Como é ser mãe de alergicos


Oi gente, estamos inaugurando hoje mais uma coluna, como é ser mãe de crianças alérgicas.

"De acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai), de 6% a 8% dos meninos e meninas com menos de 3 anos sofrem do problema."

Ter um filho alérgico já é difícil e ter dois é um trabalho dobrado, que a Karina enfrenta com muito otimismo e fé.

A partir de hj vamos falar deste assunto por aqui também e ajudar a tranquilizar as mães e mostrar que é possível dar qualidade de vida aos filhos, mesmo com tantas restrições., vai até ter dicas com receitas ebaaa!!!!






Karina- Colunista no Blog Mãe de moleque
Olá! Sou a Karina, tenho dois moleques: Enzo e Dante.

Como muitas de vocês, quando casei, trabalhava fora, tinha uma boa carreira em ascensão e sonhava ter filhos.

Primeiro veio o Enzo, um moleque lindo e saudável. Três anos e muita insistência depois, engravidei novamente, mais um moleque lindo, o Dante!

Agora a família estava completa e a mãe maluca, cheia de dúvidas, como voltar a trabalhar com dois filhos? Como seria a rotina com um bebê novinho em casa? E além de todas as preocupações de uma mãe recém nascida, logo que o Dante nasceu, teve sua primeira reação alérgica. O moleque ficava todo empolado, irritado, chorava muito...

 A pediatra que nos acompanhava dizia que ele era muito novinho pra afirmar que tinha alergia, mas que provavelmente desenvolveria dermatite atópica (aquela que a pessoa não tem proteção natural na pele).  Nossos hábitos começaram a mudar aí, trocamos o sabonete dele, passamos a usar um hidratante especial após o banho, as roupas da casa toda eram lavadas com sabão de coco e o amaciante foi banido.

 Durante os quatro primeiros meses, minha maior preocupação era só com a dermatite, nem passava pela minha cabeça que ele poderia ter alergia alimentar. O Dante começou a adoecer com frequência, vomitava, o intestino prendia, em seguida soltava muito, as assaduras eram horríveis. As reações após a vacinação eram sempre exageradas, muita febre, muita diarreia, muita tosse.  Não gosto de lembrar a agonia que eu sentia quando trocava as fraldas...  

Foto arquivo pessoal Dante

Aos sete meses quando introduzimos a gema de ovo na papinha, vieram as reações imediatas! Vômito, tosse, falta de ar... No começo tratamos os sintomas como adaptação a nova rotina, aos novos alimentos, pois voltei a trabalhar. Mas ele ficou bem doentinho. Muita tosse e falta de ar, as visitas ao pronto socorro eram frequentes, e os diagnósticos eram diversos, desde bronquite até virose! Começaram os bronco dilatadores, corticoides, antibióticos e tudo aquilo que queremos evitar para aos nossos filhos. 

Adiamos ao máximo os exames de sangue, mas agora eram necessários. Os primeiros RAST* foram quase todos positivos! Era alérgico a proteínas do leite de vaca, proteína de soja, a oleaginosas e a proteínas do ovo (tudo fácil, claro!), além das alergias normais, ácaro, poeira doméstica, picada de inseto e etc.

Na mesma época, o Enzo tinha episódios frequentes de refluxo, cheguei a pensar que poderia ser psicológico, por causa do quadro do irmão, investigamos e descobrimos que ele era intolerante a lactose, e aí minha vida realmente virou de cabeça pra baixo!

Tomei a decisão mais difícil da minha vida, saí do emprego pra cuidar dos pequenos e descobri “as dores e as delícias” do que é ser mãe de verdade, 24 horas por dia.

Vou contar mensalmente nesta coluna como é nossa rotina e espero ajudar muitas pessoas e principalmente as mães sobre este assunto tão delicado que é a alergia alimentar e como conviver com ela.

Beijos
Karina
Arquivo Pessoal Dante e Enzo


*Teste RAST (de radioallergosorbent) é um exame de sangue que detecta anticorpos IgE específicos no sangue, possibilitando a identificação correta dos prováveis alérgenos provocantes de manifestação alérgica. Ele determina quais substâncias que uma pessoa tem possibilidade de ser alérgica.- fonte Google
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Filhos adolescentes, como lidar!


Oi pessoal,


Este é um texto que foi solicitado por diversas mães lá na nossa Fan Page, espero que ajude!

Grande Bj

Elaine





Filhos adolescentes




É normal quando, o filho adolescente passa a ficar mais emotivo ou mais agressivo, mas também é comum a família se incomodar e estranhar esse novo comportamento, já que não é um comportamento habitual. Mas fiquem tranquilos, tudo isso é passageiro.

Porque isso ocorre?

O que poucos sabem, é que na puberdade, o adolescente passa por algumas alterações que ocorrem no cérebro. Tais alterações estão envolvidas com produção de hormônios, mudanças no comportamento, paladar, ações motoras (por isso os jovens tendem a ficar descoordenados durante a adolescência) e mudanças emocionais.

Como lidar?

Sim, você não está acostumado com esse comportamento do seu filho, mas ele também não, essa fase é difícil para os dois. Mas um fato importante é que nesta fase ele está muito carente, então ele precisa de paciência e atenção, mas não se esqueça de impor limites.

