Festinha infantil, e agora?


Karina Colunista Blog Mãe de moleque
A decisão de participar das festinhas infantis é muito delicada, às vezes é um estresse tão grande estar em um lugar cheio de comidas proibidas para uma criança alérgica que prefiro não ir, principalmente se não tenho intimidade com a mãe da criança e com os convidados.
Nós mamães, sabemos como é difícil dizer aos nossos pequenos que eles não podem comer o que as outras crianças comem, e no caso do Dante, que ele não poderia brincar com as crianças se elas estivessem lambuzadas de maionese ou chocolate, porque ele reage a traços inclusive de contato.
Confesso que muitas vezes fiquei chateada quando ouvi comentários dizendo que isso era frescura ou que eu era exagerada, que ele precisava criar imunidade...
Mas como não podemos colocar nossos filhos em uma redoma, vamos lá socializar, dentro da medida do possível!
Quando recebemos um convite de algum amiguinho novo, uns dias antes da festa entro em contato com a mãe do aniversariante, explico que o Dante é alérgico e pergunto o cardápio e se ela se importa que eu leve a alimentação dele. No início foi mais difícil, inclusive pra mim, que tinha que explicar que só um pouquinho também fazia mal e que só dele ter contato com determinados alimentos já reagia e poderia ter edema de glote, mas no geral as mães aceitam numa boa a idéia da lancheira e muitas até se compadecem e oferecem pra fazer os quitutes.

No dia da festa, antes de sair de casa, preparo a lancheira junto com eles, mostro o que estou levando, explico que já falei com a mãe da criança e que terão as mesmas coisas na festa, mas que eles devem sempre me procurar antes de comer ou aceitar qualquer comida.
Dante -Arquivo pessoal Karina

Quando chegamos à festa, procuro imediatamente a mãe do aniversariante e pergunto sobre o serviço, como serão servidos os lanches, os salgados, a hora do parabéns e geralmente combino com ela de não servir o Dante. Caso seja um Buffet, peço a dona da festa que me apresente à pessoa responsável pelo serviço, mostro o Dante explico toda a situação e peço que ele não seja servido, em hipótese alguma durante a festa. 

Ahhh uma coisa muito importante! Se os meus filhos são convidados para a festa, eu fico na festa, mesmo que seja uma festa só pra crianças, deixo bem claro pra mãe lá naquele primeiro contato, que pra segurança dos meus filhos e pra tranqüilidade dela, eu ficarei na festa.

Logo que descobrimos a alergia, principalmente do Dante, ganhei um livro de uma amiga muito querida, chamado “Viva sem Alergia” – Alice Sherwood –Publifolha, este livro tem mais de 100 receitas com substituições para leite, ovos e glutem, além de um pequeno manual de etiqueta para alérgicos e mães de alérgicos que me ajudou muito.
Receita:
Pão de queijo sem queijo ( Pão de mandioquinha)
Ingredientes:
200g de polvilho azedo
Pão de queijo sem queijo
300g de polvillho doce
150ml de azeite de oliva
500g de mandioquinha (cozida e espremida)
1/3 de xícara de água
1 colher (chá) de sal
1 colher (sopa) de orégano, alecrim, manjericão ou açafrão da terra (para ficar mais amarelinho)
Modo de preparo
Misture o polvilho doce, o azedo, sal, ervas e óleo em uma tigela grande. Acrescente o purê de mandioquinha e, aos poucos, vá adicionando a água. Misture a massa até ficar homogênea. Faça os pães do tamanho e formato que desejar. Preaqueça o forno (10 minutos) a 180ºC. Sem untar a forma, coloque os pães em uma assadeira e deixe no forno por 20 a 25 minutos, dependendo do forno. Se necessário, após estes 20 minutos, aumente um pouco o forno (por volta dos 205 C) para dourar um pouco, por cerca de 15 minutos.

Beijos

Karina
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Autista...faz de conta


Oi gente!

Cada vez que ela escreve, descubro que nada sei sobre autismo. Estou acompanhando com vcs a história de superação e alegria desta família que eu amo e admiro.
Autista também faz de conta!
Dalila, colunista do blog Mãe de moleque


No meio da minha sala passa um cabo de aço de um lado a outro, na altura do forro, mas sobra um espaço superior para passar lençóis e fazer uma cabana. Em baixo eu ponho colchonetes e, por causa da altura, dá até pra colocar umas cadeiras. Lá é a casinha, o castelo, a escola; é o abrigo e o ninho de todas as brincadeiras. Mas faz tempo que não monto essa cabaninha.

Meu quintal não é muito grande, mas esse final de semana virou praia. As toalhas de banho que secavam no varal foram abertas no chão (uma ao lado da outra) e meus pequeninos estavam deitados sobre as toalhas, com as mãos sob a cabeça, as pernas cruzadas e meus óculos de sol no rosto; o hidratante estava jogado no chão, com a tampa aberta, fingindo ser protetor solar.




A casa foi invadida pelo mundo de Walt Disney e Mickey e Minnie não são namorados, mas irmãos! Agora os ratinhos mais amados do planeta vivem aqui na minha casa, comem comigo na mesa e dormem comigo na minha cama. Qualquer amiguinho(a) que chegar para brincar vira personagem também! Tem até rabinho...


Por aqui tem sido assim: uma fantasia atrás da outra!

São ratos, palhaços, heróis e princesas. Cada hora é uma história, cada história é cheia de personagens e esses personagens são vividos pelos 2! Sim! Pedro também vive o personagem! Ele realmente vive o personagem, se comporta como tal e separa quem é o personagem de quem é Pedro.


