Mega Bloks Tartarugas Ninjas

Oi gente !

A semana retrasada fomos convidados para ver os novos produtos da Mattel.




Com a estreia do filme “As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”, que chega aos cinemas no dia 16 de junho, Mega Bloks entra no clima de ação e das grandes batalhas e lança três linhas de produtos para diferentes idades se divertirem.

O mlk gostou bastante ficou entretido lá duas horas montando





O mlk ganhou no evento o Mega Bloks Tartarugas Ninja Animation Treino Rua- Michelangelo Mattel.

Ganhamos ingressos também pra assistir o novo filme "As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”, que chega aos cinemas no dia 16 de junho :)


Se ele gostou?
Sim ou com certeza 🐢🐢🐢🐢

Beijos
Elaine
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Como ensinar inteligência emocional para as crianças


Olá pessoal!

Hoje a dra. Claudia, trouxe um tema bem atual. Vocês sabem que como pais podemos ensinar nossos filhos a terem inteligência emocional?

Vem ler, que a Dra. dá dicas valiosas de como conseguir ajudar seu filho a chegar lá!
Dra. Claudia colunista do blog Mãe de moleque




É importante que os pais ensinem seus filhos, a se controlarem perante algumas situações e a se coloquem no lugar do próximo.

A educação emocional faz parte da formação da criança. Não tem nada a ver com estudar mais. Tem a ver com aprender a lidar com as dificuldades que ele vai encontrar durante toda a vida e também a reconhecer diferentes emoções e sentimentos e conseguir administrar tudo isso. Parece simples, mas não é uma tarefa fácil, apesar de algumas pessoas terem essa habilidade desde pequenas, a maioria das pessoas, precisam aprender ao longo da vida como lidar com todas as emoções diárias e associar tudo o que sabe para lidar com frustrações e perdas.

O desenvolvimento da inteligência emocional ajuda a criança a ser menos agressiva, mais sociável, permite que ela tenha uma vida mais tranquila.
Imagem retirada da internet







Como você pode ajudar seu filho a desenvolver a inteligência emocional em algumas situações:

·         Frustrações: Uma boa dose delas dá ao seu filho algo importante: choque de realidade. Não ganhar um brinquedo ou perder um jogo, pode fazê-lo sofrer, mas são ótimos ensaios para as situações que precisará enfrentar mais para frente, quando se deparar com um “não”. Saiba que ele vai se decepcionar e chorar. Mas também vai aprender. Além de dar a negativa, você precisa fazer com que ele entenda o porquê. Assim, vai adquirir uma consciência crítica e a proibição se traduzirá em aprendizado. E se vier a birra, ofereça apoio e afeto. Verbalize que ele está chorando porque sente raiva ou está decepcionado, mas que tem de lidar com isso.



·         Vínculos afetivos: Estar ao lado, acompanhar (e não apenas cobrar), achar o equilíbrio entre intenso e sereno. Mesmo ao mais ocupado dos pais, não pode faltar o momento de conversar, orientar, pegar na mão, olhar nos olhos e entender as angústias. Isso vai contribuir para que o seu filho se sinta seguro e saiba que pode contar com você.



·         AutoestimaDizer, o tempo todo, que a criança é a mais linda do mundo não vale muito. O elogio é válido desde que seja pertinente. Em vez de elogiar a capacidade, parabenize o esforço. Aí sim, a criança será motivada a sempre superar a si mesma.



·         Resiliência: Está relacionada à capacidade de lidar com problemas e superar obstáculos. O exercício dessa habilidade depende da interação com o outro, ao fazer com que a criança entenda que nem sempre tudo vai acontecer como deseja. Às vezes, é preciso esperar, outras, é necessário ceder ou recuar.





