Crianças superdotadas: como identificar e lidar com elas



Olá pessoal!

Hj a dra. Claudia trouxe um tema bem atual, a superdotação.
Ao contrário de que muitos possam imaginar ter um filho com superdotação ou altas habilidades, não faz dele automaticamente uma pessoa de sucesso.

Primeiro obstáculo a maioria das escolas não sabe lidar, nem tão pouco identificar. Engraçado que crianças ditas "problema" são facilmente percebidas, mas crianças com altas habilidades não.

Muitas só saem da invisibilidade, quando os pais já cansados procuram um médico achando que não é uma coisa muito boa, alguma "doença" e descobrem que não era um "problema" e sim um dom especial e aí começa a luta para que a criança usufrua do seu "dom" em todos os aspectos e da melhor forma possível e não seja tratado como uma criança diferente, igual sim, mas com um olhar atento para que não se desestimule logo cedo.

"É vital para a criança, já nas primeiras séries, sentir que é aceita pelos professores e colegas de classe. No entanto, se o professor não valida ou aceita as habilidades avançadas e interesses intelectuais da criança, incorporando-os ao currículo, esta pode deixar de vivenciar sentimentos de aceitação. Da mesma forma, se a criança cedo descobre que é diferente dos colegas e que a comunicação é difícil devido à diferença de vocabulário e modo de se expressar, pode vir a não ser aceita pelos amigos. Assim é que os primeiros anos escolares, que deveriam fomentar o ímpeto para o entusiasmo e aprendizagem nos anos vindouros, pode ser um sinal, para o aluno brilhante, de fracasso e insucesso. Muito frequentemente a criança aprende a esconder ou negar suas habilidades, passando a desenvolver problemas comportamentais ou psicológicos, a fim de melhor se adaptar às demandas do ambiente escolar. Além disso, a maioria dessas crianças demonstra um padrão desigual de desenvolvimento cognitivo, expresso em diferenças entre o desenvolvimento intelectual e o emocional ou psicomotor, por exemplo. " (portal do mec)
Muitos são incompreendidos, sofrem na escola por "pré" conceitos... de que aaaahhh aquele moleque se acha o melhor!!!
Ahhh aqueles pais se "acham", ele fala que o filho faz coisas melhores que os nossos filhos...não é bem assim!!!!
A maioria destas crianças sofrem bullying na escola!!!!
O Estado de São Paulo, não está preparado para ajudar crianças com altas habilidades, com cursos extras que estimulem a capacidade individual gratuitamente e para que elas se socializem em espaços com crianças que as entendam.
Aqui em SP e acredito que na maioria do nosso país, os pais têm que entrar na justiça todos anos, com laudas médicas para que os filhos avancem em matérias ou em anos escolares e isso é extremamente desgastante para o aluno e para sua família, não é natural, não é facilitado, não são desenvolvidas todas as suas capacidades e isso é frustrante
Muitos pais escondem a superdotação dos filhos, para que sejam "normais", por que infelizmente a nossa sociedade não respeita os que são diferentes e fazem de tudo para que estas crianças se enquadrem na "normalidade" do sistema estudantil.
Verifique com atenção as características do seu filho e procurem ajuda médica e lute pelos direitos dele!

Dra.Claudia, colunista Blog Mãe de moleque




Crianças superdotadas: como identificar e lidar com elas


Hoje vou falar sobre crianças superdotadas e com altas habilidades. Mas como identificar se seu filho possui essa elevada capacidade mental? E se ele possuir, como lidar com isso?

É natural que os pais fantasiem ter filhos com altas habilidades, que facilitasse seus caminhos pela vida, seja na capacidade de entender conceitos matemáticos que não são próprios de sua idade, como aprender a ler quase sem ajuda de ninguém ou, ainda, a rapidez com que se aprende a tocar um instrumento musical ou a desenhar com maior agilidade do que seria esperado em sua idade. Mas quando isso ocorre, muitos não sabem como lidar. Afinal, a característica pode causar estranhamento.

O convívio na escola, às vezes provoca irritação e inveja nos colegas. Por isso, é preciso ficar atento a alguns sinais para saber se seu filho é mesmo superdotado. Existem escolas especializadas em educar e lidar com crianças com essa diferenciação, mas elas ainda são raras no Brasil.

Características

A criança fala, engatinha e anda muito cedo, antes do esperado e já possui um vocabulário amplo para a sua idade. Tem uma capacidade maior de atenção.  Possui memória diferenciada e elevada.

Aprende muito rápido, possui facilidade com números e cálculos. Tem muita energia. Consegue ser líder desde cedo. Além disso, é muito criativa, curiosa e tem um grande desejo de aprender.