Mesmo com toda correria que está minha vida, entre trabalho, bolos, casa filhos, é sempre muito prazeroso compartilhar de momentos assim com meus pequenos! O autismo faz parte de nossa família e isso não é um problema para nós. Ao contrário, penso que se não houvesse autismo talvez não prestássemos tanta atenção ao desenvolvimento dos nossos pequenos e esse proximidade (imposta pela condição autista) tem feito muito bem a todos nós.

Nada é em vão; se não é bênção, é lição! 

Então é importante e faz bem a gente parar um pouquinho diante do que julgamos ser um problema, guardar o sentimento no nosso coração, e depois olhar com olhos diferentes, usar novos pontos de vista. Só o tempo nos diz o porque e nos mostra que tudo o que nos acontece tem uma razão de ser.

Seja grato, sempre! 



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Sexualidade na infância






Dra. Claudia, colunista blog Mãe de moleque
Olá mamães, hoje vou falar de um tema solicitado por muitas leitoras do blog, que pode ser delicado para algumas de vocês e para outras nem tanto, isso depende muito de como foi abordado na sua infância.











A reação da grande maioria dos pais depois que seu filho faz perguntas do tipo "Como eu nasci?" ou "Como o meu irmãozinho foi parar dentro da sua barriga?" e mesmo quando flagramos a criança brincando com os seus órgãos genitais é de surpresa e, em alguns casos, de constrangimento.

Os valores culturais e morais, por mais diferentes e abertos do que anos atrás, a infância ainda nos remete à pureza e inocência. Crianças são puras e inocentes no sentido de que quando brincam de médico ou tocam suas partes íntimas não tem ideia de libido e sexo como os adultos, apenas estão se descobrindo e sentindo prazer no que fazem.

As crianças não se excitam. A experiência é exclusivamente sensorial. O problema está no olhar do adulto para a sexualidade infantil. O adulto que erotiza, dando um sentido distorcido, proibido e, por vezes, sujo. Essa não é a melhor maneira de lidar com a sexualidade infantil.

Caso os pais vejam a criança acariciando seu órgão genital na frente de outras pessoas, ao invés de dar bronca, diga para seu filho que isso é um ato íntimo e não pode ser feito na frente de outras pessoas ou simplesmente chame-o para brincar de outra coisa.

Se for brincadeira com outro coleguinha da mesma idade, deixe passar e converse sobre o assunto depois ou peça para que eles parem a brincadeira, pois o papai ou a mamãe precisam de ajuda, sem soar como recriminação. Brincadeiras com crianças da mesma idade não há perigo, o problema haverá quando uma criança for muito mais velha que a outra, dando outro sentido à brincadeira.

 



Agora, diante de perguntas que peguem os pais de "calças curtas", o ideal é responder até onde a curiosidade da criança alcança. Informações de menos levam a criança satisfazer a curiosidade em lugares muitas vezes inadequados. Informações demais, como uma aula completa sobre como o irmãozinho foi parar dentro da barriga da mamãe podem fazer confusão na cabecinha da criança. Já as mentiras contadas pelos pais farão com que as crianças não confiem mais na relação e a conversa sobre sexualidade seja um canal fechado, tendo como consequência mais tarde uma gravidez indesejada ou mesmo vergonha de falar sobre um abuso sexual.

Abuso sexual é outro motivo para que se fale sobre sexualidade para os pequeninos desde cedo. Já se pode explicar para crianças a partir de três anos sobre as partes do corpo e que adultos não podem acariciar certas partes.

Tudo o que é passado para as crianças com transparência e naturalidade, sem preconceitos e mentiras, é desenvolvido da melhor maneira sem traumas ou consequências. Não precisa contar toda a verdade para a criança, mas tudo o que você contar tem que ser verdade.

Brincar é fundamental

Através da brincadeira, ela treina ações futuras, aprende novos papéis, ensaia como deve ser o comportamento esperado do seu sexo, elaborando as informações que foram transmitidas para ela. E assim, vai se desenvolvendo e atravessando diversas etapas no processo de identificação sexual: no início, imita as pessoas que têm para ela grande valor afetivo. Depois, ao descobrir que é homem ou mulher, trata de repetir os comportamentos da pessoa do mesmo sexo.

Compreendendo as relações entre casais

O prazer do vínculo afetivo e das interações sociais se dá em paralelo com a percepção das relações amorosas entre casais. Para compreender essa realidade do mundo, a criança se utiliza de recursos próprios da fase que vive: o faz de conta e a imitação. Através do desenho a criança demonstra o interesse sobre os relacionamentos, como por exemplo, um passeio de mãos dadas com um colega - ou seja, uma situação típica de namoro, relatada no desenho ou até numa brincadeira de criança.

Tratar com naturalidade

Se para os adultos, a sexualidade já é um tema difícil, imagine para as crianças. Por isso, vá com calma ao lidar com o assunto. Mesmo porque a curiosidade é sinal de inteligência. Os pais não devem se desesperar porque sua filha ou seu filho estão se tocando. Mas também não precisam ficar passivos. Devem orientar os filhos de forma tranquila e de maneira que fique confortável para todos.