·         Empatia: Toda angústia ou receio que incomoda seu filho e ele não sabe expressar pode ser manifestado de forma espontânea no ato de brincar. É pela diversão, principalmente coletiva, que se desenvolve o senso de competência, de pertencimento, o controle da agressividade e o bem-estar. Quando uma criança brinca de casinha e se põe no lugar da mãe, tem a chance de refletir sobre as ações e características do imitado. Ao interagir com outras crianças, aprende a respeitar a opinião do outro, descobre que existem regras e que nem sempre tudo será do jeito dela.

Dicas importantes

Ø  Perceba as emoções do seu filho e as suas próprias;

Ø  Reconheça a emoção dele como uma oportunidade de intimidade e orientação;

Ø  Ouça-o, se colocando no lugar dele e entenda seus sentimentos;

Ø  Ajude ele a verbalizar as emoções;

Ø  Imponha limites e ajude ele a encontrar soluções para seus problemas.

A inteligência emocional da criança pode ser moldada na interação familiar, manter a calma, mostrar que podemos ficar irritados, mas que podemos agir de forma a não causar arrependimentos futuros.

Espero que tenha ajudado e caso tenham dúvidas, estarei à disposição.

Um forte abraço da Psicóloga Cláudia Silva


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Ilhabela...a ilha dos namorados, mas tenho filho...como faremos?

Oi

Faz um tempinho que não passo dicas de viagem com a molecada.

Mês passado eu e o marido comemoramos 13 anos de casados, alguns casais preferem comemorar e sair sozinhos, aqui preferimos a companhia do moleque...sempre, pra nós ele é parte do relacionamento, simples assim!

Então resolvemos voltar depois de 10 anos a nossa Ilha rsrs a Ilhabela, lugar onde namoramos muito, mas que o moleque não conhecia.

Há 10 anos atrás marcar pousada ou hotel lá com criança não era uma coisa muito incentivada por eles (os hotéis) rsrsr, por ser um local frequentado por casais que não queriam ser "incomodados".

Ele nunca tinha andado de balsa e amou, chegamos com garoa e frio na sexta, mas no sábado ficou nublado e domingo fez um sol de rachar =)

O Hotel Porto Pacuiba como os outros esta se adaptando as famílias frequentadoras, lugar aconchegante bom pra namorar.

O quarto estreito bem simples, bem praiano...também não é resort né, tinha piscinas aquecidas ao ar livre e ofuros, local de massagem, sauna, um bom restaurante mas sem pratos kids, o café da manhã show, comida farta e coisas deliciosas incluso no valor das diárias =)

Uma sala de TV  com um XBOX (salvação, segundo o mlk), drinks gostosos, funcionários educados e sorridentes e uma cozinha para mães de bebês.


Teve sossego...


   
    Teve praia


Aliás o que mais tinha lá era casal com bbs e famílias.

O mar lá tem a tonalidade meio turquesa e lindo, tem cachoeiras, tem trilhas mas não deu tempo de ir em td em um final de semana.
Foto by Rizzo´s photograph

Teve carinho





Teve namoro
arquivo pessoal Mãe de moleque



Brinde de bodas de linho

Teve beijo esmagado

Teve carinho

Teve competição

relaxaram no ofuro

Então foi assim...as fotos de nós dois, sempre foi o moleque que tirou, sim trocamos beijos e muito carinho e brincadeiras com ele por perto...

E ele?

Ele diz que ama muito nos ver assim<3

Ps. Quando estávamos fazendo o check out perguntei de podia ser um pouco mais tarde pois teríamos que ser na hora do almoço, a administradora falou que podíamos ficar até as 16, gostamos bastante e aproveitamos mais.

Ela também disse que vão fazer uma brinquedoteca este ano, ou seja, viva os novos tempos em família na linda Ilhabela.



Beijos, até a próxima viagem


Serviço
Hotel Porto Pacuíba
Av. Leonardo Reale, 2392 - Ilhabela - SP
telefones (12) 3896-2466


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Vitaminas para a alma

Oi pessoas!

Ai ai nem preciso dizer o quanto amo qdo ela escreve pra nós pra da notícias do Pedrinho...e desta vez então me deixou ainda mais feliz com tanto progresso...fruto desta mãe incansável e amorosa.


