...



E percebi que o pai interfere bem menos nesta relação entre irmãos, mas mãe ahhhh a mãe ela é o elo entre eles, o começo da disputa, meio do caos e o fim o afastamento dos irmãos.



Pode soar meio dramático, muitos não vão concordar com a minha visão, mas pensem um pouco fora da caixinha foi isso que eu fiz nestes anos, não pensei como mãe e sim como filha, o que eu queria, o que eu esperava dela (minha mãe)



E fui chegando a algumas conclusões e recentemente lendo um blog materno de sucesso, sim eu leio eles também, algo chamou minha atenção.



Perguntaram pra blogueira em questão sobre preferência entre os filhos se ela acreditava que existia....

E ela respondeu como a minha mãe respondeu para mim, depois de anos a fio tentando fazer com que ela me enxergasse e amasse como eu sou.… não existe preferência, acredito que temos mais afinidades com um do que com outro, disse a blogueira.



Caracas, isso me doeu ler, como doeu ouvir.



Mas depois de anos tentando agradar minha mãe e ter o reconhecimento que achava que merecia, esta frase caiu como um despertar, me libertou de um peso carregado a anos, a vontade louca de ser amada por ela como eu sentia este amor que tinha pela filha que tinha mais afinidade.



Depois de anos conversei com a minha irmã sobre isso e a causa de tantas desavenças nossas por toda essa "afinidade" e como ser mãe de menino é bom pq meu irmão não está nem aí com o balacubaco rsrs, mas nós duas, vixe sai de baixo.



Hoje vi o que está "afinidade" causou psicologicamente na minha irmã mais nova, que não viveu da forma que queria de tão presa que ficou na minha mãe e o quanto isso influenciou pra eu ser a ovelha negra da família, aquela que aprontava, afrontava...queria ser livre...e fui, mas queria muito que ela estivesse de madrugada me esperando e me pegasse pela orelha e me desse um sermão e dissesse que não saberia viver sem mim se acontecesse algo, engraçado ...adolescente quer ser livre (mas pero não mucho rsrs)



E aí... que fiquei com este turbilhão de emoções enroladas na cabeça, até hj não sou uma pessoa muito carinhosa e tenho problemas sérios com isso, pois tenho dois grudentos em casa. Mas o meu mlk nasceu para ensinar a ser diferente e ele tem lutado arduamente.



Partir de mim um carinho é muito, muito difícil, mas nunca deixei de retribuir um carinho, um beijo, um abraço...só não tenho a iniciativa de fazer isso e quando faço parece algo forçado e isso me deixa triste.



Mas enfim este parece ser meu dilema de vida, um dia aprendo...vai ser o melhor dia da minha vida podem acreditar.



Mas voltando ao assunto irmão, hj tenho conversado muito com meu anjo mais velho, meu mlk, extremamente amável e uma criança fácil de educar e lidar... mas o segundo filho será assim?



Pode ser que eu tenha sorte grande né, mas pode ser que não, são pessoas distintas e eu serei uma mãe diferente para cada um, não vou educar eles igual...os parâmetros de educação serão os mesmos, mas são pessoas distintas, não tem como ensinar a mesma coisa sendo que não são iguais, vou ensinar a mesma coisa de uma forma diferente, da forma que chegue mais fácil ao coração.



Outra coisa que já decretei como ponto certo e já fechei com o mlk, aconteça o que acontecer seu (sua) irmão (ã) (ainda não sabemos o sexo do bb2) será o seu melhor amigo, vou lutar do início ao fim para criar este vínculo de "irmandade" eu sei que é possível, não vivencio isto com meus irmãos, mas conheço muitos e me inspirarei na mãe deles...não me entendam mal, amo minha mãe mas já disse milhões de vezes a ela que pecou nisso...com certeza vou pecar em um monte de coisas e vou ter que engolir também qdo um filho vier me cobrar né, se for igual a mim, vai resolver nesta vida as pendengas maternas rsrsrs



E vocês o que acham disso tudo deixe seu comentário, com certeza vão me fazer refletir também.



Bjs de luz




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Como é ser mãe de alergicos


Oi gente, estamos inaugurando hoje mais uma coluna, como é ser mãe de crianças alérgicas.