Limites sem trauma

Bater na mão da criança e dizer que é feio quando flagramos os pequeninos se tocando, está longe de ser a melhor conduta. Pode deixar traumas desnecessários. A criança se assusta e intuitivamente repele de sua vida a busca por esse tipo de sensação. Além disso, o assunto vira algo proibido e dá margem para tabus e preconceitos no futuro. Levar a criança para o banheiro para fazer xixi ou cocô ainda é a melhor maneira de mostrar que lá é o lugar de mexer nas partes íntimas e também de desviar o foco de atenção. Quando volta do banheiro, ela se esquece de se tocar. Agora, se o pequeno insiste em se tocar na frente de todos, mesmo que não saiba exatamente o que está fazendo, ele precisa saber que o papai e a mamãe vão ficar tristes se continuar, de preferência com uma conversa mais séria, que faça a criança também pensar, e não simplesmente obedecer.

Se esses atos forem excessivos, pode ter ocorrido alguma alteração emocional. Procure um psicólogo para melhor avaliação e orientação, tanto para a criança quanto família.

Um abraço da Psicóloga Cláudia Silva


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Parque da Mônica faz 1 ano

Oi Gente,


Dia 28 agora fomos passar o niver do moleque de 9 anos no Parque da Mônica, veio um filminho na minha cabeça de 7 anos atrás quando comemoramos seu aniversário no antigo parque, ele estava tão feliz, tinha tantas pessoas queridas e todos curtiram um monte o Parque.


Agora estão lá no shopping SP Market, logo que chegamos já ficamos encantados, a qualidade de atendimento no parque, os brinquedos tudo bem cuidado e com o mesmo carinho que sentimos 7 anos atrás.

E o primeiro parque que o bbrizzo2 foi, na barriga né rsrsrs mas já se divertiu =)

O parque estava cheio mesmo assim, estava extremamente limpo, mesmo a área de alimentação, sempre tinha funcionários arrumando tudo, realmente impecável.

Tem área família para os cuidados com os bebês, cadeirões de alimentação, carrinhos de passeio, tudo disponível e de fácil acesso.

A área de aniversário bem montada, local fechado para seus convidados que depois podem continuar no parque, verifique os valores na administração do parque.

Muitos brinquedos para crianças menores e grandinhas também, aliás vi uma turma lá de 12, 13 anos curtindo bastante, inclusive uns e outros rsrs de 42 e 50 anos rsrss...eu vi viu =)



Tem um show super gracinha com toda a turma para comemorar este primeiro ano de Parque a mamãe ficou sentadinha vendo, foi bem emocionante.

Um excelente passeio em família e recomendamos!!!

Ps. Achei muito legal a inciativa do shopping no estacionamento tem fotos de pessoas desaparecidas, um shopping plano e de fácil acesso inclusive para deficientes físicos.


Serviço:
Parque da Mônica
Av. das nações unidas, 22.540
Pertinho da estação de trem Jurubatuba 
Horário: Verifique sempre o site









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Manual de sobrevivência materna...ter opinião diferente da sua nem sempre é julgamento.


Oi mamães,



Antes que me critiquem rsrsrs impressionante como mães de internet usam este artificio com tanta sabedoria #sqn



Incrível como o mundo materno anda solitário, somos capazes de nos expor em grupos maternos gigantes, em páginas maternas influenciadoras, mas não somos capazes de aceitar a opinião de alguém próximo sobre nossa maternagem.



A maioria de mães participam de grupos no face e até no whats, confesso que nunca tive bons momentos em grupos assim até sendo moderadora, vejo que as pessoas se escondem em perfis para dizer o que vem na caixola.



Quando uma mãe pede ajuda, a maioria se compadece tem as exceções claro, pessoas que fazem de tudo um ringue, não sabem expor sua ideia nem tão pouco ajudar.



Mas agora estamos numa fase bem pior, qualquer lugar em que uma mãe expõe algo que aconteceu na sua rotina, ou alguém expõem a rotina de uma mãe que por exemplo...começa uma postagem assim... fiz algo errado com meu filho..., mas por favor não me julguem (leiam na entrelinha, quero apenas comentários de mães que pensam como eu, pois quem pensa contrário me julga e não estou preparada para isso)



Agora vivemos numa sociedade onde uma opinião contrária ou divergente da maioria é julgamento, perdemos a capacidade de aprender com o erro dos outros e com os nossos, onde isso ocorre infelizmente não há crescimento.



Uma influenciadora materna digital que não dá opinião sobre nada, não fala sobre como faz, nem sempre é a mais sabia. Ouso a dizer que na maioria é aquela que fica em cima do muro, tem medo que o patrocinador não pense igual, tem medo de perder seguidores que pensem o contrário, tem medo de perder números...ela não te trata como um ser individual, vc é apenas o curtidor 1320230498...fuja delas, elas não vão de fazer crescer como pessoa, nem como mãe.



E bom não tem pensamentos iguais, isso nos faz crescer e se o que a pessoa te disser não te acrescenta não absorva...simples assim, isso para mim se chama maturidade!





Agora grávida, me incomoda pessoas contando coisas tristes e dramáticas sobre a gravidez, eu ouço e não absorvo, mas fico fula da vida, mas não xingo, não distrato, faço cara de paisagem e sigo.



Agora tem um ser perigoso materno surgindo, são as mães de internet, pessoas que se escondem atrás de perfis, para xingar...queria ver falar cara a cara o que falam na rede, queria mesmo. Estas são as piores nunca de ouvidos ao que escrevem são seres acéfalas, desprovidas de quaisquer entendimentos do que é viver em sociedade, estão nos lugares para semear discórdia apenas isso, se rebater o que dizem ficam piores e piores.