Oooooooooooooooiii!!!


Demoro, mas sempre apareço!

E hoje venho cheia de alegria contar pra vocês o quanto Pedrinho tem evoluído e se tornado um desenhista!


Sempre que chega da escola eu abro logo a mochila: leio a agenda, separo o material para fazer a tarefa, tiro os apetrechos do lanche... Mas ultimamente tenho me deparado com uma alegre situação: sempre tem uma folha de papel com desenhos, e são desenhos lógicos que dá pra identificar tudinho. Tem Charlie Brown, Bob Esponja, Patrick Estrela e até Branca de Neve e os sete anões!


Desde meados de maio que decidimos fazer um complemento na alimentação dele e estamos administrando Vitamina D (que na verdade é um hormônio e é super importante para qualquer pessoa) e melatonina (que também é produzida pelo nosso corpo, mas que apresenta um déficit no cérebro de autistas); a partir de então temos testemunhado significativa melhora na função cognitiva, além de apresentar resposta relativamente mais rápida quando orientado a realizar determinada tarefa e estar consideravelmente mais "calmo".



De tempos em tempos ele apresenta uma certa agitação, fica irritado, impaciente e não consegue ficar sentado, fica correndo pela casa e pulando no sofá. Na escola é da mesma forma, a professora sempre relata. Dormir, então, uma luta à parte! Acordando várias vezes durante a noite e a mamãe aqui levantando um caco ambulante.


Confesso que eu sempre resisti MUITO ao uso de medicamentos. Até quando sinto dor de cabeça dou preferência a métodos alternativos, como um banho, um chá e um cochilo. Mas diante do que estava presenciando eu me vi obrigada a buscar medidas alternativas para o moleque também. Fui procurar informações sobre a melatonina (que eu já tinha recebido orientação médica para usar) e tive a grata surpresa de saber que a melatonina é produzida pelo nosso corpo, quando dormimos no escuro completo; no caso dos autistas essa produção fica comprometida e essa deficiência prejudica não apenas o sono mas compromete o humor e a concentração no dia seguinte. Só que aqui no Brasil ainda não é permitida a comercialização da melatonina, mesmo com o comprovado benefício para diversos problemas de saúde. Nós, pobres mortais brasileiros, pais de autistas e portadores de diversos problemas facilmente resolvíveis, recorremos à compra em sites internacionais.


Já a vitamina D, que na verdade é um hormônio, é facilmente encontrada em farmácias. Nós tivemos uma conversa com o farmacêutico e usamos por aqui uma fórmula manipulada. Li (na Superinteressante, mas não me lembro qual a edição) um paralelo interessante para entender a ação desse hormônio: Imagine que nosso cérebro é um prédio bem grande, com milhares de salas comerciais; cada salinha é uma função cerebral (são milhares!!!); a vitamina D, quando ativada, consegue abrir todas essas salinhas! Além de ingerir a vitamina D3 é necessário tomar sol por 5 a 10 minutos sem protetor solar. Pessoas de pele negra precisam de um tempo maior de exposição. 


Não é simples?


Não preciso dizer que isso não curou meu filho, porque não estamos buscando a cura. O que tentamos fazer é oferecer a ele é qualidade de vida para que tenha autonomia e autoconfiança para levar uma vida normal, mesmo com suas particularidades e limitações.


Usar suplementos vitamínicos não muda sua condição e nós estamos cientes da necessidade das terapias, de acompanhamento e de todo carinho e cuidado... mas tomamos essas medidas para que ele possa se desenvolver de maneira mais livre e prazerosa.


E a mamãe aqui fica boba, acompanhando os passos cada vez mais firmes do nosso moleque.

Não são medicamentos, são substâncias produzidas pelo próprio corpo mas que fazem bem para a alma!