Essas crianças podem se entediar facilmente com as rotinas escolares, chegando a apresentar comportamento inadequado em sala. Também há a possibilidade de que ela venha a usar sua alta habilidade para atacar e humilhar os colegas. Por tudo isso, a escola precisa ter um cuidado especial com os estudantes com superdotação.

As características pessoais das crianças superdotadas variam muito, mas existem alguns comportamentos marcantes e comuns entre elas:



Ø  Pergunta por palavras que não conhece desde os três anos;

Ø  Faz perguntas exploratórias com pouca idade;

Ø  Possui uma alta sensibilidade do mundo que o rodeia;

Ø  Preocupação por assuntos de moralidade e justiça;

Ø  Muito observador;

Ø  Muito crítico consigo mesmo e com os demais;

Ø  Gosta de relacionar-se com as crianças de idade maior que a dela;

Ø  Seu pensamento é produtivo, baseando-se na construção das coisas.

Ø  São independentes e introvertidos.



Mas para saber se o seu filho é uma criança superdotada, de uma forma segura, somente com a orientação de um profissional especializado no assunto. Só um especialista poderá diagnosticar e confirmar se o seu filho é superdotado ou não.

 


Como lidar com crianças superdotadas?


A maior dificuldade que as crianças superdotadas enfrentam é a questão emocional. Os pais devem estar sempre presentes, dando apoio e ajudando no desenvolvimento da psique da criança. A dica é oferecer ambientes onde a criança possa desenvolver plenamente a sua capacidade mental elevada.

É importante os pais não supervalorizarem a questão nem fazerem comparações com amigos ou outros filhos, isso pode fazer com que a criança fique com medo de sua condição. Os pais devem ajudar as crianças com problemas emocionais, que surjam no caminho, aceitando falhas e evitando cobranças. Os pais devem lembrar que, mesmo sendo superdotada, ela ainda é uma criança, e como tal, precisa brincar ter amigos e vivenciar as coisas boas e ruins da infância. 

O que um psicólogo habilitado pode fazer para ajudar?

Ø  Detectar possíveis pessoas altamente habilidosas por meio de avaliações específicas;

Ø  Orientar suas famílias e professores;

Ø  Encaminhar crianças altamente habilidosas às escolas que possam suprir a necessidade, enviando relatórios das avaliações feitas;

Ø  Ouvir e orientar o superdotado, com o intuito de estimular essa alta habilidade.

Se você perceber que seu filho pode ter superdotação, peça para que um psicólogo avalie a condição emocional e psicológica dele. Você também pode buscar escolas especializadas existentes no Brasil. Conversar com pais que estejam na mesma condição, pode ajudar a tirar algumas dúvidas que surgirão no caminho. Uma avaliação neuropsicológica poderá afirmar se as potencialidades estão realmente acima da média de outras crianças.

Um abraço da psicóloga Cláudia.
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Ser mãe de autista


 
Feliz dia das Mães pra todas as mães especialmente especiais, ou seja todas nós!



Eu acordo 3 ou 4 vezes por noite para coloca-lo na cama. Ele levanta da cama, olha onde estou, passa direto para a televisão.

Eu faço cartazes, graças e brincadeiras para leva-lo ao banho logo cedo. Ele reclama pra entrar no chuveiro. E depois pra sair.

Eu preparo o café-da-manhã com beiju de tapioca, bolo, cuscuz, pão e uma vitamina fresquinha. Ele come leite com bolacha.

Eu providencio toda variedade de filmes para assistirmos juntos. Ele quer ver “Snoopy e Charlie Brown” pela 1257ª vez.

Eu faço brigadeiro. Ele come banana (e assalta o brigadeiro no dia seguinte, quando acorda mais cedo que eu).


Arquivo pessoal Dali <3

Eu digo que ele não gosta de ovo. Ele pede e come na frente de todo mundo.

Eu vou ao banheiro. Ele senta no meu colo.

Eu deixo o celular sobre a mesa. Ele manda emojis e áudios para todos os contatos do whatsapp.

Eu ponho lençóis no varal. Ele chupa a água que escorre.

Eu chamo. Ele sai correndo (me esperando correr atrás)

Eu fico brava. Ele abraça.

Eu o deixo na escola. Ele diz: “Vem! Não vai trabalhar, não!”

Eu me sinto cansada. Ele diz “eu te amo”.

Eu sou mãe. Ele é filho.

Beijos

 
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Como está o seu papel e da escola no desenvolvimento emocional de seu (sua) filho (a)?

Oi pessoal,

E com muita alegria que recebi o texto da nossa colunista Nilva pra vocês este mês, saber que esta bem e se restabelecendo professora, enche meu coração de alegria, saudades dos textões rsrsrs e das sábias palavras...seja bem-vinda novamente!



