Mais um príncipe está chegando...

Olá pessoal,

Por aqui estamos entrando no sétimo mês esta semana, no segundo filho a ansiedade e menor e confesso a preparação tem sido mais psicológica minha, do anjo mais velho do papai, do que propriamente física.

Ainda não comprei enxoval, o quarto esta pronto desde sempre, não vou montar o berço, pois optamos em deixar ele na nossa cama como fizemos com o irmão e nos primeiros meses vamos trazer a cama do irmão pro nosso quarto, tudo junto misturado e vivenciarmos este momento tão importante e aguardado com ansiedade na nossa família.

Amei o texto do Prof. Nilva, obrigada pelo carinho de sempre!

Degustem sem moderação <3

Ps.: Mandem dicas, muitas dicas, sei que vou precisar de todas quando o anjo mais novo estiver em casa. Bjs

I
Independente da forma que a família faça a chegada de um bebezinho – do primeiro, do segundo ou do terceiro filho, é um momento muito especial e emocionante para todos, principalmente, quando esta vinda foi bem planejada e esperada com sabedoria e muito amor.
É tempo de todos se reorganizarem em torno do novo príncipe ou da nova princesa que vai chegar...para lhe dar as boas vindas...pois, além de trazer uma alegria contagiante para a vida de todos, traz também alguma mudança na rotina dos mesmos. Alterando desde os costumes da casa até a dinâmica diária da vida dos dois – mãe e pai e também do filho ou filha menor ou filhos mais velhos.
Que, até os quatro meses, pelo fato de não ter ritmo regular do tempo – não distingue bem o dia da noite; então, troca a noite pelo dia ou vice-versa e fica dormindo e acordando. Antes dos dois meses, dificilmente, dormirá 3 horas seguidas, uma vez que, tem o sono leve, com ciclos mais curtos, segundo Michele Melão, consultora do sono infantil. (Ela tem uma dica interessante para as mães ensinarem o bebê a distinguir o dia da noite – Deitando o bebê à luz natural do quarto, durante o dia, e reduzindo o ritmo e a iluminação da casa ao anoitecer, principalmente no seu quartinho). Com isso,  o sono de todos é interrompido várias vezes à noite, principalmente, dos pais para atender ao filhote. Até que o novo morador ou a nova moradora acostume com o novo ambiente e com os hábitos da família.

A mãe, nesse período puerpério, mesmo passando por um processo de modificações fisiológicas e anatômicas, como também mudanças psicológicas decorrentes da condição da gestação e do parto, se vê completamente tomada pelos cuidados com o bebê. Toda a sua atenção se volta para ele.  É com a amamentação, com os choros, com as trocas de fraldas - com a sua nova adaptação fora do útero. Já não tem tempo nem para se alimentar direito...embora, tenha que se alimentar dois. Quando olha no relógio...já é hora do banho...já é hora de amamentá-lo...tem que por para arrotar...tem que  trocar a fralda de novo...(Ainda bem que não é fralda de pano...imagina se fosse! Tempo que não tinha nem máquina de lavar e secar roupas...Tudo era lavado e passado...Tempo de chuva, então, era um “lavava e um tira e põe” no varal para secar rápido).

 É uma fase que exige muito da recém-mãe, uma vez que, a mesma está começando a conhecer o seu filho; o seu comportamento lhe gera, muitas vezes, muitas preocupações e dúvidas...Será que meu leite está sendo suficiente e nutrindo-o bem...será que não está com fome...será que está com frio...será que está com calor...será que está com sono...será que está sentindo alguma dor...Basta que o  bebê se encolhe...ou chora...para a mãe ficar mais ansiosa.

Chorar é a sua única forma de expressar de que algo não vai bem. Quase sempre à noite. Muitas vezes, a mãe não sabe o quê fazer – Sempre bate o desespero... (A gente quase chora junto, sem saber o que fazer... como disse uma mãe...a gente não sabe de onde tira tanta força...) “Será que é cólica?” Os bebês sentem muito cólicas. Então, a mãe o balança, acaricia a sua pele...canta uma cantiga de ninar bem baixinho...coloque-o na posição vertical...depois, de barriga para baixo...faz massagem...muda de cômodo...vai levá-lo para passear nos cômodos da casa...e nada...A vovó vem com chazinho...O pai também levanta...lhe faz um cafuné...dá lhe a chupeta... Todos acordam na casa...E nada...

De repente, depois de quase uma hora chorando...já quase amanhecendo o dia...a mãe o amamenta e segura bem apertadinho no seu colo...conversa com ele, e ele na posição de como quem escuta o seu coração...dorme...Já está comprovado que carinho de mãe cura. “O calor da mãe alivia a dor e o tranquiliza”. Segundo a psicanálise, o colo é o útero pós-natal. "Até os 3 meses, o bebê precisa acreditar que ele e a mãe são uma só pessoa. Um bebê que não viveu essa ilusão pode tornar-se um adulto com dificuldade de se relacionar afetivamente", alerta a psicanalista infantil Annelise Scappaticci. "Colo é afeto. Falar com o bebê olhando nos olhinhos dele. Essa atitude dá toda a segurança que o recém-nascido necessita. O colo humaniza", explica Ana Maria Massa, psicóloga e coordenadora do Centro de Referência da Infância e Adolescência da Unifesp, citadas por Vanya Fernandes.

E, assim, a supermãe “se vira” dia e noite...mas não esquece do marido e do filho menor ou dos outros filhos, mesmo sem desgrudar do bebê um só instante. Sempre, PENSA e LAMENTA...baixinho...falando com o seu maior confidente, neste momento...o bebê. ”a mamãe já não tem mais tempo para ela...não tem mais tempo de dar atenção nem para o papai...agora, mal nos falamos...só dos filhos...e não tem mais tempo para o/a maninho  (a), que ainda é uma criança”. Que ocupa, agora, uma posição não muito tranquila. Ter que abandonar a ideia de filho único / ou de caçulinha abala seus privilégios – os pais já não “viverão” mais só para ele, os mimos estão, cada vez, mais reduzidos - agora, se sentirá até um pouco deixado de lado, vai ter que dividir tudo com o outro.