<3
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Criança pequena prefere um trabalho a um brinquedo


Oi pessoal,

Nossa colunista vem hj com um papo bem legal e que sinto bastante por aqui, brincar de fazer o que gente grande faz.
Aqui chamamos de vida pratica...
prof.ª Nilva- Colunista Blog Mãe de moleque







Mesmo diante de tantas possibilidades de escolhas de brinquedos que hoje o comércio oferece, muitas crianças optam por fazer uma atividade “de verdade”, ou seja, “de gente grande”, como: regar as plantas, ajudar o pai a lavar o carro, ajudar a mãe a esfregar o piso da garagem, auxiliar a mãe a fazer as bolinhas do pão de queijo e as bolachinhas de nata, do que brincar.

Eu digo isso porque percebo o quanto o meu netinho de seis anos sente bem fazendo alguma coisa que seja significativa e necessária para nós avós. Quando ele chega a casa, na fazenda, logo, ele quer moer o café, quer tratar das galinhas, colher os ovos das poedeiras, quer ajudar a moer cana, quer regar as plantas tirando água lá da bica, quer me ajudar a fazer biscoitos. Quando vê que alguém vai tratar dos porcos, ele logo diz: “me espere, quero tratar, quero ver”. Quer contribuir de alguma maneira. Quer conhecer. Mas sempre conta com a presença nossa ou dos pais, ou seja, de um adulto por perto.
Arquivo pessoal mãe de moleque

É bem verdade que são afazeres que fogem do seu cotidiano, de um habitante do interior de São Paulo. Mas ele gosta mesmo é de realizar alguma coisa que seja séria, ou seja, verdadeira, e que seja mais reconhecida como uma atividade de adulto. Em sua casa, ele não gosta muito de brinquedos usuais de crianças. Ele gosta é de tocar órgão, de inventar alguma coisa que seja de adulto. Mas, o mais importante para ele não é o resultado final - não é tomar o suco da cana que ele ajudou a fazer ou comer o biscoito, por exemplos, como nós adultos pensamos; às vezes, ele nem toma o suco ou come o biscoito. O que é significativo para ele é o próprio fazer, é o processo. Mas, sempre, quando ele está realizando algo, o elogiamos e falamos da importância e do benefício de fazer tal coisa.

Observamos que através dessas ações, as construções afetivas e cognitivas entre nós (avós), os pais, tios, irmãos ou outras pessoas ficam mais fortalecidas. Como disse Karen Ambra, pró-Reitora comunitária e coordenadora da brinquedoteca do Unifai (Centro Universitário Assunção), citada por Gabriela Horta -"Estar ao lado dos pais - seja dos dois ou de um deles - e fazer algo que não pertence apenas ao universo infantil, proporciona uma sensação de autoconfiança e, consequentemente de autoestima fortalecida".

Com isso, gradativamente, além da criança ir desenvolvendo o senso de independência e confiança  em si própria, também nas outras pessoas, uma vez que sua capacidade de ação, de liberdade e espontaneidade vai sendo estimulada e respeitada pelo adulto. É claro que tudo tem um limite. Não deve ser uma ação imposta e nem inapropriada pela idade. Deve ser uma ação que lhe dá prazer, que surgiu de sua própria vontade natural de ajudar, pelo fato de ter presenciado um adulto realizando, e que do mesmo modo acha que poderá ser repetida ou feita por ela.

Ajudar nas tarefas de casa, sempre, fez parte da educação dos filhos de outrora, estimulada pelos pais. É a educação para a vida. E, segundo Adriana Friedman, educadora e antropóloga, especialista na área da infância, e a experiência me dá esse conhecimento, é através delas que a criança descobre novas habilidades, aprende-se a prevenir de acidentes domésticos, compreende-se a importância da higiene - conscientizando da importância de manter as coisas limpas e em ordem. Aprende também a ter disciplina, a ser solidária com as pessoas e a ter responsabilidade, cuidando do que é dela e do que é dos outros.