"De acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai), de 6% a 8% dos meninos e meninas com menos de 3 anos sofrem do problema."

Ter um filho alérgico já é difícil e ter dois é um trabalho dobrado, que a Karina enfrenta com muito otimismo e fé.

A partir de hj vamos falar deste assunto por aqui também e ajudar a tranquilizar as mães e mostrar que é possível dar qualidade de vida aos filhos, mesmo com tantas restrições., vai até ter dicas com receitas ebaaa!!!!






Karina- Colunista no Blog Mãe de moleque
Olá! Sou a Karina, tenho dois moleques: Enzo e Dante.

Como muitas de vocês, quando casei, trabalhava fora, tinha uma boa carreira em ascensão e sonhava ter filhos.

Primeiro veio o Enzo, um moleque lindo e saudável. Três anos e muita insistência depois, engravidei novamente, mais um moleque lindo, o Dante!

Agora a família estava completa e a mãe maluca, cheia de dúvidas, como voltar a trabalhar com dois filhos? Como seria a rotina com um bebê novinho em casa? E além de todas as preocupações de uma mãe recém nascida, logo que o Dante nasceu, teve sua primeira reação alérgica. O moleque ficava todo empolado, irritado, chorava muito...

 A pediatra que nos acompanhava dizia que ele era muito novinho pra afirmar que tinha alergia, mas que provavelmente desenvolveria dermatite atópica (aquela que a pessoa não tem proteção natural na pele).  Nossos hábitos começaram a mudar aí, trocamos o sabonete dele, passamos a usar um hidratante especial após o banho, as roupas da casa toda eram lavadas com sabão de coco e o amaciante foi banido.

 Durante os quatro primeiros meses, minha maior preocupação era só com a dermatite, nem passava pela minha cabeça que ele poderia ter alergia alimentar. O Dante começou a adoecer com frequência, vomitava, o intestino prendia, em seguida soltava muito, as assaduras eram horríveis. As reações após a vacinação eram sempre exageradas, muita febre, muita diarreia, muita tosse.  Não gosto de lembrar a agonia que eu sentia quando trocava as fraldas...  

Foto arquivo pessoal Dante

Aos sete meses quando introduzimos a gema de ovo na papinha, vieram as reações imediatas! Vômito, tosse, falta de ar... No começo tratamos os sintomas como adaptação a nova rotina, aos novos alimentos, pois voltei a trabalhar. Mas ele ficou bem doentinho. Muita tosse e falta de ar, as visitas ao pronto socorro eram frequentes, e os diagnósticos eram diversos, desde bronquite até virose! Começaram os bronco dilatadores, corticoides, antibióticos e tudo aquilo que queremos evitar para aos nossos filhos. 

Adiamos ao máximo os exames de sangue, mas agora eram necessários. Os primeiros RAST* foram quase todos positivos! Era alérgico a proteínas do leite de vaca, proteína de soja, a oleaginosas e a proteínas do ovo (tudo fácil, claro!), além das alergias normais, ácaro, poeira doméstica, picada de inseto e etc.

Na mesma época, o Enzo tinha episódios frequentes de refluxo, cheguei a pensar que poderia ser psicológico, por causa do quadro do irmão, investigamos e descobrimos que ele era intolerante a lactose, e aí minha vida realmente virou de cabeça pra baixo!

Tomei a decisão mais difícil da minha vida, saí do emprego pra cuidar dos pequenos e descobri “as dores e as delícias” do que é ser mãe de verdade, 24 horas por dia.

Vou contar mensalmente nesta coluna como é nossa rotina e espero ajudar muitas pessoas e principalmente as mães sobre este assunto tão delicado que é a alergia alimentar e como conviver com ela.

Beijos
Karina
Arquivo Pessoal Dante e Enzo


*Teste RAST (de radioallergosorbent) é um exame de sangue que detecta anticorpos IgE específicos no sangue, possibilitando a identificação correta dos prováveis alérgenos provocantes de manifestação alérgica. Ele determina quais substâncias que uma pessoa tem possibilidade de ser alérgica.- fonte Google
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Filhos adolescentes, como lidar!


Oi pessoal,


Este é um texto que foi solicitado por diversas mães lá na nossa Fan Page, espero que ajude!