É uma situação um pouco desafiadora, mas necessária para o seu amadurecimento e dos pais, pois com a chegada de um/uma irmãozinho/irmãzinha inicia-se a sua lista de perdas, segundo estudiosos do assunto, para mim “ganhos”. Todos ganharão. Os pais também aprenderão muito com a chegada de outro filho. Os quatro aprenderão dividir sentimentos. Os pais terão que dedicar a sua atenção, agora, aos dois ou mais, sem proteger nenhum mais do que o outro - porque é mais novo ou mais velho.  Aceitando as diferenças entre os dois ou mais filhos - tanto no modo de pensar, sentir, quanto na forma de agir e de fazer as suas escolhas que considerem importantes para as suas vidas. Cada um é único.   


Assim..., sabendo conciliar, vocês poderão estabelecer vínculos afetivos satisfatórios e respeitosos entre os dois ou mais filhos, e crescerão apaixonados um pelo o outro. Sabendo dividir...sendo cúmplices e contando sempre com o outro quando precisar.  Como muitos dizem...irmãos brigam, mas não se divorciam. E você, já começou a preparar seu filho para a chegada do irmãozinho? Tem alguma dica para dividir com as mães de segundo filho ou mais. Coloque aqui seu comentário! Um feliz parto para todas vocês, mamães, Elaine, Adriana, Juliane, Josy e todas do blog “Mãe de moleque”, que seus bebês nasçam perfeitos e saudáveis!


Beijos
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Mãe de segunda mão


Mãe de segunda mão, será que o segundo filho aceita estas condições?



Esta mãe aqui já tem 9 anos de km rodado rsrsrs.

Parece meio estranho isso rsrs, mas não é verdade?

Essa mãe aqui, já tem seus vícios maternos, já tem suas convicções consagradas, uma estrutura e rotina montada para receber esse novo membro.

Aliás ai esta ele...o Oliver



Mas não estou me sentindo confortável assim...ele é um outro ser humano, terá outras manhas, outro jeito, outras interpretações da mesma ordem...como fazer então?

Estamos no sexto mês de gestação e estou tentando me desconstruir como mãe, deixar de lado minhas certezas e convicções e abrindo meu coração pra receber o Oliver e não mais um filho como temos costume  de dizer...o amor se multiplica...estou tentando uma nova táctica rsrs, um amor pra cada filho.

Não quero dar ao Oliver uma mãe de segunda mão, afinal as roupas já serão de segunda mão (a maioria rsrs), brinquedos, o quarto não será só dele...me pareceu meio injusto tudo isso.

Tenho conversado muito sobre irmandade, amor, amizade com o filho mais velho e ele me surpreende com suas reflexões também muitas vezes.

Disse que sabe que o bebê precisa de mais atenção e vai ter mais atenção, mas se sentir que isso esta demais rsrsrs vai me avisar, pq não vai deixar de ser meu filho e quer carinho também (Afff....alguém me devolve o filho de 9 anos? Deixaram no lugar alguém com muitas certezas...não acham?)

Já pediu pra deixar tudo com ele, até a educação do irmão...epaa peraí filho, ele será apenas seu irmão, deixa que destas coisas eu e o papai cuidamos ok?

Esta bem apegado a mim e ao irmão, fica peguntando se esta tudo bem, acarinha e beija a barriga, conversa, da beijo de bom dia, não me deixa carregar peso...esta sendo até aqui rsrsrs bem cuidadoso. Dizem que ele já esta demonstrando ciúmes...eu vejo ele sentindo do pai, quando o vê fazendo carinho na barriga, conversando e falando sobre o irmão, comigo o papo é...deixa que sei o que estou fazendo rsrs....

Então... estou acompanhando a evolução da gestação deste segundo filho dentro deles também, afinal ele vai nascer pra todos. O papai esta bem mais maduro, menos ansioso com tudo....até demais rsrsrs não arrumamos nada pra chegada dele, o papai disse tem quarto, tem peitos, tem fraldas...ué falta pouco...relaxa mulher, vai dar tudo certo.

No fundo sempre dá, a chegada deles sempre é uma grande festa não é mesmo!

Meu "problema" rsrsrs sou eu mesmo e a mãe que imaginei ser pra ele, pro Ítalo e para os dois.

Odeio injustiças e puxasaquismo, odeio mães que falam em ter mais afinidade com um do que com outro, este é o tipo de mãe que não quero ser....e vou lutar com  as armas que tenho...sabedoria, amor e compaixão.

São seres distintos cada um vai precisar de algo meu e vou dar a cada um algo especial e não a mesma coisa para os dois.

E sim vou ouvir e tentar mudar quando algum me disser...mas o outro tem isso de vc!!!!

Ahhhhh..... neste dia todos os meus sinais de alerta estarão a postos, pra mudar, pra reiventar e não não me importo que seja sempre, farei o que for preciso para que sejam irmãos e principalmente o melhor amigo um do outro, aquele que se pode confiar, contar e estarem sempre juntos...mesmo com suas distintas famílias, meu desejo que sejam um do outro.

Utopia?

Não sei, mas vou tentar. O Ítalo esperou e desejou muito este irmão ele que plantou esta semente nesta família e farei o possível pra isso tudo ser como ele sonhou e imaginou... vamos errar...mas podem ter certeza, vamos consertando, construindo esse relacionamento deles juntos...como sempre fizemos nos três, agora seremos quatro...até que enfim!