Assim, “o vínculo com a família fica mais fortalecido pelo convívio, pelo sentimento de união, uma vez que estarão realizando algo em comunhão”. Por isso, permita que seu filho ou filha; neto ou neta colaborem com vocês, ajudando nas pequenas tarefas - limpando a mesa antes e depois das tarefas escolares, guardando os brinquedos, colocando a sua roupa usada dentro do cesto de roupa suja, mantendo o seu quarto e a casa sempre em ordem, atendendo ao telefone de casa, cuidando das plantas e dos animais de estimação – participando das atividades domésticas como verdadeiro componente da família. Sempre, respeitando o ritmo de atuação de cada criança.

                                                                Testemunho de uma avó

                                                              Abraços da vovó Nilva!
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Crianças superdotadas: como identificar e lidar com elas



Olá pessoal!

Hj a dra. Claudia trouxe um tema bem atual, a superdotação.
Ao contrário de que muitos possam imaginar ter um filho com superdotação ou altas habilidades, não faz dele automaticamente uma pessoa de sucesso.

Primeiro obstáculo a maioria das escolas não sabe lidar, nem tão pouco identificar. Engraçado que crianças ditas "problema" são facilmente percebidas, mas crianças com altas habilidades não.

Muitas só saem da invisibilidade, quando os pais já cansados procuram um médico achando que não é uma coisa muito boa, alguma "doença" e descobrem que não era um "problema" e sim um dom especial e aí começa a luta para que a criança usufrua do seu "dom" em todos os aspectos e da melhor forma possível e não seja tratado como uma criança diferente, igual sim, mas com um olhar atento para que não se desestimule logo cedo.

"É vital para a criança, já nas primeiras séries, sentir que é aceita pelos professores e colegas de classe. No entanto, se o professor não valida ou aceita as habilidades avançadas e interesses intelectuais da criança, incorporando-os ao currículo, esta pode deixar de vivenciar sentimentos de aceitação. Da mesma forma, se a criança cedo descobre que é diferente dos colegas e que a comunicação é difícil devido à diferença de vocabulário e modo de se expressar, pode vir a não ser aceita pelos amigos. Assim é que os primeiros anos escolares, que deveriam fomentar o ímpeto para o entusiasmo e aprendizagem nos anos vindouros, pode ser um sinal, para o aluno brilhante, de fracasso e insucesso. Muito frequentemente a criança aprende a esconder ou negar suas habilidades, passando a desenvolver problemas comportamentais ou psicológicos, a fim de melhor se adaptar às demandas do ambiente escolar. Além disso, a maioria dessas crianças demonstra um padrão desigual de desenvolvimento cognitivo, expresso em diferenças entre o desenvolvimento intelectual e o emocional ou psicomotor, por exemplo. " (portal do mec)
Muitos são incompreendidos, sofrem na escola por "pré" conceitos... de que aaaahhh aquele moleque se acha o melhor!!!
Ahhh aqueles pais se "acham", ele fala que o filho faz coisas melhores que os nossos filhos...não é bem assim!!!!
A maioria destas crianças sofrem bullying na escola!!!!
O Estado de São Paulo, não está preparado para ajudar crianças com altas habilidades, com cursos extras que estimulem a capacidade individual gratuitamente e para que elas se socializem em espaços com crianças que as entendam.
Aqui em SP e acredito que na maioria do nosso país, os pais têm que entrar na justiça todos anos, com laudas médicas para que os filhos avancem em matérias ou em anos escolares e isso é extremamente desgastante para o aluno e para sua família, não é natural, não é facilitado, não são desenvolvidas todas as suas capacidades e isso é frustrante
Muitos pais escondem a superdotação dos filhos, para que sejam "normais", por que infelizmente a nossa sociedade não respeita os que são diferentes e fazem de tudo para que estas crianças se enquadrem na "normalidade" do sistema estudantil.
Verifique com atenção as características do seu filho e procurem ajuda médica e lute pelos direitos dele!

Dra.Claudia, colunista Blog Mãe de moleque




Crianças superdotadas: como identificar e lidar com elas


Hoje vou falar sobre crianças superdotadas e com altas habilidades. Mas como identificar se seu filho possui essa elevada capacidade mental? E se ele possuir, como lidar com isso?