Hoje, um grande número de famílias faz da vida dos filhos um verdadeiro plano de metas, com pressão para se destacarem nas escolas, tirarem as melhores notas, lerem o maior número de livros, alargarem seus conhecimentos científicos, artísticos e culturais, desenvolverem todas as suas habilidades cognitivas em casa, na escola e fora dela. “Melhor que estejam, sempre, no topo em todas as áreas e que o tempo deles esteja ocupado em aprender”. “E faz isso para o bem deles”. “Sem medo de errar”. “É o futuro deles que está em jogo!”
A pressão vem de todos os lados.  Vem da escola, também, por tentar fazer “descer goela abaixo”, cada dia “mais e mais”, mais precoce e mais rápido, o conhecimento. Essa é uma visão, ainda, do século 19, uma era de intensas transformações, tanto no campo econômico, na estruturação e na esfera do modo de produção capitalista, quanto numa nova concepção mental de mundo, isto é, o predomínio de uma racionalidade embasada no conhecimento científico. Em que a escola ensina o grupo e não o indivíduo. Privilegiando mais o racional do que o emocional. Preparando crianças e jovens para serem apenas bons funcionários, já que a maioria não aprende a ter autonomia, liderança, traquejo social, empatia e a se relacionar bem. Não é à toa, que segundo Goleman - “Muitas pessoas têm talento e inteligência, mas na maioria das vezes são demitidas por problemas de relacionamento”.

E, ainda, segundo Tony Wagner, investigador de Inovação na Educação no Centro de Tecnologia e Empreendedorismo da Universidade de Harvard, citado por Catarina Fernandes Martins em seu artigo intitulado: “Quando a escola deixar de ser uma fábrica de alunos”, “o que vêm ensinando aos jovens, nas escolas, está em oposição ao que eles deveriam estar a aprender para triunfarem nas suas carreiras, numa economia global. Wagner defende que a escola deve desenvolver sete "competências de sobrevivência" necessárias para que as crianças possam enfrentar os desafios futuros: pensamento crítico e capacidade de resolução de problemas, colaboração, agilidade e adaptabilidade, iniciativa e empreendedorismo, boa comunicação oral e escrita, capacidade de aceder à informação e analisá-la e, por fim, curiosidade e imaginação”.
imagem retirada da internet

Além dessas competências cognitivas, uma das grandes preocupações da atualidade, embora, ainda, por um número pequeno de famílias e de uma minoria de escolas, é educar seus filhos e alunos, emocionalmente, ou seja, prepará-los para enfrentar os desafios impostos pela vida com inteligência emocional. Ensiná-los, como reagir nas diversas ocorrências que podem vir a acontecer. Uma vez que, uma educação completa deva levar em consideração a educação para a tolerância e a resistência, e habilidades como empatia, flexibilidade, espírito de liderança, poder de persuasão, motivação, comunicação, relacionamento interpessoal e gratidão. E a escola como um sistema de ensino fundado nestes quatro pilares da Unesco -  aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a ser, e aprender a conviver, deve considerar o ser humano na sua integridade.

E tanto os pais quanto as escolas podem ser os preparadores emocionais das crianças e adolescentes. Segundo Daniel Goleman, PhD pela Universidade, também, de Harvard, citado anteriormente, essas competências emocionais podem ser treinadas e desenvolvidas. Ao contrário do QI (quociente de inteligência), que se mantém estável ao longo da vida, o QE (quociente emocional) pode ser desenvolvido e aperfeiçoado com o tempo, através de ensaios ou exercícios repetidos de seus pontos fortes e pontos fracos. Sendo assim, basta que seja feita a identificação dos pontos fracos pelas famílias e escolas, e as mesmas façam o treino dos mesmos. É como jogar bola, correr, nadar. 

Ninguém nasceu sabendo jogar, nadar, andar de bicicleta e tendo bons hábitos, etc. Só através de exemplos, ensaios ou treinos repetidos é possível o desenvolvimento de cada um deles. Por isso, a escola deveria começar ver o aluno, mais individualmente e na sua integridade, para poder perceber suas inteligências múltiplas e suas dificuldades acerca da Inteligência Emocional, principalmente na infância, período no qual toda a estrutura neurológica encontra-se em formação, para poder alimentar e fortalecer o que lhe é ao mesmo tempo mais receptível / suscetível (ponto forte) ou têm dificuldades (pontos fracos) para cada um.  

Assim completou o mesmo autor na Revista Época:

ÉPOCA- Esse é um aprendizado que deve começar cedo?