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Crianças teimosas e de temperamento forte

Olá mamães,

Desta vez vou abordar um tema muito comum e difícil de lidar:

Crianças teimosas e de temperamento forte


Algumas crianças no segundo e terceiro ano de vida têm variados comportamentos, que muitas vezes preocupam os pais.  A birra é um desses comportamentos que se manifesta através de uma descarga explosiva de tensão, manifestada por uma vermelhidão na face, aumento do ritmo respiratório e cardíaco associado a uma forte agitação corporal. Frequentemente gritam com toda força e podem deitar-se no chão. Algumas experimentam a sensação de morder, dar beliscões, arranhar, atirar objetos para o chão, entre outras ações.

Mas muitas vezes não é só birra e alguns pais se perguntam por que os seus filhos são tão teimosos, e o que eles podem fazer para controlar este comportamento. Pode-se mudar este tipo de conduta? Se considerarmos o que diz a ciência de que as crianças não nascem “cabeça dura”, e sim que esta conduta pode aparecer em algum momento ou fase da infância, na maioria dos casos, chegamos à conclusão de que este comportamento pode ser uma consequência da educação que as crianças recebem em casa, na escola, etc. Todas as crianças passam pela teimosia. Cabe aos pais não permitir que esta teimosia perdure por muito tempo e acabe sendo um hábito ou um costume.

Se você ensinar uma criança teimosa a fazer o que é correto, ela fará o que é correto com toda a determinação de que é capaz. Educar um filho de temperamento forte pode esgotar suas energias se você não tiver esmero e criatividade em sua formação.
Segue algumas dicas que poderão ajudar você a educar seus filhos de temperamento forte sem perder a alegria e a diversão desta nobre tarefa:

1. Nunca brigue para demonstrar quem manda em casa
O truque para educar uma criança temperamental com amor é jamais bater de frente com ela e nem mostrar-se exaltada e nervosa. Você terminara esgotada, e poderá fazer seu filho perder a força de vontade. Sua tarefa não é ensinar seu filho quem manda em casa, e sim ajuda-lo a canalizar seu temperamento na direção do bem, ao mesmo tempo em que reforça certas normas básicas do lar. Os pais devem exercitar a autoridade, mas com paciência, segurança, claridade e firmeza.

2. Escreva as regras da casa e siga-as à risca
Faça uma lista das normas básicas do lar, escrevendo-as de maneira clara. Você pode usar uma norma para cada ano de idade: para um filho de 4 anos, 4 regras serão suficientes, por exemplo. Coloque a lista em um lugar visível da casa (por exemplo, na geladeira) e leia-a com regularidade. Quando um filho quebrar uma regra, releia a norma para ele. Por exemplo, uma norma poderia ser “Seja grato, não invejoso”. Assim, cada vez que começam as reclamações de caprichos, vale a pena repetir: “Seja grato, não invejoso”. A criança é mais feliz quando sabe o que os pais esperam dela. E isso se diz com limites.

3. Nunca castigue com dor - use as consequências naturais e a reflexão pessoal
Com um filho de temperamento forte, sempre existe a tentação de impor disciplina pela força: ficar sem sair do quarto, não jogar, ficar sem sobremesa, dar palmadas, gritar, etc. Isso não funciona a longo prazo. A criança não precisa de castigos corporais, e sim de uma educação harmônica, para um desenvolvimento mental saudável.

Seja criativa, optando por medidas que exijam reflexão ou que permitam que seu filho possa compensar seu comportamento inapropriado. Por exemplo: se seu filho tratou alguém mal, poderia compensar isso fazendo um favor à pessoa prejudicada. Outra opção é fazer o filho escrever uma reflexão sobre a regra da casa que ele quebrou, sua importância etc.; isso o ajudará a refletir sobre seu comportamento.

Diante do “não” de uma criança, os pais devem buscar o diálogo com ela. A educação requer paciência e perseverança, até que se transforme em rotina.

4. Canalize os desejos egoístas
Os caprichos persistentes são fundamentalmente egoístas. A tarefa dos pais é reconduzir esta força de vontade na direção do bem. Ofereça ao seu filho oportunidades de liderança, mesmo que ele tenha pouca idade: ele pode cuidar do irmão mais novo por alguns minutos, por exemplo. Se já tiver idade escolar, você pode envolvê-lo em causas nobres: refúgio de animais, banco de alimentos, cuidado de idosos, etc. Quanto mais idade, maior deve ser o desafio, para que sirva de válvula de escape para o temperamento forte e incentivo para a vivência dos valores.

5. Acalme o temperamento forte do seu filho por meio da ternura
Com um filho de temperamento forte, é comum que o cansaço e a frustração façam esquecer da ternura, do carinho e do amor. Mas, sem o exemplo, os filhos não poderão aprender a ser amáveis e carinhosos por si mesmos. Dedique sempre alguma atividade ou momento do dia para o contato físico, para um abraço, uma conversa carinhosa. Boas oportunidades para isso podem ser: a hora de acordar, a volta do colégio, a hora de dormir.
Seus filhos são o maior e melhor investimento da sua vida. Dedicar seu tempo a amar e educar seus filhos lhe oferecerá abundantes doses de alegria.


Os pais devem saber o porquê da teimosia do filho. Algumas vezes, a teimosa vem por rebeldias ou negação de alguma situação que esteja vivendo a criança: divórcio dos pais, mudança de casa, ansiedade, etc.
Se a teimosia persiste, seria bom que os pais fizessem uma auto avaliação dos seus próprios comportamentos. Muitas vezes, as crianças imitam os defeitos dos pais. Procure uma Psicoterapia familiar para ajuda-los nesta questão, caso persista.

Um grande abraço da Psicóloga Cláudia Silva

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O futuro e a preocupação dos pais com os filhos


Uma das maiores preocupações de hoje, é, sem dúvida, o futuro de nossas crianças e  adolescentes.

Como prepará-los para que saibam e possam desenvolver-se bem em uma sociedade vindoura daqui a 10/20/30 anos. O quê se pode prever? Que mundo eles irão enfrentar? Se nem se quer imaginemos quais problemas e ofícios os mesmos enfrentarão?