É natural que os pais fantasiem ter filhos com altas habilidades, que facilitasse seus caminhos pela vida, seja na capacidade de entender conceitos matemáticos que não são próprios de sua idade, como aprender a ler quase sem ajuda de ninguém ou, ainda, a rapidez com que se aprende a tocar um instrumento musical ou a desenhar com maior agilidade do que seria esperado em sua idade. Mas quando isso ocorre, muitos não sabem como lidar. Afinal, a característica pode causar estranhamento.

O convívio na escola, às vezes provoca irritação e inveja nos colegas. Por isso, é preciso ficar atento a alguns sinais para saber se seu filho é mesmo superdotado. Existem escolas especializadas em educar e lidar com crianças com essa diferenciação, mas elas ainda são raras no Brasil.

Características

A criança fala, engatinha e anda muito cedo, antes do esperado e já possui um vocabulário amplo para a sua idade. Tem uma capacidade maior de atenção.  Possui memória diferenciada e elevada.

Aprende muito rápido, possui facilidade com números e cálculos. Tem muita energia. Consegue ser líder desde cedo. Além disso, é muito criativa, curiosa e tem um grande desejo de aprender.



Essas crianças podem se entediar facilmente com as rotinas escolares, chegando a apresentar comportamento inadequado em sala. Também há a possibilidade de que ela venha a usar sua alta habilidade para atacar e humilhar os colegas. Por tudo isso, a escola precisa ter um cuidado especial com os estudantes com superdotação.

As características pessoais das crianças superdotadas variam muito, mas existem alguns comportamentos marcantes e comuns entre elas:



Ø  Pergunta por palavras que não conhece desde os três anos;

Ø  Faz perguntas exploratórias com pouca idade;

Ø  Possui uma alta sensibilidade do mundo que o rodeia;

Ø  Preocupação por assuntos de moralidade e justiça;

Ø  Muito observador;

Ø  Muito crítico consigo mesmo e com os demais;

Ø  Gosta de relacionar-se com as crianças de idade maior que a dela;

Ø  Seu pensamento é produtivo, baseando-se na construção das coisas.

Ø  São independentes e introvertidos.



Mas para saber se o seu filho é uma criança superdotada, de uma forma segura, somente com a orientação de um profissional especializado no assunto. Só um especialista poderá diagnosticar e confirmar se o seu filho é superdotado ou não.

 


Como lidar com crianças superdotadas?


A maior dificuldade que as crianças superdotadas enfrentam é a questão emocional. Os pais devem estar sempre presentes, dando apoio e ajudando no desenvolvimento da psique da criança. A dica é oferecer ambientes onde a criança possa desenvolver plenamente a sua capacidade mental elevada.

É importante os pais não supervalorizarem a questão nem fazerem comparações com amigos ou outros filhos, isso pode fazer com que a criança fique com medo de sua condição. Os pais devem ajudar as crianças com problemas emocionais, que surjam no caminho, aceitando falhas e evitando cobranças. Os pais devem lembrar que, mesmo sendo superdotada, ela ainda é uma criança, e como tal, precisa brincar ter amigos e vivenciar as coisas boas e ruins da infância. 

O que um psicólogo habilitado pode fazer para ajudar?

Ø  Detectar possíveis pessoas altamente habilidosas por meio de avaliações específicas;

Ø  Orientar suas famílias e professores;

Ø  Encaminhar crianças altamente habilidosas às escolas que possam suprir a necessidade, enviando relatórios das avaliações feitas;

Ø  Ouvir e orientar o superdotado, com o intuito de estimular essa alta habilidade.

Se você perceber que seu filho pode ter superdotação, peça para que um psicólogo avalie a condição emocional e psicológica dele. Você também pode buscar escolas especializadas existentes no Brasil. Conversar com pais que estejam na mesma condição, pode ajudar a tirar algumas dúvidas que surgirão no caminho. Uma avaliação neuropsicológica poderá afirmar se as potencialidades estão realmente acima da média de outras crianças.