Grande Bj

Elaine





Filhos adolescentes




É normal quando, o filho adolescente passa a ficar mais emotivo ou mais agressivo, mas também é comum a família se incomodar e estranhar esse novo comportamento, já que não é um comportamento habitual. Mas fiquem tranquilos, tudo isso é passageiro.

Porque isso ocorre?

O que poucos sabem, é que na puberdade, o adolescente passa por algumas alterações que ocorrem no cérebro. Tais alterações estão envolvidas com produção de hormônios, mudanças no comportamento, paladar, ações motoras (por isso os jovens tendem a ficar descoordenados durante a adolescência) e mudanças emocionais.

Como lidar?

Sim, você não está acostumado com esse comportamento do seu filho, mas ele também não, essa fase é difícil para os dois. Mas um fato importante é que nesta fase ele está muito carente, então ele precisa de paciência e atenção, mas não se esqueça de impor limites.

Veja algumas dicas de como os pais podem lidar com isso de uma forma saudável, seja para superar ou mesmo evitar os conflitos com filhos adolescentes. Mas se o problema se estender por muito tempo ou fugir ao seu controle, procure a ajuda de um psicólogo.

·         Entenda, seu filho cresceu! 
O primeiro passo para uma boa convivência é entender que o filho cresceu. Nada irrita mais um adolescente do que ser tratado como criança. Compreender isso é um avanço e tanto.



·         Diálogo, a palavra-chave 
Estar aberto a ouvir e entender o ponto de vista dos filhos pode evitar ou minimizar muitos conflitos nessa fase. A falta de diálogo distancia os adolescentes e é uma das principais causas das dores de cabeça dos pais.
Reserve um tempo de seu dia para sentar com seu filho e ouvir o que anda acontecendo com ele. Lembre-se que a adolescência é a fase das descobertas, sendo assim, ele tem que errar e consertar sozinho para que aprenda com o erro. Nunca diga o que fazer, não mande, somente dê o conselho e deixe-o livre para que siga ou não.

  • Fique atento

Às vezes, essa mudança de humor pode não ser somente esta mudança passageira que ocorre na puberdade, mas sim algo mais sério, como a depressão. A depressão atinge mais jovens do que se imagina, então fique atento a isso e dê os devidos cuidados.

  • Dê muita atenção

Isso é o que ele mais busca: alguém que o escute, que o valorize, preste atenção em seus atos, o elogie e o aconselhe. Dar a eles a devida atenção pode fazer com que eles melhorem seus comportamentos, já que, muitas vezes, eles o fazem para se destacar de alguma forma e conseguir atenção.

  • Imponha regras e limites

Mesmo que o humor deles esteja associado à puberdade, não se deve deixar certas coisas passarem. Se ele elevar a voz com você, não é errado castigá-lo, mas atenção: não brigue, respire fundo e converse. E os castigos podem ser como ficar o resto do dia sem computador ou televisão, ou não poder sair no próximo convite dos amigos.

  • Detalhes são importantes

Uma simples virada de olho ou uma resposta grosseira pode ser o fim do bom humor do adolescente, então repare os detalhes de seus próprios atos. Você tem que tentar ter sempre bom humor com eles, assim eles também o terão.





·         Nem tanto ao mar nem tanto à terra 
A maioria dos problemas na relação do pai com os filhos adolescentes, baseia-se numa espécie de luta pelo poder. Agir de maneira autoritária, portanto, não é apropriado para os pais. Mas a permissividade (em que os pais deixam os filhos decidirem e fazerem o que quiserem) também não é o caminho. A receita ideal para estabelecer limite: é a negociação.



·         Liberdade com responsabilidade 
Em vez de proibir seu filho de fazer algo, procure expor sua opinião a respeito e, principalmente, demonstrar as consequências de certos atos e comportamentos, com base na sua experiência. Assim, você se colocará na posição de amigo e fará com que ele reflita sobre suas próprias atitudes.



·         Participe mais do mundo dele 
Mesmo com todas as atribuições que a vida lhe impõe, seja um pai presente. Coloque-se sempre à disposição para conversar ou ajudar seu filho em alguma necessidade ou indecisão que ele apresente. Participar de alguma atividade que ele gosta (esportes, academia, passeios, cinema, shows) é uma excelente maneira de estar próximo. Mostrar interesse pelo universo dele, como os amigos, o ambiente na escola ou o estilo de música preferido, também ajuda.