Goleman – “Acredito piamente nisso. Não vejo o controle de emoções como algo negativo. Não se trata de tolher ninguém, mas de ensinar como lidar com emoções que existem. Conceitos como autocontrole, senso de responsabilidade e o desenvolvimento da autoestima podem ser ensinados tanto a uma criança de 8 anos quanto a um adolescente de 16 anos. Tenho visto instituições que já começam a ensinar esses conceitos na pré-escola e acho isso formidável. É uma ótima fase para se incutir esses pensamentos. Há programas para encaixar essa matéria na grade curricular normal e não leva mais de uma semana para os professores aprenderem a ensinar os alunos. Mas essas escolas são minoria. Ainda não dá para imaginar que a inteligência emocional vá ser ensinada com matemática ou idioma pátrio”.

Portanto, acredito que só através do aliar do desenvolvimento de competências cognitivas e emocionais à educação (família e escola) poderá gerar seres humanos mais íntegros, menos discriminatórios, que são capazes de se compreender melhor a si e aos outros, estando aptos para estabelecerem relações mais positivas e desenvolverem habilidades que precisarão em todas as áreas de sua vida pessoal e também profissional. Sabendo valorizar o que de fato é importante para se ter uma vida mais prazerosa, mais leve, mais equilibrada e com mais chances de obter o sucesso.

Abraços

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Como melhorar a imunidade

Oi gentemmm!




Saudades da nossa nutri Ale <3


Hoje ela veio nos dar dicas pra dar um up na imunidade, com esta época de vírus H1N1 e da gripe normal.




Muito se fala hoje em dia sobre a alimentação saudável pras crianças que não estão doentes, imaginem então pras que estão doentes ou mesmo gripadas.

Devemos sempre lembrar que a alimentação mantém nosso metabolismo e nossas funções ativas e com capacidade para enfrentarmos e combatermos as doenças, porém quando vem a doença nossa imunidade cai e os vírus e bactérias estão mais fortes para atacar.

A alimentação então deverá ser a mais natural possível, rica em vitamina C como frutas cítricas, vegetais verdes escuros, legumes, grãos, as proteínas como carnes vermelhas, frango, ovos, peixes e principalmente líquidos como água e sucos naturais.

O ideal é evitar os alimentos processados, embutidos e produtos artificiais pois estes alimentos não trazem benefícios nenhum pro nosso sistema imunológico e somente através dos nutrientes    como vitaminas, minerais, proteínas e carboidratos é que podemos combater as doenças e dar a carga necessária pro nosso corpo reagir.

Como diziam nossas avós, nada como uma boa canja de galinha pra curar uma gripe, e pode ter certeza que elas sabiam muito.

Um abraço e até a próxima!
@Le Nutri

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Dia 2 de abril dia Mundial da Conscientização do autismo...



Gente, fui atrás da nossa colunista no laço rsrs...a moça tá com a agenda lotadaaaa...caramba qdo soube me achei a mulher mais mole do planeta que com uma gripezinha do derrubadona.
Mas ela esta aqui e se vc estava com saudades deles como eu...

Vem ler!!!



Oioioi!!!

Amores meus, vim aqui hoje, cheia de amor e saudades, bater um papo. Senta! Que lá vem história!

Se meu nome é cansaço, meu sobrenome é saudade!

Faz um tempinho que bati um papo com a mãe de moleque que dá nome a este blog. Nossa ideia era falar sobre autismo pela ótica de uma (também) mãe de moleque. Desde o diagnóstico do meu filho que uso meu perfil pessoal para falar sobre o autismo e sobre os detalhes e avanços  do transtorno, foi através dele que familiares e amigos conheceram o autismo.

Através do blog eu não apenas consegui ajudar outras famílias como trouxe a minha própria família para este louco mundo virtual. E ganhei visibilidade, claro! Essa visibilidade me trouxe mais responsabilidades. Vou contar tudinho.

Já contei aqui que precisei parar de trabalhar para acompanhar o moleque mais de perto. Quando parei de trabalhar fiquei agoniada porque não tinha mais meu próprio (ainda que pouco) dinheiro, então comecei a fazer bolo caseiro. Peguei os cadernos de receitas de minha mãe, selecionei algumas receitas queridinhas da família, fiz o bolo e postei a foto no Facebook. Não deu outra: logo as pessoas começaram a perguntar e encomendar. Eu fui diversificando os sabores, buscando receitas novas e diferentes, mas sem perder o jeitinho de bolo de vó! Vendia em casa, vendia na rua, vendia na loja da minha mãe... Não me fez ficar rica ainda, mas já tem nome e sobrenome, tem telefone, whatsApp, fanpage e instagram (Brinca com a baiana! Rsrsrs), tem também uma carteira de clientes fofas que compraram não apenas os meus bolos, mas as minhas ideias!