No cumprimento de nossa missão, como mãe ou pai, ou professor (a), a nossa maior preocupação é no sentido de podermos educá-los, prevenindo-os e preparando-os, adequadamente, para a vida futura.  Mas qual educação é necessária para ensiná-los a conviver bem no futuro incerto ou vazio de sentido? “Que lhes prega a exaltação descontextualizada do "carpe diem" (“aproveita o dia”), escrita por Horácio nas suas "Odes", “para curta tudo o que puder, no menor tempo possível, pois só há um horizonte: a vida é breve e sem sentido, e nada mais nos resta a não ser o momento", segundo Mário Sérgio Cortella. E que, ainda, nos responsabiliza, como pais e mães, quase que, inconscientemente, por tudo – tanto pelo progresso quanto pela decadência de suas próprias vidas.

Assim, eu lhes pergunto, leitores - pai ou mãe, professor ou professora, que geração estão formando para o futuro? Futuro este que nos faz tantas interrogações e provocações, carregadas de um estigma de muita auto-cobrança e de uma falsa expectativa, aliada a(in) segurança e (in)certezas de quase nada, e de quase tudo, que vai nos irrigando e nos aliciando  a acreditar que tudo, hoje,  seja preciso e possível fazer para ajudar os nossos descendentes. Como se, em algum lugar, alguém tivesse a fórmula mágica do sucesso, da felicidade e da perfeição em todos os sentidos, e pudéssemos lá buscar para transformar a nossa vida e a vida deles. Deixando-nos, de certa forma, (im) potentes, sentindo-se na obrigação de fazer alguma coisa, sob pena de que fique tarde demais, e nos culpem de não termos feito, o quê realmente seria necessário.

Diante disso, caminhamos com um olho no presente e outro no futuro. Crentes na (im) precisa “ideia de que o quê se semeia no presente, no futuro será bem vivido e edificado”. Na realidade, nem sempre é! O futuro é um período além de nossa compreensão. Cheio de muitos contrastes / imprevistos /surpresas - boas e ruins. Principalmente, quando “a vida humana perde valor a cada dia; o mal vem se tornando banal”, como alertou Hanna Arendt (1999). E, segundo Raimundo Lima, Doutor em Educação, Professor do Departamento de Fundamentos da Educação (DFE-UEM), “tudo que era utopia e otimismo na Modernidade se liquefez ou se evaporou”. Por exemplo, os jovens da década de 1970 queriam transformar radicalmente o mundo. Os jovens de hoje “sonham pequeno”, escreve o psicanalista Contardo Calligaris. Francis Bacon (1561-1626) “imaginou um futuro [hoje] cuja tecnologia forneceria uma vida boa e feliz. Mas as pesquisas apontam um aumento significativo de pessoas que sofrem depressão no mundo”.

Deste modo, meio a tantos valores tradicionais, culturas e sonhos que estão diluindo, e desafios e escolhas que ninguém possa antever, muitos pais e mães ficam perguntando: Que mundo e ofícios nossos filhos estarão submetidos? As respostas vêm sempre com outras perguntas. Que mundo nós estamos deixando para eles? Como estamos preparando nossas crianças e jovens para viverem nele?   Esses dias, ouvindo o sermão do padre daqui da minha paróquia, falando sobre a necessidade de ajudarmos nossos irmãos menos favorecidos, de sermos mais solidários, menos ambiciosos, e de livrarmos desta cultura “de cada um para si e Deus para todos”, (não disse bem com essas e estas palavras, mas pude entender desta forma), ele nos confessou: que, embora, as pessoas sejam conscientes da importância de serem, a cada dia, mais humanas, melhores, o que se percebe, infelizmente, é que não há uma expectativa de mudança de comportamento permanente; porque, às vezes, até há boas atitudes de imediato, mas não há uma cultura / uma prática constante, ele finalizou.  Assim, pensei...desse modo, com tantos outros problemas, por exemplos: a questão do desmatamento e da poluição, da corrupção, da violência contra as mulheres e outros, do combate às drogas lícitas e ilícitas e da falta de ética em quase todas as áreas, etc.

É uma dura realidade...que exige não só de nós, mas de legisladores, protetores e representantes da sociedade uma retidão de comportamento permanente, ou seja, uma prática constante e não apenas uma preocupação. E é importante começarmos pela educação e orientação dada às nossas crianças e adolescentes, tendo como norte, além dos valores cristãos, os bons exemplos dos pais e da família, os estímulos oferecidos tanto pela família quanto pela escola, os bons hábitos / as boas maneiras, que, ainda, constituem o alicerce sobre o qual a nossa vida pode (e deve) ser firmada - tanto no lar quanto no trabalho e na sociedade; para que amanhã seus alvos e seus propósitos sejam melhores conduzidos e essa tradição do “não é comigo, não tenho nada a ver com isso” seja quebrada. O que é vivido na infância ficará gravado e poderá influenciar positivamente nas suas vidas e na sociedade.

Seria importante também que os pais, mães e mestres incutissem em seus filhos e alunos o desejo de vencer, de se entregarem aos estudos, ao trabalho, ao bem estar da família e também das outras pessoas próximas ou não. Com força de vontade. Com entusiasmo pela vida. Sem se desalentarem. Sem se entregarem às preocupações excessivas. Sem se deixarem sucumbir pelos obstáculos. Nunca deixando que o desânimo se aposse de suas vidas. Procurando vencer os obstáculos com coragem e destemor. Conscientes de que tudo na vida tem um preço, tem um custo.  Ninguém é bom ou tem sucesso nisso ou naquilo porque tem sorte, jeito ou talento. Tudo exige sacrifício. É resultado de muito esforço, muito estudo, muita preparação, muito trabalho, durante horas e horas ou anos e anos de investimento.