Elas são ao contrário de quem consegue expor uma opinião divergente da sua, pessoas que conseguem expor sem recriminar, que consegue contrapor, argumentar, estas te fazem crescer...estas eu quero perto de mim.



Gosto de conversar sobre vários temas, tenho opinião formada sobre quase tudo como já dizia Raul Seixas rsrsrs, sou de uma época diferente, onde ter opinião era bom, os amigos reais eram em maior quantidade que os virtuais e podíamos não ter a mesma opinião, mas nos respeitávamos e continuávamos amigos.



Um filósofo chamado Voltaire escreveu certa vez "posso não concordar com o que dizeis, mas defenderei até os últimos momentos o direito de dize-las".



Quando respeitamos opiniões diferentes das nossas aprendemos a respeitar o espaço do outro, entendam temos o direito de não concordar, mas não temos direito de desrespeitar ninguém por isso.



Conversas sobre temas polêmicos devem sempre existir, isso nos faz conhecer melhor sobre tudo e principalmente formar nossa própria opinião.



Não seja uma maria vai com as outras como dizia a minha mãe, se informe, tenha opinião própria e saiba argumentar e contra argumentar e pode se surpreender de assim proceder quanto vais aprender (estou cheia de prosa e verso rsrsrs )



Beijos de luz



Elaine- Mãe de moleque



Ps. Mães com opiniões diferentes das minhas são muito bem-vindas aqui, obrigada por existirem e me fazerem crescer como pessoa e mãe...gratidão!




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Você já teve a curiosidade de ler a lista de ingredientes dos produtos que você compra no supermercado?


Oi pessoal

Hoje a Karina veio falar sobre a rotina de mães de alérgicos em saber tudo que esta no rótulo e o quanto isso é importante e depois da campanha Põe no rótulo, isso mudou um pouco pra melhor, mas tem que melhora bastante.
Vem ler!
Karina colunista blog Mãe de moleque


Põe no rótulo!

Você já teve a curiosidade de ler a lista de ingredientes dos produtos que você compra no supermercado? Tarefa nada fácil quando você é leigo, não é?

Depois do diagnóstico de alergia alimentar, tive que aprender a ler rótulos na marra. Nem imaginava que tinha leite, por exemplo, em shampoo, sabonete, salame, ( pasmem!) atum em lata, balões de festa... Fora o que descobri sobre sódio, carboidrato, gordura...

E os tais TRAÇOS? Restos de ingredientes que ficam no maquinário! A indústria alimentícia compartilha equipamento entre suas linhas de produtos, então um macarrão que, teoricamente não tem leite em sua lista de ingredientes, é feito no mesmo maquinário daquele pão de forma.  Aí vem a pergunta: Eles não higienizam o maquinário? Não! De acordo com as autoridades da indústria alimentícia, o custo de parada de produção e limpeza inviabilizaria a produção... E isto não é só no Brasil, no mundo todo funciona da mesma maneira. Com raríssimas exceções, as indústrias possuem três ou quatro linhas de produção para uma lista com mais de quinze produtos.


O pior é quando você pega um rótulo que está tudo em termos científicos, ou que não contém informação sobre traços. E agora? Como saber se posso ou não dar ao meu filho? Recorri inúmeras vezes ao SAC do fabricante, pelo telefone ou por e-mail. As redes sociais foram as minhas maiores aliadas, nos grupos de mães de alérgicos existem listagens de retornos de SAC com informações sobre traços, principalmente de leite, que é a alergia alimentar mais comum entre as crianças atualmente.

 Ir ao supermercado virou uma saga! As primeiras vezes demoraram quase o triplo do tempo habitual, pois não sabia mais o que poderia ou não comprar, muitas substituições foram necessárias devido às múltiplas alergias.  A saída foi turbinar a lista de compras, colocando opções de marcas e sabores, passei a comprar mais “matéria prima” do que preparações prontas e passei de “visitante” da cozinha à “dona” do fogão. Nunca imaginei que seria capaz de fazer pães, molhos, caldos, vários tipos de bolos, salgadinhos de festa e tudo gostoso! 

Durante os anos de 2014-2015, houve uma campanha intensa nas redes sociais, promovida por um grupo de mães para que a indústria brasileira colocasse os ingredientes de forma clara no rótulo dos seus produtos, inclusive com alertas aos alérgicos. A campanha “PÕE NO RÓTULO” foi um sucesso e chamou a atenção no Brasil inteiro. A câmara dos deputados  federais sancionou uma lei que obriga a indústria a colocar todos os ingredientes no rótulo e ainda o alerta ao alérgicos. Esta lei entrou em vigor em Junho de 2016.

Pra finalizar, uma receitinha J

Bolo de chocolate sem ovos do Dante

Ingredientes

2 xícaras de farinha

1 colher de sobremesa de fermento

( pode substituir o fermento por 1 colher de chá de bicarbonato de sódio e 1 colher de sopa de vinagre branco)

½ colher de café de sal

3 colheres de sopa de cacau em pó

1 xícara de açúcar

3 colheres de sopa de óleo de girassol

 ( pode usar óleo de soja, margarina ou óleo de côco)

1 xícara de água ou leite( pode usar leite de soja ou de côco)

Modo de fazer

Bata o açúcar com o óleo até ficar homogêneo, então acrescente os ingredientes secos peneirados alternando com a água ou leite.

Despeje em forma média untada .

Leve ao forno médio pré aquecido por 30 minutos.