Um abraço da psicóloga Cláudia.
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Ser mãe de autista


 
Feliz dia das Mães pra todas as mães especialmente especiais, ou seja todas nós!



Eu acordo 3 ou 4 vezes por noite para coloca-lo na cama. Ele levanta da cama, olha onde estou, passa direto para a televisão.

Eu faço cartazes, graças e brincadeiras para leva-lo ao banho logo cedo. Ele reclama pra entrar no chuveiro. E depois pra sair.

Eu preparo o café-da-manhã com beiju de tapioca, bolo, cuscuz, pão e uma vitamina fresquinha. Ele come leite com bolacha.

Eu providencio toda variedade de filmes para assistirmos juntos. Ele quer ver “Snoopy e Charlie Brown” pela 1257ª vez.

Eu faço brigadeiro. Ele come banana (e assalta o brigadeiro no dia seguinte, quando acorda mais cedo que eu).


Arquivo pessoal Dali <3

Eu digo que ele não gosta de ovo. Ele pede e come na frente de todo mundo.

Eu vou ao banheiro. Ele senta no meu colo.

Eu deixo o celular sobre a mesa. Ele manda emojis e áudios para todos os contatos do whatsapp.

Eu ponho lençóis no varal. Ele chupa a água que escorre.

Eu chamo. Ele sai correndo (me esperando correr atrás)

Eu fico brava. Ele abraça.

Eu o deixo na escola. Ele diz: “Vem! Não vai trabalhar, não!”

Eu me sinto cansada. Ele diz “eu te amo”.

Eu sou mãe. Ele é filho.

Beijos

 
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Como está o seu papel e da escola no desenvolvimento emocional de seu (sua) filho (a)?

Oi pessoal,

E com muita alegria que recebi o texto da nossa colunista Nilva pra vocês este mês, saber que esta bem e se restabelecendo professora, enche meu coração de alegria, saudades dos textões rsrsrs e das sábias palavras...seja bem-vinda novamente!



Hoje, um grande número de famílias faz da vida dos filhos um verdadeiro plano de metas, com pressão para se destacarem nas escolas, tirarem as melhores notas, lerem o maior número de livros, alargarem seus conhecimentos científicos, artísticos e culturais, desenvolverem todas as suas habilidades cognitivas em casa, na escola e fora dela. “Melhor que estejam, sempre, no topo em todas as áreas e que o tempo deles esteja ocupado em aprender”. “E faz isso para o bem deles”. “Sem medo de errar”. “É o futuro deles que está em jogo!”
A pressão vem de todos os lados.  Vem da escola, também, por tentar fazer “descer goela abaixo”, cada dia “mais e mais”, mais precoce e mais rápido, o conhecimento. Essa é uma visão, ainda, do século 19, uma era de intensas transformações, tanto no campo econômico, na estruturação e na esfera do modo de produção capitalista, quanto numa nova concepção mental de mundo, isto é, o predomínio de uma racionalidade embasada no conhecimento científico. Em que a escola ensina o grupo e não o indivíduo. Privilegiando mais o racional do que o emocional. Preparando crianças e jovens para serem apenas bons funcionários, já que a maioria não aprende a ter autonomia, liderança, traquejo social, empatia e a se relacionar bem. Não é à toa, que segundo Goleman - “Muitas pessoas têm talento e inteligência, mas na maioria das vezes são demitidas por problemas de relacionamento”.