E, segundo Raimundo Lima, “os pais têm papel fundamental nesse processo de elaboração do melhor futuro, primeiro, respeitando e escutando os sonhos de seus filhos. Depois, acompanhando-os no seu trabalho de realização. No fundo, (ele destacou), sonhar é tão importante como realizar”. E, nos adverte de que é preciso parar de comparar crianças ou adolescentes em bons e fracos. Segundo ele, citando Joel Baker em The Power of Vision, “uma pesquisa constatou ser mais importante uma boa perspectiva de futuro do que a própria inteligência ou a pertença a uma família bem estruturada”. Geralmente, podemos observar que quem tem um sonho / um objetivo / um projeto de vida a vencer tem mais força de vontade, não se entrega aos pequenos ou grandes obstáculos, nunca deixa que o desânimo tome conta do seu ser...Luta com coragem pelo que quer. Diferente de quem não sonha / de quem não faz ideia do seu futuro, deixando por conta do destino.

E dentre tantas alternativas importantes da vida, tantos sonhos, estão as profissões. Que, segundo Roberto Macedo, ex-professor da USP, “o correto é estar preparado para enfrentá-las, independentemente de suas características” - “no mundo do trabalho navegamos, como um surfista, com a nossa competência como tal, mais a prancha, diploma ou profissão que escolhemos. Não temos, contudo, controle sobre as ondas de oportunidades que surgirão, nem mesmo se elas virão na praia profissional escolhida. Especular sobre as profissões do futuro é como teorizar sobre as ondas que virão”.

Assim, é a nossa vida também. Teorizar sobre a mesma, no futuro, é igual “dar tiro no escuro”, como as pessoas dizem aqui no interior. Ninguém sabe o quê está por vir. O Futuro só a Deus pertence. Mas a ordem das coisas é seguir...de passos largos ou não...do jeito que cada um pode, mas sem nunca perder a esperança, nunca perder a fé em Deus e nunca desistir do que sonha. Sonhando e trabalhando, nossas crianças e jovens poderão alcançar até o quê lhes parece impossível.

Essas foram as reflexões da professora Nilva
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Festinha infantil, e agora?


Karina Colunista Blog Mãe de moleque
A decisão de participar das festinhas infantis é muito delicada, às vezes é um estresse tão grande estar em um lugar cheio de comidas proibidas para uma criança alérgica que prefiro não ir, principalmente se não tenho intimidade com a mãe da criança e com os convidados.
Nós mamães, sabemos como é difícil dizer aos nossos pequenos que eles não podem comer o que as outras crianças comem, e no caso do Dante, que ele não poderia brincar com as crianças se elas estivessem lambuzadas de maionese ou chocolate, porque ele reage a traços inclusive de contato.
Confesso que muitas vezes fiquei chateada quando ouvi comentários dizendo que isso era frescura ou que eu era exagerada, que ele precisava criar imunidade...
Mas como não podemos colocar nossos filhos em uma redoma, vamos lá socializar, dentro da medida do possível!
Quando recebemos um convite de algum amiguinho novo, uns dias antes da festa entro em contato com a mãe do aniversariante, explico que o Dante é alérgico e pergunto o cardápio e se ela se importa que eu leve a alimentação dele. No início foi mais difícil, inclusive pra mim, que tinha que explicar que só um pouquinho também fazia mal e que só dele ter contato com determinados alimentos já reagia e poderia ter edema de glote, mas no geral as mães aceitam numa boa a idéia da lancheira e muitas até se compadecem e oferecem pra fazer os quitutes.

No dia da festa, antes de sair de casa, preparo a lancheira junto com eles, mostro o que estou levando, explico que já falei com a mãe da criança e que terão as mesmas coisas na festa, mas que eles devem sempre me procurar antes de comer ou aceitar qualquer comida.
Dante -Arquivo pessoal Karina

Quando chegamos à festa, procuro imediatamente a mãe do aniversariante e pergunto sobre o serviço, como serão servidos os lanches, os salgados, a hora do parabéns e geralmente combino com ela de não servir o Dante. Caso seja um Buffet, peço a dona da festa que me apresente à pessoa responsável pelo serviço, mostro o Dante explico toda a situação e peço que ele não seja servido, em hipótese alguma durante a festa. 

Ahhh uma coisa muito importante! Se os meus filhos são convidados para a festa, eu fico na festa, mesmo que seja uma festa só pra crianças, deixo bem claro pra mãe lá naquele primeiro contato, que pra segurança dos meus filhos e pra tranqüilidade dela, eu ficarei na festa.

Logo que descobrimos a alergia, principalmente do Dante, ganhei um livro de uma amiga muito querida, chamado “Viva sem Alergia” – Alice Sherwood –Publifolha, este livro tem mais de 100 receitas com substituições para leite, ovos e glutem, além de um pequeno manual de etiqueta para alérgicos e mães de alérgicos que me ajudou muito.
Receita:
Pão de queijo sem queijo ( Pão de mandioquinha)
Ingredientes:
200g de polvilho azedo
Pão de queijo sem queijo
300g de polvillho doce
150ml de azeite de oliva
500g de mandioquinha (cozida e espremida)
1/3 de xícara de água
1 colher (chá) de sal
1 colher (sopa) de orégano, alecrim, manjericão ou açafrão da terra (para ficar mais amarelinho)
Modo de preparo
Misture o polvilho doce, o azedo, sal, ervas e óleo em uma tigela grande. Acrescente o purê de mandioquinha e, aos poucos, vá adicionando a água. Misture a massa até ficar homogênea. Faça os pães do tamanho e formato que desejar. Preaqueça o forno (10 minutos) a 180ºC. Sem untar a forma, coloque os pães em uma assadeira e deixe no forno por 20 a 25 minutos, dependendo do forno. Se necessário, após estes 20 minutos, aumente um pouco o forno (por volta dos 205 C) para dourar um pouco, por cerca de 15 minutos.

Beijos

Karina
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Autista...faz de conta


Oi gente!