Como não leva ovo, não é necessário utilizar batedeira.
bolo de chocolate sem ovos do Dante









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Mãe de autista, vem com adicionais de fabrica!


Oi gente,

Conheci a Dali em um grupo de mães de uma colega blogueira. Tinham colocado uma foto de um menino com seu carros enfileirados e arrumados, não lembro se eu que postei foto do mlk ou outra pessoa.
Dentre os comentários dois me chamaram atenção da Dali e de outra mãe, dizendo que aquilo podia ser sinal de autismo.

Conversa vai e vem, chegamos em um acordo que para uma criança ser declarada autista tem uma serie de fatores a serem levantados e muitos comportamentos digamos "estranhos" em autistas, muitas crianças tem, como enfileirar carros, separar por cores.

Foi então que a convidei pra escrever e cá esta, falando sobre sua rotina com seu mlk.

Então, muita coisa pode ser sim algo que chame atenção e pode ser autismo, ou alguma síndrome, mas uma coisa ou outra em específico não serve como parâmetros e sim um aviso se algo mais "diferente" estiver acontecendo e principalmente...confie nos seus instintos de mãe.

Beijos


Quando a gente tem um filho autista a gente vira uma mãe com adicionais (kkkkkkkk): 

- A gente vira fã dos desenhos preferidos do filho para conseguir conversar com ele, entender o que ele diz e até fazer negociações ;)

- A gente vira chef e se vira nos 30 pra preparar receitinhas sem glúten/sem leite para os nossos pequenos.

- A gente cria uma tolerância apuradíssima para conseguir ver/ouvir o mesmo episódio de um desenho/filme ao longo do dia inteiro, e da semana e até do mês inteiro!

- A gente fica um pouco médica, um pouco cientista, vai devorando mil artigos e leituras sobre autismo e vivenciando tudo aquilo na prática, dentro da própria casa!

Nessa convivência diário-científica com um autista eu me percebo na curiosa sensação de saber exatamente o que ele está sentindo/pensando. Não é uma sensação de empatia nem de telepatia; é uma sensação estranha de já ter vivido situações semelhantes. Sempre indago a minha mãe sobre a minha fala, sobre minhas coisas de crianças e ela diz toda vez que "nunca viu nada de 'anormal'". Mas eu me lembro que eu não era muito de ter amizades, sempre preferi meu cantinho mais quietinho (e ainda gosto muito disso). Hoje, chegando aos 32, tenho insights de conceitos de matemática que me torturaram nos tempos de escola, ou até de orientações que recebi de meus pais e nunca compreendi bem.

Quando vejo alguém fazer uma pergunta pro meu filho de algo que acabou de acontecer diante dos olhos dele e ele não consegue responder, parece omissão, medo, culpa e por isso não responde; mas ali, observando, eu sei no meu íntimo que é paralisante! Me lembro que muitas vezes minha mãe me fazia perguntas e eu não sabia responder, mesmo sabendo que deveria saber. Isso ainda acontece comigo, mas bem menos frequente. Engraçado é que a outra pessoa acha que estou mentindo ou escondendo informações, mas não é; a sensação é de não conseguir acessar a informação no cérebro, como se aquela pasta completa tivesse sumido do seu HD, mesmo tendo a certeza de que a salvei lá.

Eu ainda tenho uma certa "fobia social" que é socialmente aceita: não costumo visitar pessoas (sem que elas me convidem previamente) e fico sem saber como agir quando alguém aparece sem avisar (a primeira sensação é um mini-pânico, segundos que logo passam). Confesso que as redes sociais me ajudam muito a desenvolver o meu "papel social" sem ter que exercê-lo, porque sempre estou em contato com as pessoas, me expresso, troco informações, tenho notícias de pessoas queridas sem necessariamente estar em contato físico com elas.

Eu também preciso de certa "antecipação" das coisas, confesso que não sei lidar muito bem com a sensação de trocar o planejado pelo inesperado. Mas quando falo de "inesperado" não falo sobre os imprevistos ou as coisas da vida; eu falo de quando você planeja passar o fim de semana com as crianças na fazenda e o marido diz que não vamos mais porque temos aquele churrasco de aniversário do melhor amigo; dentro de mim aquilo causa uma agonia tamanha e eu preciso respirar e me reprogramar internamente. Em termos de relações pessoais não chega a ser um problema porque fui aprendendo a evitar embates e discussões desnecessárias, mas internamente não acontece assim.

Então eu tenho essa "coisa" com meu filho, de conseguir compreender algumas situações dele, porque me identifico com elas.

Em minhas leituras, me deparei com as palavras da Fátima (Fátima Dourado, Pediatra e Psiquiatra, Fundadora e Diretora Clínica da Casa da Esperança, Diretora Técnica da ABRAÇA.), e eu trouxe um fragmento pra vocês:

  "Não existem dois autistas iguais. Mas todos costumam ser socialmente inocentes. Não costumam mentir, não trapaceiam, não puxam tapetes de ninguém. Pisam constantemente nas etiquetas, não entendem as sutilezas do jogo social, não querem derrubar ninguém. Podem até mesmo causar constrangimentos, com suas verdades contundentes".  

Por outro lado, tudo isso me leva a uma outra linha de pensamento. Penso sobre o quanto as famílias eram mais reservadas no tempo que eu era criança, as informações sobre tudo não eram abertas e livres como são hoje e muitas pessoas não tinham ideia nenhuma sobre autismo e toda a gama de transtornos comportamentais. Muitos adultos de hoje foram autistas sem diagnóstico na infância e tiveram que se desdobrar pra se adaptar ao mundo.