·         Sejam amigos 
Nunca se coloque em uma posição de superioridade. Mostre a seu filho que você também têm fraquezas, interrogações, insegurança. Ou seja, que você é humano como ele, apenas um pouco mais experiente. Isso ajuda a criar uma relação de confiança e uma amizade muito sólida.

Caso tenham dúvidas, estou à disposição.
Bjs da psicóloga Claudia

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Filhos do excesso


Oi Gente,

Mas um textão literalmente da nossa colunista Nilva, degustem sem moderação !
Um texto pra refletir e principalmente colocar em pratica.
Bj Elaine





Profª Nilva Colunista Blog Mãe de Moleque
Este é o reinado dos “filhos do excesso”
Ao longo da vida, vamos conscientizando de que a missão paternal ou maternal de adequar a prole à realidade de uma vida relativamente livre de problemas e dificuldades e bem-sucedida a qualquer custo - idealizada pela maioria das famílias - não é uma das mais fáceis e nem tão bem acertadas neste mundo. Principalmente, quando esse reinado é exercido pelos filhos x o controle excessivo dos pais, como é hoje. Sendo os mesmos o centro das atenções, acobertados de muito amor, zelo, exagerada preocupação e superproteção por parte dos adultos, que os eximem de qualquer responsabilidade, ficando inteiramente disponíveis por tudo que eles desejarem.



E esse estilo, embora, já há algumas décadas, venha dominando essa nova geração, o que percebemos é que em vez de beneficiá-la, tem lhe transmitido vibrações até negativas, prejudicando a autoestima, a espontaneidade, a determinação, a criatividade e a autoconfiança da mesma. Que, por crescer ganhando tudo pronto e quase tudo ao seu bel prazer, tem lhe gerado “uma falsa sensação de poder e autonomia que, em um momento mais adiante, se traduzirá em uma profunda insegurança”, segundo (Vera Blondina Zimmermann, psicóloga do Centro de Referência da Infância e Adolescência da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).



Gerando sofrimento em ambas as partes. Tanto nos filhos quanto nos pais. Nos filhos, por causar certo tédio e apatia, segundo o escritor Carl Honoré, autor do livro “Os filhos do Excesso”, ”por terem suas vidas gerenciadas, organizadas, controladas e programadas pelos adultos, como se fosse um troféu, um produto ou um pedaço de argila que você pode moldar como uma obra de arte”. E, nos pais, grande ansiedade por terem que orientar e comandar “sobre o quê e como fazer tudo”, e, ainda, segundo Damázio, citado por Aretusa Santos e Bianca Recker Lauro – UFJF, por “toda nossa prática ser no sentido de transformar a criança no adulto e, pior, no adulto que já somos, que idealizamos e que desejamos; ajustando-a aos nossos planos e anseios, sob nossa ótica e aspirações, segundo nossos próprios objetivos [...] toda criança, o que significa todo novo indivíduo (e toda uma nova geração de indivíduos), traz em potencial uma rica gama de possibilidades renovadoras, ainda que a sociedade opere dominantemente com padrões de repetição. Ou seja, a novidade sempre aparece. É por essas e por outras que não permanecemos nas cavernas. ”





Em geral, essa prática ocorre, e não é de agora. Os pais sempre protegeram os filhos e tentaram prendê-los o máximo possível perto deles. Proteger filhos é um instinto natural de toda mãe e de todo pai. Os pais de antigamente preferiam que suas filhas casassem com vizinhos ou parentes para terem a família sempre próxima deles. No entanto, atualmente, percebemos que tem mais excessos. Excesso em tudo: De zelo, dificultando o desenvolvimento da capacidade de resistir às adversidades e com isso a maturidade é mais tardia; excesso de cuidados – os pais não podem perdê-los de vista por nenhum segundo; excesso de presentes – os pais trabalham duro, mesmo os assalariados, para dar do bom e do melhor; os filhos são muito mais dependentes – são poupados dos afazeres domésticos que poderiam contribuir.