Então meu dia passou a se dividir entre: tarefas domésticas, maternidade e empreendedorismo, além do blog.

A empresa da minha mãe, onde eu deixava bolinhos para vender, não ficou imune à crise e eu precisei dar um help a quem sempre me deu apoio: minha mãe! Então, além de todas as responsas eu comecei a trabalhar fora! Das 8:00 as 12:00h, das 14:00 às 18:00h, todos os dias. Além dos bolos, dos filhos e da casa!
Ainda na corda-bamba das responsabilidades, tive contato com outros pais de autistas aqui na cidade e decidimos criar uma associação para auxiliar os autistas e suas famílias, pois o diagnóstico, as intervenções, dietas, terapias são sempre muito caras e a associação ajudaria a reduzir esses custos além de ajudar outras famílias.

Foi assim que assumi uma secretaria na AMA BARREIRAS (Associação de Amigos do Autista). E, gente, dá muito trabalhoooooooooo!!!! Semana passada comemoramos o dia de conscientização do autismo, dia 02 de abril, e foi lindo demais!!! Fizemos uma carreata e nos reunimos numa praça bem no centro da cidade para divulgar informações sobre o autismo e reunir autistas e suas famílias, num momento alegre e cooperativo.

Este é o motivo do meu sumiço!

Então eu estou vindo aqui pra vocês entenderem minha nada mole vida e dividir com vocês esse novo momento! Cheio de trabalho e também de alegrias!!!

Olha que linda que ficou a praça!!!

Teve até reportagem da tv local e Pedro deu entrevista!!! É pra morrer de amor, não é?!
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Um beijo grande até...

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Catequese, o meio de tudo...

Oi gente tudo jóia, quanto tempo né?


Tenho estado um pouco distante daqui envolvida em outros projetos, agora na igreja católica. Me tornei catequista não só de outras crianças, mas do mlk também.


Sempre participei da igreja, fui batizada, participava do grupo de jovens...mas nunca fiz a Crisma e começamos eu e o marido a fazer agora o caminho de volta, ou seja confirmar o nosso batismo!


Sempre fui católica, mas na minha adolescência, meus irmãos seguiram e eu me afastei. Afastei de um Deus que não reconhecia, afastei do que eu achava que conhecia e não gostava e fui procurar meu caminho.


Andei por muitas religiões, conheci praticamente todas conhecidas no Brasil, nada profundamente mas fui conhecer todas e pra falar a verdade...continuava com o buraco que me fez sair da minha igreja e procurar o que me completasse.


Mas dizem que se aprende por amor, ou pela dor e fui no fundo do poço. Na época estava infeliz com tudo com faculdade, emprego, noivo...terminou tudo de uma vez e entrei em profunda depressão.


No desespero minha mãe conversou na época, com uma moça que era sua professora de natação e a convidou pra ir em  casa e conversar comigo e as poucos fui saindo de casa e por incrível que pareça ela me trouxe de volta pra igreja e lá me re (conheci)e voltei pra uma igreja carismática mais jovem e dinâmica e pensei....será?


Frequentava apenas a missa e pronto e sentia falta de tanta coisa, queria participar...mas não queria sabem como é? Tempo pra comunidade, pra igreja.... não queria me envolver.


O moleque foi batizado e cresceu em uma comunidade daqui de perto, todos o conhecem...mas não conheciam mesmo tempo, éramos apenas da comunidade.


O ano passado coloquei meu filho na catequese e ele ia muito a contragosto. Mãe a gente só copia e faz oração, dizia ele e eu falava... calma filho é assim mesmo logo você vai ver o quanto é legal, fará amizades pra vida toda.


Até que um dia antes dos avisos habituais no final da missa, falaram que a catequista precisava de ajuda.


O marido cutucou e disse vai lá e ajuda...e eu disse:  Não vai fácil, não vai ser só pra ajudar agora... será pra sempre... tem noção disso?


Meu tempo com vocês será divido, não sei fazer as coisas pela metade...vc sabe né?


Acho que ele não tinha noção rsrs


Pois bem, fomos viajar voltamos e peguei a turma nova... estava tão insegura, o que uma criança precisa saber na catequese mesmo? rsrsrs


Comecei a buscar orientação e formação e fui indo, mas uma coisa eu tinha certeza e ainda tenho...a catequese tem que ser algo marcante, algo que incluísse e instruísse ao mesmo tempo, que fosse alegre e que aprendessem com prazer.


Primeira coisa, catequese não é aula, catequese é um encontro com Cristo!


E comecei a bolar brincadeiras e dar informação e a catequese foi se tornando algo agradável...mas é um trabalho árduo, tem tanta coisa mais legal no mundo do que ir na missa e frequentar a catequese né?