E hoje? Quantas crianças permanecem sem diagnóstico? Sem acompanhamento? Sem intervenções?
Pode ser o filho de um colega da faculdade, a balconista da padaria, a professora do seu filho. Ou pode ser você. Ou eu!


Bjs
Dali


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A rotina da garotada e os deveres de casa


Oi Pessoal!

Quem nunca ouviu de um filho, pra que existe lição de casa?
Ouço isso desde que ele começou a estudar nunca gostou, geralmente faz rapidamente só pra se livrar. Nos primeiros anos eu acompanhei e agora dei uma afroxada, acompanho de longe, tento interferir o mínimo possível pra tentar criar nele o senso de responsabilidade pelo seu próprio estudo.
Quando a professora não percebe ele faz a lição de casa na sala = /
Pior que não consigo brigar com ele...
Sempre ensinei "Aula dada, aula estudada", a lição de casa era o reforço da lição aprendida durante aula e assim ele nunca estudava para as provas, estava sempre afiado.
Nesta escola as aulas são de uma matéria e pra casa levam outra matéria e assim ele ficou um pouco perdido e desorganizado e agora tenho que sentar com ele e estudar, uma coisa nova pra nós dois, por que ele nunca precisou e com as provas da escola sendo trimestrais piorou, o conteúdo e muito grande e cansativo para relembrar...mas enfim é o que temos e ele tem que se adaptar não é mesmo?!
Nossa colunista hoje traz um texto sobre isso dever de casa e a importância dele na formação estudantil.
Bjs





Colunista Blog Mãe de Moleque
O segundo semestre do ano letivo já começou...É tempo da garotada chegar da escola, almoçar ou fazer um lanche, no final da tarde, e colocar a mochila sobre a mesa e começar outra nova rotina - a das “tarefas de casa” - tão cansativa, porém inevitável. Uma vez que, por mais que os professores esforcem para quebrá-la, sabem que é fundamental. Só através da repetição/do treino e da dedicação paciente e ininterrupta, o ser humano pode explorar adequadamente suas potencialidades. Buscando a oportunidade de superar, fazer melhor, alcançando a excelência, no que desejar, assim, como os esportistas olímpicos fazem, por exemplo.

Ao longo da minha vida, como aluna, como mãe, professora, coordenadora e diretora escolar, sempre, preocupei-me muito com as atividades extraclasse; principalmente, por possibilitarem ao professor revisar/complementar/aprofundar os conteúdos que considere importantes para a construção do conhecimento do aluno em determinado período; facilitando o planejamento diário das atividades, além do acompanhamento contínuo e valiosíssimo dos pais, na vida escolar dos seus filhos.   

Apesar de a rotina ser considerada tediosa para muitos alunos, quase sempre é realizada depois de uma manhã ou de uma tarde cansativa, na escola, é através dela que permite a cadência sequenciada de atividades. Que quando bem planejadas, diferenciadas e desafiadoras podem construir a base principal do trabalho pedagógico pelo professor e da aprendizagem pelas crianças e adolescentes. Dando oportunidade ao que ensina, além de rever e facilitar a construção do conhecimento pelos alunos, reformular a sua proposta de trabalho, quando necessária, por razões do progresso ou os motivos pelos quais os estudantes não progrediram. A rotina, segundo Madalena Freire, “é o alicerce básico para que o grupo construa seus vínculos, estruture seus compromissos, cumpra suas tarefas, assuma suas responsabilidades para que a construção do conhecimento possa acontecer”.

No entanto, se a formação desse hábito não for desenvolvida, desde os primeiros anos de vida escolar, com certa avaliação, reflexão coletiva de professores e coordenadores, e um bom acompanhamento das famílias, principalmente, pelas que têm filhos pequenos, pode levar um número grande de crianças e adolescentes, quase por toda a vida, ter certo descaso pelos estudos, tornando quase que incontrolável. "Construir conhecimento, segundo a filha de Paulo Freire, a educadora que escolhi para embasar as minhas ideias, não é como ir ao cinema ou jogar bola. Exige tempo determinado, espaço determinado, rotina de trabalho, constância. Sem rotina não se desenvolve disciplina intelectual, e isso se faz já a partir dos dois anos." Por isso, é de suma importância que os educadores valorizem / exijam dos seus alunos que cumpram, assiduamente, essas atividades, desde que vão para escola pela primeira vez; fazendo as devidas correções – não se esquecendo de incentivar, de pedir, sempre, a ajuda dos pais, nas reuniões de pais e mestres ou quando vão à escola para levar e buscar os filhos, no dia a dia. Eles são os seus maiores aliados, queridos colegas. Sem o acompanhamento deles, dificilmente, as crianças terão sucesso nesta área da vida.

Ainda, por caracterizar-se como facilitadora da aprendizagem, a rotina dessas atividades não deve sobrecarregar ou comprometer o tempo de repouso, lazer, higiene e alimentação das crianças e dos adolescentes, como se eles estivessem estudando em tempo integral. Existem escolas, excelentes por sinal, que passavam tanto tarefas para casa que a criança ou o adolescente não tinha tempo para nada.  Aprendia, mas ficava bem estressada (o).  E, assim, torna prejudicial. O bom senso dos professores é primordial, nesta prática, tanto quanto ao inesperado, quanto à quantidade, à organização do tempo - adaptação da criança à mesma, e ao ritmo próprio de cada uma - ensejando alternativas diversas, frequentemente, simultâneas de atividades mais ou menos movimentadas e criativas, que chamam atenção; individuais ou grupais (mais fácil nas cidades do interior), que exijam maior ou menor grau de concentração e atenção.