E, tudo isso, os pais fazem por muito amor. Por não “aguentar ver um filho sofrer sem fazer as coisas por ele” (Içami Tiba). Por desejarem tê-lo sempre “debaixo de suas asas”. Sempre “a frente de seus olhos”. E ainda: “Por não conseguirmos relaxar um pouco e ter o equilíbrio entre fazer muito e nada fazer para nossos filhos; por não permitirmos que eles sejam protagonistas de sua própria vida, e por não pararmos de criar um filho como quem gerencia um projeto”, segundo o escritor Carl Honoré, citado anteriormente. E ainda, por estarem, sempre, em busca da felicidade e do sucesso dos filhos. Sucesso pode ser “no fundo de sua alma ser feliz”, mas fica claro em suas expectativas e falas ter uma boa vida, uma boa profissão que ganhe muito dinheiro.







Pensando nisso, apesar de ninguém ter uma receita pronta, é importante usar do bom senso que todo pai e toda mãe têm e saber dosar/limitar essa busca incessante pela facilidade, e procurar observar e conhecer melhor seu filho ou sua filha, naturalmente, no dia a dia, observando quais são seus pontos fortes e fracos, ou seja, suas preferências, habilidades e aptidões ou inabilidades. Identificando, em cada um, qual das oito inteligências múltiplas seu filho ou filha é mais desenvolvido (a), desde criança, para melhor preparo educacional. Não se atendo, desse modo, apenas aos seus sonhos ou no que lhe é mais rentável, mas principalmente às vontades e expectativas de cada um, de acordo com o que tem maior desenvoltura. De forma que possa desenvolver/seguir, no momento e na velocidade certa, o que é de seu agrado, no futuro; se é Lógica, Linguística, Corporal, Naturalista, Intrapessoal, Interpessoal, Espacial e Musical. O desenvolvimento de cada inteligência será determinado tanto por fatores genéticos e neurobiológicos quanto por conta de fatores ambientais.





Finalmente, é importante destacar que, embora, essa preparação seja determinada por vários fatores já ditos anteriormente nas entrelinhas, a religiosidade também faz parte desse processo. Segundo Pe. Roger Matheus dos Santos, vice-presidente da Mantenedora do Colégio Pe. Anchieta, da Diocese de Taubaté (SP), “nossa atual geração já nasce e mal abre os olhos já está com seus dedinhos virando as telas de nossos tablets e smartphones. Jesus nos disse que nós não podemos ser do mundo, mas nós estamos no mundo. Se estamos no mundo, precisamos aprender a lidar com ele, e a catequese passa atualmente por este desafio. E será muito difícil para um jovem viver o adágio popular: “faça o que eu mando, mas não faça o que eu faço”. Portanto, o que se espera dos pais na educação de seus filhos no caminho da Evangelização é que primeiramente os pais sejam evangelizados. E este princípio é válido também para os professores em relação aos seus alunos”. Pensando bem esse ditado popular deve ser válido para tudo e para todos. Não basta só saber para educar bem, é preciso ser. As crianças aprendem através dos exemplos que elas têm.






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O autismo e Deus



Oii gente,

Queria tanto que a nossa colunista falasse sobre isso e ela escreveu ....feliz por saber de tudo, desta forma simples e clara e sempre me ensinando a ser uma mãe melhor.
Agradeço a ela tanto qdo escreve, suas palavras de sabedoria e incentivo...espero que gostem.
Bjs



Dia desses estava conversando com meu marido sobre as tantas coisas que já nos falaram sobre o autismo, uma em especial, me fez pensar e vir aqui dividir esses pensamentos com vocês: Deus!

Antes de qualquer coisa quero dizer que para mim Deus não é alguém, nem algo; não é nada que eu possa medir nem pesar. Deus é uma força, uma luz que rege tudo ao nosso redor e fora dele. Cresci numa família tradicionalmente católica e meus filhos somos batizados também no catolicismo, mas aprendi que Deus não está na igreja, Ele está dentro de você, e de mim. Deus se manifesta em tudo o que é feito com o coração, para o bem do outro (uma pessoa, muitas pessoas, os animais, a natureza) e coloca situações em nossa vida para que possamos enxergar isso.

Quando adolescente eu odiava ter que ir à missa e questionava a existência de Deus. Mas o tempo passa e a gente vai conhecendo tantas coisas, tendo contato com tanta gente, tantas sabedorias, tantas espiritualidades e hoje eu busco me conectar com a natureza, buscar minha natureza interior (uma coisa meio hipster, meio ficção-científica, estilo Avatar. Assistiu?!).