Cada vez que ela escreve, descubro que nada sei sobre autismo. Estou acompanhando com vcs a história de superação e alegria desta família que eu amo e admiro.
Autista também faz de conta!
Dalila, colunista do blog Mãe de moleque


No meio da minha sala passa um cabo de aço de um lado a outro, na altura do forro, mas sobra um espaço superior para passar lençóis e fazer uma cabana. Em baixo eu ponho colchonetes e, por causa da altura, dá até pra colocar umas cadeiras. Lá é a casinha, o castelo, a escola; é o abrigo e o ninho de todas as brincadeiras. Mas faz tempo que não monto essa cabaninha.

Meu quintal não é muito grande, mas esse final de semana virou praia. As toalhas de banho que secavam no varal foram abertas no chão (uma ao lado da outra) e meus pequeninos estavam deitados sobre as toalhas, com as mãos sob a cabeça, as pernas cruzadas e meus óculos de sol no rosto; o hidratante estava jogado no chão, com a tampa aberta, fingindo ser protetor solar.




A casa foi invadida pelo mundo de Walt Disney e Mickey e Minnie não são namorados, mas irmãos! Agora os ratinhos mais amados do planeta vivem aqui na minha casa, comem comigo na mesa e dormem comigo na minha cama. Qualquer amiguinho(a) que chegar para brincar vira personagem também! Tem até rabinho...


Por aqui tem sido assim: uma fantasia atrás da outra!

São ratos, palhaços, heróis e princesas. Cada hora é uma história, cada história é cheia de personagens e esses personagens são vividos pelos 2! Sim! Pedro também vive o personagem! Ele realmente vive o personagem, se comporta como tal e separa quem é o personagem de quem é Pedro.


Mesmo com toda correria que está minha vida, entre trabalho, bolos, casa filhos, é sempre muito prazeroso compartilhar de momentos assim com meus pequenos! O autismo faz parte de nossa família e isso não é um problema para nós. Ao contrário, penso que se não houvesse autismo talvez não prestássemos tanta atenção ao desenvolvimento dos nossos pequenos e esse proximidade (imposta pela condição autista) tem feito muito bem a todos nós.

Nada é em vão; se não é bênção, é lição! 

Então é importante e faz bem a gente parar um pouquinho diante do que julgamos ser um problema, guardar o sentimento no nosso coração, e depois olhar com olhos diferentes, usar novos pontos de vista. Só o tempo nos diz o porque e nos mostra que tudo o que nos acontece tem uma razão de ser.

Seja grato, sempre! 



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Sexualidade na infância






Dra. Claudia, colunista blog Mãe de moleque
Olá mamães, hoje vou falar de um tema solicitado por muitas leitoras do blog, que pode ser delicado para algumas de vocês e para outras nem tanto, isso depende muito de como foi abordado na sua infância.











A reação da grande maioria dos pais depois que seu filho faz perguntas do tipo "Como eu nasci?" ou "Como o meu irmãozinho foi parar dentro da sua barriga?" e mesmo quando flagramos a criança brincando com os seus órgãos genitais é de surpresa e, em alguns casos, de constrangimento.

Os valores culturais e morais, por mais diferentes e abertos do que anos atrás, a infância ainda nos remete à pureza e inocência. Crianças são puras e inocentes no sentido de que quando brincam de médico ou tocam suas partes íntimas não tem ideia de libido e sexo como os adultos, apenas estão se descobrindo e sentindo prazer no que fazem.

As crianças não se excitam. A experiência é exclusivamente sensorial. O problema está no olhar do adulto para a sexualidade infantil. O adulto que erotiza, dando um sentido distorcido, proibido e, por vezes, sujo. Essa não é a melhor maneira de lidar com a sexualidade infantil.

Caso os pais vejam a criança acariciando seu órgão genital na frente de outras pessoas, ao invés de dar bronca, diga para seu filho que isso é um ato íntimo e não pode ser feito na frente de outras pessoas ou simplesmente chame-o para brincar de outra coisa.

Se for brincadeira com outro coleguinha da mesma idade, deixe passar e converse sobre o assunto depois ou peça para que eles parem a brincadeira, pois o papai ou a mamãe precisam de ajuda, sem soar como recriminação. Brincadeiras com crianças da mesma idade não há perigo, o problema haverá quando uma criança for muito mais velha que a outra, dando outro sentido à brincadeira.

 



Agora, diante de perguntas que peguem os pais de "calças curtas", o ideal é responder até onde a curiosidade da criança alcança. Informações de menos levam a criança satisfazer a curiosidade em lugares muitas vezes inadequados. Informações demais, como uma aula completa sobre como o irmãozinho foi parar dentro da barriga da mamãe podem fazer confusão na cabecinha da criança. Já as mentiras contadas pelos pais farão com que as crianças não confiem mais na relação e a conversa sobre sexualidade seja um canal fechado, tendo como consequência mais tarde uma gravidez indesejada ou mesmo vergonha de falar sobre um abuso sexual.

Abuso sexual é outro motivo para que se fale sobre sexualidade para os pequeninos desde cedo. Já se pode explicar para crianças a partir de três anos sobre as partes do corpo e que adultos não podem acariciar certas partes.

Tudo o que é passado para as crianças com transparência e naturalidade, sem preconceitos e mentiras, é desenvolvido da melhor maneira sem traumas ou consequências. Não precisa contar toda a verdade para a criança, mas tudo o que você contar tem que ser verdade.

Brincar é fundamental

Através da brincadeira, ela treina ações futuras, aprende novos papéis, ensaia como deve ser o comportamento esperado do seu sexo, elaborando as informações que foram transmitidas para ela. E assim, vai se desenvolvendo e atravessando diversas etapas no processo de identificação sexual: no início, imita as pessoas que têm para ela grande valor afetivo. Depois, ao descobrir que é homem ou mulher, trata de repetir os comportamentos da pessoa do mesmo sexo.

Compreendendo as relações entre casais

O prazer do vínculo afetivo e das interações sociais se dá em paralelo com a percepção das relações amorosas entre casais. Para compreender essa realidade do mundo, a criança se utiliza de recursos próprios da fase que vive: o faz de conta e a imitação. Através do desenho a criança demonstra o interesse sobre os relacionamentos, como por exemplo, um passeio de mãos dadas com um colega - ou seja, uma situação típica de namoro, relatada no desenho ou até numa brincadeira de criança.