O maior desafio deve estar concentrado, especialmente, nas duas primeiras etapas da Educação Básica que compreende a educação infantil e o ensino fundamental. Contando, sempre, com a disposição, a compreensão e muita paciência da família, no sentido de não deixar que fatores externos interfiram nos pensamentos das crianças e dos adolescentes, e esses percam o foco do que estão fazendo. Esse momento de estudos e tarefas deve ficar estabelecido, sempre, num mesmo horário, mesmo local, com boa luminosidade, limpo, organizado, sem ruídos por perto (som da televisão, áudios ou vídeos de celulares, ou conversa alta), evitando, desse modo, que as crianças sejam interrompidas. Dando o suporte necessário para que as crianças desenvolvam essas atividades, sozinhas, sem a ajuda deles. Só em caso de dúvidas, os pais deverão orientá-las, para que juntos busquem as soluções em seu próprio caderno, livro ou apostilas. Já que, na maioria das vezes, os deveres de casa são retirados de conteúdos que foram trabalhadas em classe.

Portanto, é um recurso pedagógico relevante que exige a compreensão de todos, nesta fase, até que a criança admita não ser uma mera obrigação, com o objetivo apenas de ganhar um visto e ponto final, mas um trabalho significativo que pode ser prazeroso. Despertando em si próprio e na família a consciência de que os deveres de casa, mais do que um meio de multiplicar o rendimento da sala, sirvam de entrelaçamento entre as famílias e a escola; buscando, desse modo, maior engajamento das mesmas, maior parceira na vida dos filhos, até que os mesmos tornem verdadeiramente autônomos.

Abraços


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Irmãos, filhos e família


Oi gente,



Parece que a cegonha andou trabalhando bastante no ramo blogueiro rsrsrs e aqui não foi diferente, entregou um pacotinho também estou hj com 3 meses da segunda gestação.



Quem acompanha a gente aqui desde o comecinho a 4 anos atrás já sabe que isso era um sonho que o moleque desejou (Relembre aqui) e (Relembre aqui também) acabou nos convencendo, demorou um pouquinho rsrs 9 anos, mas esta ai vindo mais uma benção.



Desde que o moleque começou este papo de irmão, comecei a refletir, tentei convencer ele que não seria tão legal qto ele imaginava (problemas psicológicos pessoais de uma irmã do meio rsrsrs Acompanhem meu drama aqui rsrsrs)



Passando isso rsrs, fiquei pensando estes anos todos na relação mãe, filhos e irmãos...



E percebi que o pai interfere bem menos nesta relação entre irmãos, mas mãe ahhhh a mãe ela é o elo entre eles, o começo da disputa, meio do caos e o fim o afastamento dos irmãos.



Pode soar meio dramático, muitos não vão concordar com a minha visão, mas pensem um pouco fora da caixinha foi isso que eu fiz nestes anos, não pensei como mãe e sim como filha, o que eu queria, o que eu esperava dela (minha mãe)



E fui chegando a algumas conclusões e recentemente lendo um blog materno de sucesso, sim eu leio eles também, algo chamou minha atenção.



Perguntaram pra blogueira em questão sobre preferência entre os filhos se ela acreditava que existia....

E ela respondeu como a minha mãe respondeu para mim, depois de anos a fio tentando fazer com que ela me enxergasse e amasse como eu sou.… não existe preferência, acredito que temos mais afinidades com um do que com outro, disse a blogueira.



Caracas, isso me doeu ler, como doeu ouvir.



Mas depois de anos tentando agradar minha mãe e ter o reconhecimento que achava que merecia, esta frase caiu como um despertar, me libertou de um peso carregado a anos, a vontade louca de ser amada por ela como eu sentia este amor que tinha pela filha que tinha mais afinidade.



Depois de anos conversei com a minha irmã sobre isso e a causa de tantas desavenças nossas por toda essa "afinidade" e como ser mãe de menino é bom pq meu irmão não está nem aí com o balacubaco rsrs, mas nós duas, vixe sai de baixo.



Hoje vi o que está "afinidade" causou psicologicamente na minha irmã mais nova, que não viveu da forma que queria de tão presa que ficou na minha mãe e o quanto isso influenciou pra eu ser a ovelha negra da família, aquela que aprontava, afrontava...queria ser livre...e fui, mas queria muito que ela estivesse de madrugada me esperando e me pegasse pela orelha e me desse um sermão e dissesse que não saberia viver sem mim se acontecesse algo, engraçado ...adolescente quer ser livre (mas pero não mucho rsrs)



E aí... que fiquei com este turbilhão de emoções enroladas na cabeça, até hj não sou uma pessoa muito carinhosa e tenho problemas sérios com isso, pois tenho dois grudentos em casa. Mas o meu mlk nasceu para ensinar a ser diferente e ele tem lutado arduamente.



Partir de mim um carinho é muito, muito difícil, mas nunca deixei de retribuir um carinho, um beijo, um abraço...só não tenho a iniciativa de fazer isso e quando faço parece algo forçado e isso me deixa triste.



Mas enfim este parece ser meu dilema de vida, um dia aprendo...vai ser o melhor dia da minha vida podem acreditar.