Pouco tempo depois do diagnóstico uma tia muito querida veio conversar comigo, disse que em seus estudos das energias e dos espíritos aprendeu que muitas vezes a criança nasce autista porque traz problemas de vidas anteriores e me sugeriu uma consulta espiritual. Nessa consulta foi detectado um bloqueio energético e uma indicação de tratamento, a pessoa que fez o atendimento disse também que nosso moleque nasceu na minha família com a missão de nos trazer união, amor e paz. Resultado: não fizemos tratamento nenhum! Se essa era sua missão nós é que deveríamos nos adequar a essa condição! Olha como Deus age na vida da gente, tá vendo? Ele nos deu uma criança especial porque sabia que só dessa forma ela nos faria ter paz, amor e união em família. Quando falamos publicamente sobre o diagnóstico muitas pessoas da família que não tínhamos muito contato se aproximaram e hoje são presenças constantes.

Quando descobri que estava grávida de Catharina meu marido estava viajando fazia quase 4 meses! Eu e Pedro havíamos mudado de cidade e tudo era muito novo para nós, ele tinha 1 ano e 2 meses e começava a apresentar os primeiros sinais (que eu interpretava como uma forma de reagir diante das inúmeras mudanças). Eu nem acreditava que estava grávida e pensava: “Meus Deus! E agora?!” A gente nem imaginava que aquele bebê era TUDO o que Pedro precisava, e ainda precisa! É através dela que ele aprende a reagir diante das situações, dos lugares e das pessoas, mesmo sendo mais nova. É dedo de Deus na vida da gente!

Não adianta a gente querer usar adjetivos humanos para caracterizar a ação de Deus, porque Ele é muito maior. Mas a gente pode ser o dedo de Deus na vida de alguém, a gente pode fazer o bem. E quando eu digo “fazer o bem” eu não tô falando daquela arrecadação de alimentos que você faz na véspera do natal, eu tô falando de se doar, de sair de si, de doar o seu coração, a sua ideia, a sua palavra, o seu tempo...

Deus não está somente naquele sono tranquilo do bebê, ou naquela conquista que você tanto lutou para conseguir.

Deus está naquele leite que seu filho derramou sem querer durante o café-da-manhã e fez você se atrasar. Esse atraso pode ter sido um livramento, pode ter sido pra te proteger de um acidente, de um bandido ou de um aborrecimento. Já pensou nisso?

Deus está naquele motorista de taxi lerdo que te fez perder o vôo (e você mata ele mentalmente), e depois você vê no noticiário que a aeronave deu pane (aí você agradece a quem?)

Então, gente, é isso. A vida é curta demais pra gente entender tudo com a cabeça, mas dá tempo quando a gente fecha os olhos e sente com o coração. Se você tem um problema, não questione o problema, não questione Deus, apenas pense: “esse problema veio para me ensinar alguma coisa; que coisa é essa?”. Aí você vai começar a perceber que aquilo talvez nem seja um problema! Foi o que eu fiz com o autismo do meu filho. É o que eu me esforço para fazer com tudo o que acontece na minha vida.

Beijos
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Sobre o compromisso assumido no batismo



Oi pessoal

Faz um tempinho que queria falar sobre este assunto.

Escolhi um amiga querida, blogueira, escritora de livros católicos e mãe de dois a Dani.

Ser padrinho é algo sério e pra vida toda, não é somente quando crianças é pra vida toda e nem pra dar presente é para estar presente.

Em um pais onde a maioria se proclamam católicos, mas poucos sabem realmente como escolher um bom padrinho para os filhos, não façam apenas por amizade a alguém, ou apenas para cumprir suas convicções, façam uma escolha consciente.

E se forem escolhidos como padrinhos, saibam que vcs são importantes para aquela família, se sintam honrados com tamanho do seu significado pra eles e de resto curtam que ser padrinho deve ser bom demais.