Mas estamos firmes e este é o motivo da falta de tempo pra estar aqui com vcs, a tia da catequese é uma louca varrida rsrs... mas por Jesus e eu quero muito passar este amor pra eles e principalmente fazer a criança parte integrante da comunidade.


Então comecei a envolver eles nas comemorações da igreja, no primeiro ano fizemos uma encenação de Natal ficou lindo e eu chorei como um bebê, por que lidar com crianças é moleza...mas junto com as crianças vem as famílias e eu dependo disso tudo funcionando pra poder transmitir toda a nossa doutrina à eles.


E a nossa ultima encenação foi a paixão de Cristo com pessoas da comunidade, com os jovens e as crianças da catequese...foi lindo, emocionante e marcante.


Não posso colocar muitas fotos por que são crianças e não pedi a autorização dos pais pra isso, mas escolhi algumas pra colocar, espero que gostem!
Chorando com um abraço grande das crianças e amigas








Meu anjo mlk ops Gabriel

 




Nossa manjedoura






Bastidores da encenação da Paixão de Cristo



Bastidores da encenação
















Então foi isso gente, vou usar os artifícios que tenho em mãos pra evangelizar as crianças e isso tem se tornado o meu melhor projeto nos últimos anos... e o melhor o marido +Pai de Moleque  e o meu moleque participando de mais uma comigo <3

Gratidão Deus por nos permitir vivenciar isso.


Antes me achava católica praticante indo apenas a missa, hoje eu sei que estava enganada...praticamos o catolicismo participando da comunidade e na nossa casa.

E fazemos isso não por nós, mas por Ele!

Paz e bem a todos, grande beijo!

Mãe de moleque










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Pais de agora...


Oi Gente!
Pedi um texto especial sobre família pra minha querida colunista Prof. Nilva e ela fez... disse algo especial ... espero que leiam e reflitam!

Alerta máximo de textão não por ser grande em tamanho, mas de grande significado!!!

Colunista do blog Mãe de moleque

 


Hoje, é maravilhoso de se ver o quanto há compartilhamento entre homens e mulheres, pais e mães, das funções domésticas e na educação dos filhos.  Muitos homens, além de trabalharem diuturnamente, lá fora, ainda ajudam suas esposas - levantam cedo, fazem o café da manhã, aquecem a mamadeira do filhinho mais novo, chegam para o almoço, dão a papinha para os filhos menores, trocam fraldas, dão remédios, etc. Bem diferente de há algum tempo, quando essas funções eram exercidas, somente, pelas mães, mesmo quando trabalhavam fora.

Os papeis de outrora entre homens e mulheres eram precisamente muito bem definidos por gênero.  As ajudas às mulheres eram muito raras. E não existiam as facilidades tecnológicas que têm hoje, como máquina de lavar, fraldas descartáveis, etc. O pai quando chegava em casa do trabalho para o almoço ou no final do dia, ficava só como telespectador, observando o comportamento de um e de outro filho, como se fosse um fiscalizador. Mas bastava os filhos ouvirem o seu pisado para cumprirem com suas obrigações – tomar banho para ir para escola ou fazer o que a mãe já havia pedido. Se algo não ia bem, bastava que a mãe contasse o que estava acontecendo. E tudo era resolvido com seu pedido e “pouca conversa”; criando regras e estabelecendo limites. Sua presença, embora, até negada por muitos, era muito respeitada. Sua fala não era muito questionada.

Há três ou quatro décadas, esses papéis têm mudado muito neste espaço das “rainhas do lar”, que só agora faz jus aos donos. Os pais por comportarem como verdadeiros companheiros e as mulheres por terem os mesmos ali à disposição, sempre, para lhes ajudarem, mesmo quando a esposa não trabalha fora ou tem uma pessoa para ajudá-la. Aquela cultura machista de outrora ficou para trás. Mesmo aqueles que não foram educados vendo seus pais ajudando suas mães, e nem se quer, eles mesmos preparavam um lanche no meio da tarde, porque suas mães faziam questão de fazer, se adaptaram bem ao novo modelo. São muito mais carinhosos e participativos da vida dos filhos e também das suas esposas, nem se comparam com seus próprios pais.  

E isso, a meu ver e segundo estudiosos, é de crucial importância na vida de todos, pois promove o desenvolvimento cognitivo e social das crianças; facilita a capacidade de aprendizagem e a integração das mesmas na comunidade, desde a mais tenra infância até a passagem para a adolescência. Sendo referência na organização psíquica da criança, devido à sua função estruturante para o desenvolvimento do ego, etc.  