Mas voltando ao assunto irmão, hj tenho conversado muito com meu anjo mais velho, meu mlk, extremamente amável e uma criança fácil de educar e lidar... mas o segundo filho será assim?



Pode ser que eu tenha sorte grande né, mas pode ser que não, são pessoas distintas e eu serei uma mãe diferente para cada um, não vou educar eles igual...os parâmetros de educação serão os mesmos, mas são pessoas distintas, não tem como ensinar a mesma coisa sendo que não são iguais, vou ensinar a mesma coisa de uma forma diferente, da forma que chegue mais fácil ao coração.



Outra coisa que já decretei como ponto certo e já fechei com o mlk, aconteça o que acontecer seu (sua) irmão (ã) (ainda não sabemos o sexo do bb2) será o seu melhor amigo, vou lutar do início ao fim para criar este vínculo de "irmandade" eu sei que é possível, não vivencio isto com meus irmãos, mas conheço muitos e me inspirarei na mãe deles...não me entendam mal, amo minha mãe mas já disse milhões de vezes a ela que pecou nisso...com certeza vou pecar em um monte de coisas e vou ter que engolir também qdo um filho vier me cobrar né, se for igual a mim, vai resolver nesta vida as pendengas maternas rsrsrs



E vocês o que acham disso tudo deixe seu comentário, com certeza vão me fazer refletir também.



Bjs de luz




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Como é ser mãe de alergicos


Oi gente, estamos inaugurando hoje mais uma coluna, como é ser mãe de crianças alérgicas.

"De acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai), de 6% a 8% dos meninos e meninas com menos de 3 anos sofrem do problema."

Ter um filho alérgico já é difícil e ter dois é um trabalho dobrado, que a Karina enfrenta com muito otimismo e fé.

A partir de hj vamos falar deste assunto por aqui também e ajudar a tranquilizar as mães e mostrar que é possível dar qualidade de vida aos filhos, mesmo com tantas restrições., vai até ter dicas com receitas ebaaa!!!!






Karina- Colunista no Blog Mãe de moleque
Olá! Sou a Karina, tenho dois moleques: Enzo e Dante.

Como muitas de vocês, quando casei, trabalhava fora, tinha uma boa carreira em ascensão e sonhava ter filhos.

Primeiro veio o Enzo, um moleque lindo e saudável. Três anos e muita insistência depois, engravidei novamente, mais um moleque lindo, o Dante!

Agora a família estava completa e a mãe maluca, cheia de dúvidas, como voltar a trabalhar com dois filhos? Como seria a rotina com um bebê novinho em casa? E além de todas as preocupações de uma mãe recém nascida, logo que o Dante nasceu, teve sua primeira reação alérgica. O moleque ficava todo empolado, irritado, chorava muito...

 A pediatra que nos acompanhava dizia que ele era muito novinho pra afirmar que tinha alergia, mas que provavelmente desenvolveria dermatite atópica (aquela que a pessoa não tem proteção natural na pele).  Nossos hábitos começaram a mudar aí, trocamos o sabonete dele, passamos a usar um hidratante especial após o banho, as roupas da casa toda eram lavadas com sabão de coco e o amaciante foi banido.

 Durante os quatro primeiros meses, minha maior preocupação era só com a dermatite, nem passava pela minha cabeça que ele poderia ter alergia alimentar. O Dante começou a adoecer com frequência, vomitava, o intestino prendia, em seguida soltava muito, as assaduras eram horríveis. As reações após a vacinação eram sempre exageradas, muita febre, muita diarreia, muita tosse.  Não gosto de lembrar a agonia que eu sentia quando trocava as fraldas...  

Foto arquivo pessoal Dante

Aos sete meses quando introduzimos a gema de ovo na papinha, vieram as reações imediatas! Vômito, tosse, falta de ar... No começo tratamos os sintomas como adaptação a nova rotina, aos novos alimentos, pois voltei a trabalhar. Mas ele ficou bem doentinho. Muita tosse e falta de ar, as visitas ao pronto socorro eram frequentes, e os diagnósticos eram diversos, desde bronquite até virose! Começaram os bronco dilatadores, corticoides, antibióticos e tudo aquilo que queremos evitar para aos nossos filhos. 

Adiamos ao máximo os exames de sangue, mas agora eram necessários. Os primeiros RAST* foram quase todos positivos! Era alérgico a proteínas do leite de vaca, proteína de soja, a oleaginosas e a proteínas do ovo (tudo fácil, claro!), além das alergias normais, ácaro, poeira doméstica, picada de inseto e etc.

Na mesma época, o Enzo tinha episódios frequentes de refluxo, cheguei a pensar que poderia ser psicológico, por causa do quadro do irmão, investigamos e descobrimos que ele era intolerante a lactose, e aí minha vida realmente virou de cabeça pra baixo!

Tomei a decisão mais difícil da minha vida, saí do emprego pra cuidar dos pequenos e descobri “as dores e as delícias” do que é ser mãe de verdade, 24 horas por dia.

Vou contar mensalmente nesta coluna como é nossa rotina e espero ajudar muitas pessoas e principalmente as mães sobre este assunto tão delicado que é a alergia alimentar e como conviver com ela.

Beijos
Karina
Arquivo Pessoal Dante e Enzo


*Teste RAST (de radioallergosorbent) é um exame de sangue que detecta anticorpos IgE específicos no sangue, possibilitando a identificação correta dos prováveis alérgenos provocantes de manifestação alérgica. Ele determina quais substâncias que uma pessoa tem possibilidade de ser alérgica.- fonte Google
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