E, ainda, segundo Tony Wagner, investigador de Inovação na Educação no Centro de Tecnologia e Empreendedorismo da Universidade de Harvard, citado por Catarina Fernandes Martins em seu artigo intitulado: “Quando a escola deixar de ser uma fábrica de alunos”, “o que vêm ensinando aos jovens, nas escolas, está em oposição ao que eles deveriam estar a aprender para triunfarem nas suas carreiras, numa economia global. Wagner defende que a escola deve desenvolver sete "competências de sobrevivência" necessárias para que as crianças possam enfrentar os desafios futuros: pensamento crítico e capacidade de resolução de problemas, colaboração, agilidade e adaptabilidade, iniciativa e empreendedorismo, boa comunicação oral e escrita, capacidade de aceder à informação e analisá-la e, por fim, curiosidade e imaginação”.
imagem retirada da internet

Além dessas competências cognitivas, uma das grandes preocupações da atualidade, embora, ainda, por um número pequeno de famílias e de uma minoria de escolas, é educar seus filhos e alunos, emocionalmente, ou seja, prepará-los para enfrentar os desafios impostos pela vida com inteligência emocional. Ensiná-los, como reagir nas diversas ocorrências que podem vir a acontecer. Uma vez que, uma educação completa deva levar em consideração a educação para a tolerância e a resistência, e habilidades como empatia, flexibilidade, espírito de liderança, poder de persuasão, motivação, comunicação, relacionamento interpessoal e gratidão. E a escola como um sistema de ensino fundado nestes quatro pilares da Unesco -  aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a ser, e aprender a conviver, deve considerar o ser humano na sua integridade.

E tanto os pais quanto as escolas podem ser os preparadores emocionais das crianças e adolescentes. Segundo Daniel Goleman, PhD pela Universidade, também, de Harvard, citado anteriormente, essas competências emocionais podem ser treinadas e desenvolvidas. Ao contrário do QI (quociente de inteligência), que se mantém estável ao longo da vida, o QE (quociente emocional) pode ser desenvolvido e aperfeiçoado com o tempo, através de ensaios ou exercícios repetidos de seus pontos fortes e pontos fracos. Sendo assim, basta que seja feita a identificação dos pontos fracos pelas famílias e escolas, e as mesmas façam o treino dos mesmos. É como jogar bola, correr, nadar. 

Ninguém nasceu sabendo jogar, nadar, andar de bicicleta e tendo bons hábitos, etc. Só através de exemplos, ensaios ou treinos repetidos é possível o desenvolvimento de cada um deles. Por isso, a escola deveria começar ver o aluno, mais individualmente e na sua integridade, para poder perceber suas inteligências múltiplas e suas dificuldades acerca da Inteligência Emocional, principalmente na infância, período no qual toda a estrutura neurológica encontra-se em formação, para poder alimentar e fortalecer o que lhe é ao mesmo tempo mais receptível / suscetível (ponto forte) ou têm dificuldades (pontos fracos) para cada um.  

Assim completou o mesmo autor na Revista Época:

ÉPOCA- Esse é um aprendizado que deve começar cedo?

Goleman – “Acredito piamente nisso. Não vejo o controle de emoções como algo negativo. Não se trata de tolher ninguém, mas de ensinar como lidar com emoções que existem. Conceitos como autocontrole, senso de responsabilidade e o desenvolvimento da autoestima podem ser ensinados tanto a uma criança de 8 anos quanto a um adolescente de 16 anos. Tenho visto instituições que já começam a ensinar esses conceitos na pré-escola e acho isso formidável. É uma ótima fase para se incutir esses pensamentos. Há programas para encaixar essa matéria na grade curricular normal e não leva mais de uma semana para os professores aprenderem a ensinar os alunos. Mas essas escolas são minoria. Ainda não dá para imaginar que a inteligência emocional vá ser ensinada com matemática ou idioma pátrio”.

Portanto, acredito que só através do aliar do desenvolvimento de competências cognitivas e emocionais à educação (família e escola) poderá gerar seres humanos mais íntegros, menos discriminatórios, que são capazes de se compreender melhor a si e aos outros, estando aptos para estabelecerem relações mais positivas e desenvolverem habilidades que precisarão em todas as áreas de sua vida pessoal e também profissional. Sabendo valorizar o que de fato é importante para se ter uma vida mais prazerosa, mais leve, mais equilibrada e com mais chances de obter o sucesso.

Abraços

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