Entretanto, embora, tudo pareça um mar de rosas, o que se percebe é que o maior desafio de muitos homens é manter o equilíbrio de afetividade/confiança e cumplicidade sem perder a sua autoridade. Uma vez que, mesmo quando há pouca ou muita proximidade deles na vida dos filhos e das esposas, essa autoridade anda enfraquecida. Pois já não são tão admirados/reconhecidos e nem muito mais valorizados do que os pais de antigamente. Atualmente, sua participação já não é importante na hora de estabelecer limites quanto na hora de atribuir liberdade nem pelas mães e nem pelos filhos; antigamente, quando as crianças queriam fazer algo, suas mães diziam – “peçam a seu pai”. Mostrando, desse modo, que ele tinha a palavra final. E, hoje, “nem o homem nem a mulher sabem ainda definir com precisão seus papéis e funções familiares”.

E isso não é bom. Segundo Freud, em seu trabalho “Leonardo da Vinci e uma lembrança da sua infância”, afirma: "na maioria dos seres humanos, tanto hoje como nos tempos primitivos, a necessidade de se apoiar numa autoridade de qualquer espécie é tão imperativa que seu mundo desmorona se essa autoridade é ameaçada".

Ainda, segundo Luft, “Pais bonzinhos são tão danosos quanto pais indiferentes: o amor não se compra com presentes, nem permitindo tudo, nem fingindo não saber ou não querendo saber, muito menos desviando o olhar quando ele devia estar vigilante. Quem ama cuida: velho princípio inegável, incontornável e imortal, tantas vezes violado”.

Para finalizar, reconhecemos que há falhas de ambas as partes, tanto da mãe quanto do pai, e muitas vezes, nem o pai nem a mãe estão sabendo mesmo como agir frente a certas reações dos filhos. Muitos são hostilizados, ofendidos, maltratados ou humilhados pelos pequenos. Será que está faltando mais autonomia? É importante que os pais zelem pela boa educação dos filhos, deixando sua distinção na criação dos mesmos e no companheirismo com as esposas e tal. Isso faz parte dos bons exemplos / modelos de comportamentos para os meninos e meninas para uma vida mais feliz. No entanto, tanto os pais quanto as mães não podem deixar que “a credibilidade de pai” seja depreciada. É importante que a mulher /esposa/ mãe, que preze seu marido e filhos, ajude seu marido a manter essa boa autoridade, pois o seu reconhecimento lhes ajudará muito na solução de muitos males.

 Beijos até breve
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Entre cobras, sapos e afins

Oi pessoas!


Agora que me toquei que faz um tempão que não indico passeios legais e BBB pra vcs <3


Uma vergonha ser paulistana e não ter levado o moleque no Instituto Butantan ainda, mas acho que foi em boa hora.


Primeiro que ele tem idade legal pra aproveitar bem este tipo de passeio e melhor ainda foi visitar com amigos biólogos rsrsrs


Ele fez um monte de pergunta, curtiu muito, adorou o museu de microbiologia também.


E fez algo que pairava em seus sonhos de consumo pegar uma cobra coral (falsa claro) na mão...amou, falou nisso por dias a fio.


Então recomendamos muito o passeio.



















Bom ele entrou pelo menos cinco vezes na fila pra poder manusear a cobra e é lógico queria comprar uma pra trazer pra casa rsrsrs
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Aproveitem bastante o passeio

Serviço:
Av. Vital Brasil, 1500 – Butantã
05503-900 São Paulo, SP
(+ 55 11) 2627-9300

Bj




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Alto verão, calor, piscina e as otites

Oi gente!


No alto verão a molecada quer saber mais de estar na piscina e com isto aumenta muito os casos de dor de ouvido.


Fiz uma entrevista sobre o assunto com o Dr. Jamal Azzam médico formado pela USP em 1986, com residência médica no Hospital das Clínicas de São Paulo. O especialista tem de 30 anos de experiência em atendimentos e cirurgias na área de otorrinolaringologia. Dr. Jamal atende crianças, adultos e idosos de ambos os sexos; é membro titular da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial e ministra palestras em diversos congressos a nível nacional e internacional.




Imagem google
MLK :No ponto de vista do médico otorrinolaringologista, qual a melhor idade pra criança começar a praticar  natação?


Dr. Jamal:
Não existe restrição para o início da natação, mesmo em bebês pequenos. Entretanto, é fundamental e obrigatório que antes do início da natação o bebê ou a criança passe em consulta com um médico otorrinolaringologista para exame clínico e visualização do conduto auditivo e membrana do tímpano, bem como a avaliação respiratória nasal (especialmente quanto a questão de rinite alérgica ou rinite do lactente). Uma vez examinada e autorizada, nenhuma restrição ocorrerá.


MLK: Tem algum estudo de incidência em dor de ouvido em bebês,  a famosa dor de ouvido de nadador.