Tratar com naturalidade

Se para os adultos, a sexualidade já é um tema difícil, imagine para as crianças. Por isso, vá com calma ao lidar com o assunto. Mesmo porque a curiosidade é sinal de inteligência. Os pais não devem se desesperar porque sua filha ou seu filho estão se tocando. Mas também não precisam ficar passivos. Devem orientar os filhos de forma tranquila e de maneira que fique confortável para todos.



Limites sem trauma

Bater na mão da criança e dizer que é feio quando flagramos os pequeninos se tocando, está longe de ser a melhor conduta. Pode deixar traumas desnecessários. A criança se assusta e intuitivamente repele de sua vida a busca por esse tipo de sensação. Além disso, o assunto vira algo proibido e dá margem para tabus e preconceitos no futuro. Levar a criança para o banheiro para fazer xixi ou cocô ainda é a melhor maneira de mostrar que lá é o lugar de mexer nas partes íntimas e também de desviar o foco de atenção. Quando volta do banheiro, ela se esquece de se tocar. Agora, se o pequeno insiste em se tocar na frente de todos, mesmo que não saiba exatamente o que está fazendo, ele precisa saber que o papai e a mamãe vão ficar tristes se continuar, de preferência com uma conversa mais séria, que faça a criança também pensar, e não simplesmente obedecer.

Se esses atos forem excessivos, pode ter ocorrido alguma alteração emocional. Procure um psicólogo para melhor avaliação e orientação, tanto para a criança quanto família.

Um abraço da Psicóloga Cláudia Silva


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Parque da Mônica faz 1 ano

Oi Gente,


Dia 28 agora fomos passar o niver do moleque de 9 anos no Parque da Mônica, veio um filminho na minha cabeça de 7 anos atrás quando comemoramos seu aniversário no antigo parque, ele estava tão feliz, tinha tantas pessoas queridas e todos curtiram um monte o Parque.


Agora estão lá no shopping SP Market, logo que chegamos já ficamos encantados, a qualidade de atendimento no parque, os brinquedos tudo bem cuidado e com o mesmo carinho que sentimos 7 anos atrás.

E o primeiro parque que o bbrizzo2 foi, na barriga né rsrsrs mas já se divertiu =)

O parque estava cheio mesmo assim, estava extremamente limpo, mesmo a área de alimentação, sempre tinha funcionários arrumando tudo, realmente impecável.

Tem área família para os cuidados com os bebês, cadeirões de alimentação, carrinhos de passeio, tudo disponível e de fácil acesso.

A área de aniversário bem montada, local fechado para seus convidados que depois podem continuar no parque, verifique os valores na administração do parque.

Muitos brinquedos para crianças menores e grandinhas também, aliás vi uma turma lá de 12, 13 anos curtindo bastante, inclusive uns e outros rsrs de 42 e 50 anos rsrss...eu vi viu =)



Tem um show super gracinha com toda a turma para comemorar este primeiro ano de Parque a mamãe ficou sentadinha vendo, foi bem emocionante.

Um excelente passeio em família e recomendamos!!!

Ps. Achei muito legal a inciativa do shopping no estacionamento tem fotos de pessoas desaparecidas, um shopping plano e de fácil acesso inclusive para deficientes físicos.


Serviço:
Parque da Mônica
Av. das nações unidas, 22.540
Pertinho da estação de trem Jurubatuba 
Horário: Verifique sempre o site









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Manual de sobrevivência materna...ter opinião diferente da sua nem sempre é julgamento.


Oi mamães,



Antes que me critiquem rsrsrs impressionante como mães de internet usam este artificio com tanta sabedoria #sqn



Incrível como o mundo materno anda solitário, somos capazes de nos expor em grupos maternos gigantes, em páginas maternas influenciadoras, mas não somos capazes de aceitar a opinião de alguém próximo sobre nossa maternagem.



A maioria de mães participam de grupos no face e até no whats, confesso que nunca tive bons momentos em grupos assim até sendo moderadora, vejo que as pessoas se escondem em perfis para dizer o que vem na caixola.



Quando uma mãe pede ajuda, a maioria se compadece tem as exceções claro, pessoas que fazem de tudo um ringue, não sabem expor sua ideia nem tão pouco ajudar.



Mas agora estamos numa fase bem pior, qualquer lugar em que uma mãe expõe algo que aconteceu na sua rotina, ou alguém expõem a rotina de uma mãe que por exemplo...começa uma postagem assim... fiz algo errado com meu filho..., mas por favor não me julguem (leiam na entrelinha, quero apenas comentários de mães que pensam como eu, pois quem pensa contrário me julga e não estou preparada para isso)



Agora vivemos numa sociedade onde uma opinião contrária ou divergente da maioria é julgamento, perdemos a capacidade de aprender com o erro dos outros e com os nossos, onde isso ocorre infelizmente não há crescimento.



Uma influenciadora materna digital que não dá opinião sobre nada, não fala sobre como faz, nem sempre é a mais sabia. Ouso a dizer que na maioria é aquela que fica em cima do muro, tem medo que o patrocinador não pense igual, tem medo de perder seguidores que pensem o contrário, tem medo de perder números...ela não te trata como um ser individual, vc é apenas o curtidor 1320230498...fuja delas, elas não vão de fazer crescer como pessoa, nem como mãe.



E bom não tem pensamentos iguais, isso nos faz crescer e se o que a pessoa te disser não te acrescenta não absorva...simples assim, isso para mim se chama maturidade!





Agora grávida, me incomoda pessoas contando coisas tristes e dramáticas sobre a gravidez, eu ouço e não absorvo, mas fico fula da vida, mas não xingo, não distrato, faço cara de paisagem e sigo.