Beijos

Arquivo pessoal Daniela

Batismo: a importância da escolha dos padrinhos




Para os católicos, o Batismo é um momento único na vida de seus filhos. É o momento de receber o Espírito Santo, que vai guiá-los na graça de Deus por toda a vida.  Além disso, eles passarão a ser parte do "Corpo Místico de Cristo", e com isso, passam a ser parte da Família de Jesus, sendo, a partir de então, "filhos de Deus"! Sim, é um momento de muita emoção e muitas graças, para os pais que vivem essa fé. 



Existem alguns preparativos para essa data, sendo alguns obrigatórios: 

  • Escolher os padrinhos
  • Marcar, na paróquia, a data do batizado (normalmente, são datas pré-definidas pelo padre);
  • Fazer o Curso de Batismo (pais e padrinhos). 

E os não obrigatórios, mas que nós adoramos:

  • Escolher uma roupinha linda para o momento, preferencialmente branca;
  • Preparar um almoço/festinha para os padrinhos/avós/amigos para comemorar a data. 

Dentre os obrigatórios, quero chamar a atenção para o primeiro: a escolha dos Padrinhos. As vezes não damos a real importância dessa escolha, mas os padrinhos são aqueles que vão se comprometer perante Deus e a Comunidade, de zelar pela fé dessa criança, por toda a vida! É por isso Padrinho precisa ser exemplo de fé e de vivência no evangelho. E alguns pontos precisam ser observados para essa escolha:

  • É importante ser alguém próximo da família, para acompanhar o crescimento da criança, e o amadurecimento na fé; 
  • Tem que ser católico. Pois vai se comprometer a acompanhar o crescimento da fé dessa criança dentro da Igreja Católica. Ele precisa ser "parte" dessa fé para poder manter sua promessa;
  • Tem que ser um homem e uma mulher, mas não precisam ser casados - Já fui a batizados em que o padrinho era o irmão/amigo do pai e a madrinha era a irmã/amiga da mãe, sem vínculos entre eles; pode também ser um casal de namorados (minha primeira afilhada foi batizada quando eu e meu marido ainda éramos namorados);
  • Se for um casal casado, precisa ter recebido o sacramento da Igreja Católica, pelo motivo de ser exemplo de vivência na fé Católica;
A fotografia pertence à argentina Raquel Gatti


Além do casal padrinho de batismo, alguns pais escolhem outro casal para o momento de Consagração da criança a Nossa Senhora, que será chamado de Padrinhos de Consagração. Os padrinhos de Consagração não têm o "peso" dos padrinhos de batismo, ou seja, eles não precisam fazer antecipadamente Curso de Batismo, e não fazem a promessa de acompanhar as crianças na fé, mas deve ser um casal que ame a Nossa Senhora e que de coração, queira acompanhar, junto aos Pais e Padrinhos de Batismo, a fé dessa criança. A escolha do segundo casal não é obrigatória, os Padrinhos de Batismo podem ser também de consagração. 



Antigamente, entendia-se que os Padrinhos de Batismo eram aqueles que iriam "criar" a criança na falta dos pais, ou que proveriam os "presentes caros" nos aniversários, por isso, muitos escolhiam o chefe, o fazendeiro da região, o casal mais rico da família. Hoje, sabemos que essa não é a função dos padrinhos, mas a de estar em oração diária por seu afilhado e acompanhar seu crescimento, seu desenvolvimento e ajudar os pais na educação cristã e Católica dessa criança. 

A escolha dos padrinhos deve ser feita com amor e responsabilidade, porque é uma escolha para a vida toda! 





Daniela Zanatto 


Atenção este assunto é apenas pra quem professa da mesma fé, respeite para ser respeitado.




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Mega Bloks Tartarugas Ninjas

Oi gente !

A semana retrasada fomos convidados para ver os novos produtos da Mattel.




Com a estreia do filme “As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”, que chega aos cinemas no dia 16 de junho, Mega Bloks entra no clima de ação e das grandes batalhas e lança três linhas de produtos para diferentes idades se divertirem.

O mlk gostou bastante ficou entretido lá duas horas montando





O mlk ganhou no evento o Mega Bloks Tartarugas Ninja Animation Treino Rua- Michelangelo Mattel.

Ganhamos ingressos também pra assistir o novo filme "As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”, que chega aos cinemas no dia 16 de junho :)


Se ele gostou?
Sim ou com certeza 🐢🐢🐢🐢

Beijos
Elaine
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