Dr. Jamal:
As otites externas incidem em 3 a 10 % da população geral, sendo que no verão este número aumenta significativamente, chegando até a 20 % do número total das consultas de otorrinolaringologia. A otite do nadador é um tipo de otite externa ocasionada pela exposição prolongada e repetida a água de piscina ou mar.  A pele do canal auditivo fica com microfissuras, permitindo a entrada e proliferação das bactérias.  A dor costuma ser intensa e lancinante.  Pode ocorrer febre e vazamento de pus, além da diminuição drástica da audição.


 MLK:Após uma otite média com pus e sangramento, com um rompimento do tímpano, a criança pode voltar a ouvir normalmente e fato que o tímpano se recupera? Existe alguma possibilidade de alguma perda auditiva nesta situação mesmo que pequena? Qual exame deve ser feito para verificar a audição nestes casos?


Dr. Jamal:
Otite média aguda é uma situação extremamente comum, especialmente em crianças até 1 ano de idade.  Nesta faixa etária estima-se que cerca de até 60 % dos bebês terão ao menos um episódio.  Aos 7 anos de idade cerca de 90 % das crianças já tiveram pelo menos uma otite média aguda. Nos Estados Unidos a otite média aguda é responsável por até 40 % das prescrições de antibióticos orais dos pequeninos. Lá estima-se que são gastos anualmente 5 bilhões de dólares com os custos diretos e indiretos dos tratamentos das otites. Toda otite média tem seu potencial de gravidade e complicações, além dos sintomas que são bastante incomodativos.Quando existe um vazamento de pus em um quadro de otite média, certamente existe uma perfuração da membrana do tímpano a qual permitiu a drenagem.  Isto gera uma perda auditiva momentânea e a massiva maioria dos casos tem uma cicatrização completa, sem sequelas, nem anatômicas, nem auditivas.  Ou seja, a criança volta a escutar normalmente. Entretanto, em alguns casos pode haver complicações que geram perdas auditivas (que podem ser definitivas), como vemos a seguir:


- otite interna (labirintite infecciosa)


- perfuração da membrana do tímpano com otite média crônica simples


- perfuração da membrana do tímpano com otite média crônica supurativa


- perfuração da membrana do tímpano com otite média crônica colesteatomatosa


- otite média adesiva


Portanto, o tratamento e acompanhamento devem ser feitos com médico otorrinolaringologista e assim evitar todas as possíveis complicações graves. O acompanhamento pode ser feito apenas clinicamente, ou seja, através das consultas periódicas, ou através de exames complementares como a audiometria, impedanciometria, BERA etc.  Tudo dependerá da idade do paciente e da indicação precisa do médico.








5 COISAS QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE CRIANÇAS


USANDO PISCINA OU PRAIA NO VERÃO DE ACORDO COM DR. JAMAL AZZAM.


 


1) No verão existe uma incidência extremamente aumentada de otites externas causadas por exposição prolongada e repetida à água de piscina e/ou praia.  A pele do canal do ouvido é muito fina e sensível e a umidade constante leva a microfissuras com consequente infecção.  As dores são intensas e persistentes, muitas vezes até ocasionando secreções de pus. Pode também causar febre e perda parcial de audição;


 


2) O uso de tampões para natação são contraindicados. Ao contrário do que muitos pensam os protetores não impedem a entrada de água nos ouvidos, uma vez que existe pressão para a água entrar, especialmente em mergulhos.  Mas, não existe nenhuma pressão para a água sair, ocorrendo então uma tendência para ficar muito tempo represada dentro do ouvido, predispondo a infecções;


 


3) Muito cuidado ao "quebrar" as ondas do mar com o corpo virado de lado. Essa prática deve ser evitada, uma vez que a intensa pressão da água causada pelo choque da onda pode levar até a uma perfuração da membrana do tímpano;


 


4) Caso a água tenha entrado no ouvido e haja dificuldades para sair, então podem ser adotadas as manobras tradicionais como movimentar levemente a orelha ou até deitar de lado.  Mas nunca utilizar álcool, azeite ou qualquer líquido dentro dos ouvidos sem ter uma ordem médica: isto pode levar a lesões graves. Caso a situação persista, consulte um médico, pois algo mais alarmante pode estar acontecendo, como uma otite em desenvolvimento;


 


5) Cuidado ao mergulhar, pois se sentir que o ouvido não compensou a pressão, deve – se voltar a superfície.  Um simples mergulho em uma piscina comum, com 1,80m de profundidade, já pode causar um trauma na membrana do tímpano pela pressão da água.  Caso sinta dor ou sensação persistente de ouvido tampado, não mergulhe mais.  E se a sensação persistir ao longo do dia, um médico deverá ser consultado.


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