Agora tem um ser perigoso materno surgindo, são as mães de internet, pessoas que se escondem atrás de perfis, para xingar...queria ver falar cara a cara o que falam na rede, queria mesmo. Estas são as piores nunca de ouvidos ao que escrevem são seres acéfalas, desprovidas de quaisquer entendimentos do que é viver em sociedade, estão nos lugares para semear discórdia apenas isso, se rebater o que dizem ficam piores e piores.



Elas são ao contrário de quem consegue expor uma opinião divergente da sua, pessoas que conseguem expor sem recriminar, que consegue contrapor, argumentar, estas te fazem crescer...estas eu quero perto de mim.



Gosto de conversar sobre vários temas, tenho opinião formada sobre quase tudo como já dizia Raul Seixas rsrsrs, sou de uma época diferente, onde ter opinião era bom, os amigos reais eram em maior quantidade que os virtuais e podíamos não ter a mesma opinião, mas nos respeitávamos e continuávamos amigos.



Um filósofo chamado Voltaire escreveu certa vez "posso não concordar com o que dizeis, mas defenderei até os últimos momentos o direito de dize-las".



Quando respeitamos opiniões diferentes das nossas aprendemos a respeitar o espaço do outro, entendam temos o direito de não concordar, mas não temos direito de desrespeitar ninguém por isso.



Conversas sobre temas polêmicos devem sempre existir, isso nos faz conhecer melhor sobre tudo e principalmente formar nossa própria opinião.



Não seja uma maria vai com as outras como dizia a minha mãe, se informe, tenha opinião própria e saiba argumentar e contra argumentar e pode se surpreender de assim proceder quanto vais aprender (estou cheia de prosa e verso rsrsrs )



Beijos de luz



Elaine- Mãe de moleque



Ps. Mães com opiniões diferentes das minhas são muito bem-vindas aqui, obrigada por existirem e me fazerem crescer como pessoa e mãe...gratidão!




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Você já teve a curiosidade de ler a lista de ingredientes dos produtos que você compra no supermercado?


Oi pessoal

Hoje a Karina veio falar sobre a rotina de mães de alérgicos em saber tudo que esta no rótulo e o quanto isso é importante e depois da campanha Põe no rótulo, isso mudou um pouco pra melhor, mas tem que melhora bastante.
Vem ler!
Karina colunista blog Mãe de moleque


Põe no rótulo!

Você já teve a curiosidade de ler a lista de ingredientes dos produtos que você compra no supermercado? Tarefa nada fácil quando você é leigo, não é?

Depois do diagnóstico de alergia alimentar, tive que aprender a ler rótulos na marra. Nem imaginava que tinha leite, por exemplo, em shampoo, sabonete, salame, ( pasmem!) atum em lata, balões de festa... Fora o que descobri sobre sódio, carboidrato, gordura...

E os tais TRAÇOS? Restos de ingredientes que ficam no maquinário! A indústria alimentícia compartilha equipamento entre suas linhas de produtos, então um macarrão que, teoricamente não tem leite em sua lista de ingredientes, é feito no mesmo maquinário daquele pão de forma.  Aí vem a pergunta: Eles não higienizam o maquinário? Não! De acordo com as autoridades da indústria alimentícia, o custo de parada de produção e limpeza inviabilizaria a produção... E isto não é só no Brasil, no mundo todo funciona da mesma maneira. Com raríssimas exceções, as indústrias possuem três ou quatro linhas de produção para uma lista com mais de quinze produtos.


O pior é quando você pega um rótulo que está tudo em termos científicos, ou que não contém informação sobre traços. E agora? Como saber se posso ou não dar ao meu filho? Recorri inúmeras vezes ao SAC do fabricante, pelo telefone ou por e-mail. As redes sociais foram as minhas maiores aliadas, nos grupos de mães de alérgicos existem listagens de retornos de SAC com informações sobre traços, principalmente de leite, que é a alergia alimentar mais comum entre as crianças atualmente.

 Ir ao supermercado virou uma saga! As primeiras vezes demoraram quase o triplo do tempo habitual, pois não sabia mais o que poderia ou não comprar, muitas substituições foram necessárias devido às múltiplas alergias.  A saída foi turbinar a lista de compras, colocando opções de marcas e sabores, passei a comprar mais “matéria prima” do que preparações prontas e passei de “visitante” da cozinha à “dona” do fogão. Nunca imaginei que seria capaz de fazer pães, molhos, caldos, vários tipos de bolos, salgadinhos de festa e tudo gostoso! 

Durante os anos de 2014-2015, houve uma campanha intensa nas redes sociais, promovida por um grupo de mães para que a indústria brasileira colocasse os ingredientes de forma clara no rótulo dos seus produtos, inclusive com alertas aos alérgicos. A campanha “PÕE NO RÓTULO” foi um sucesso e chamou a atenção no Brasil inteiro. A câmara dos deputados  federais sancionou uma lei que obriga a indústria a colocar todos os ingredientes no rótulo e ainda o alerta ao alérgicos. Esta lei entrou em vigor em Junho de 2016.

Pra finalizar, uma receitinha J

Bolo de chocolate sem ovos do Dante

Ingredientes

2 xícaras de farinha

1 colher de sobremesa de fermento

( pode substituir o fermento por 1 colher de chá de bicarbonato de sódio e 1 colher de sopa de vinagre branco)

½ colher de café de sal

3 colheres de sopa de cacau em pó

1 xícara de açúcar

3 colheres de sopa de óleo de girassol

 ( pode usar óleo de soja, margarina ou óleo de côco)

1 xícara de água ou leite( pode usar leite de soja ou de côco)

Modo de fazer

Bata o açúcar com o óleo até ficar homogêneo, então acrescente os ingredientes secos peneirados alternando com a água ou leite.

Despeje em forma média untada .

Leve ao forno médio pré aquecido por 30 minutos.

Como não leva ovo, não é necessário utilizar batedeira.
bolo de chocolate sem ovos do Dante









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