Veja algumas dicas de como os pais podem lidar com isso de uma forma saudável, seja para superar ou mesmo evitar os conflitos com filhos adolescentes. Mas se o problema se estender por muito tempo ou fugir ao seu controle, procure a ajuda de um psicólogo.

·         Entenda, seu filho cresceu! 
O primeiro passo para uma boa convivência é entender que o filho cresceu. Nada irrita mais um adolescente do que ser tratado como criança. Compreender isso é um avanço e tanto.



·         Diálogo, a palavra-chave 
Estar aberto a ouvir e entender o ponto de vista dos filhos pode evitar ou minimizar muitos conflitos nessa fase. A falta de diálogo distancia os adolescentes e é uma das principais causas das dores de cabeça dos pais.
Reserve um tempo de seu dia para sentar com seu filho e ouvir o que anda acontecendo com ele. Lembre-se que a adolescência é a fase das descobertas, sendo assim, ele tem que errar e consertar sozinho para que aprenda com o erro. Nunca diga o que fazer, não mande, somente dê o conselho e deixe-o livre para que siga ou não.

  • Fique atento

Às vezes, essa mudança de humor pode não ser somente esta mudança passageira que ocorre na puberdade, mas sim algo mais sério, como a depressão. A depressão atinge mais jovens do que se imagina, então fique atento a isso e dê os devidos cuidados.

  • Dê muita atenção

Isso é o que ele mais busca: alguém que o escute, que o valorize, preste atenção em seus atos, o elogie e o aconselhe. Dar a eles a devida atenção pode fazer com que eles melhorem seus comportamentos, já que, muitas vezes, eles o fazem para se destacar de alguma forma e conseguir atenção.

  • Imponha regras e limites

Mesmo que o humor deles esteja associado à puberdade, não se deve deixar certas coisas passarem. Se ele elevar a voz com você, não é errado castigá-lo, mas atenção: não brigue, respire fundo e converse. E os castigos podem ser como ficar o resto do dia sem computador ou televisão, ou não poder sair no próximo convite dos amigos.

  • Detalhes são importantes

Uma simples virada de olho ou uma resposta grosseira pode ser o fim do bom humor do adolescente, então repare os detalhes de seus próprios atos. Você tem que tentar ter sempre bom humor com eles, assim eles também o terão.





·         Nem tanto ao mar nem tanto à terra 
A maioria dos problemas na relação do pai com os filhos adolescentes, baseia-se numa espécie de luta pelo poder. Agir de maneira autoritária, portanto, não é apropriado para os pais. Mas a permissividade (em que os pais deixam os filhos decidirem e fazerem o que quiserem) também não é o caminho. A receita ideal para estabelecer limite: é a negociação.



·         Liberdade com responsabilidade 
Em vez de proibir seu filho de fazer algo, procure expor sua opinião a respeito e, principalmente, demonstrar as consequências de certos atos e comportamentos, com base na sua experiência. Assim, você se colocará na posição de amigo e fará com que ele reflita sobre suas próprias atitudes.



·         Participe mais do mundo dele 
Mesmo com todas as atribuições que a vida lhe impõe, seja um pai presente. Coloque-se sempre à disposição para conversar ou ajudar seu filho em alguma necessidade ou indecisão que ele apresente. Participar de alguma atividade que ele gosta (esportes, academia, passeios, cinema, shows) é uma excelente maneira de estar próximo. Mostrar interesse pelo universo dele, como os amigos, o ambiente na escola ou o estilo de música preferido, também ajuda.



·         Sejam amigos 
Nunca se coloque em uma posição de superioridade. Mostre a seu filho que você também têm fraquezas, interrogações, insegurança. Ou seja, que você é humano como ele, apenas um pouco mais experiente. Isso ajuda a criar uma relação de confiança e uma amizade muito sólida.

Caso tenham dúvidas, estou à disposição.
Bjs da psicóloga Claudia

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Filhos do excesso


Oi Gente,

Mas um textão literalmente da nossa colunista Nilva, degustem sem moderação !
Um texto pra refletir e principalmente colocar em pratica.
Bj Elaine





Profª Nilva Colunista Blog Mãe de Moleque
Este é o reinado dos “filhos do excesso”
Ao longo da vida, vamos conscientizando de que a missão paternal ou maternal de adequar a prole à realidade de uma vida relativamente livre de problemas e dificuldades e bem-sucedida a qualquer custo - idealizada pela maioria das famílias - não é uma das mais fáceis e nem tão bem acertadas neste mundo. Principalmente, quando esse reinado é exercido pelos filhos x o controle excessivo dos pais, como é hoje. Sendo os mesmos o centro das atenções, acobertados de muito amor, zelo, exagerada preocupação e superproteção por parte dos adultos, que os eximem de qualquer responsabilidade, ficando inteiramente disponíveis por tudo que eles desejarem.



E esse estilo, embora, já há algumas décadas, venha dominando essa nova geração, o que percebemos é que em vez de beneficiá-la, tem lhe transmitido vibrações até negativas, prejudicando a autoestima, a espontaneidade, a determinação, a criatividade e a autoconfiança da mesma. Que, por crescer ganhando tudo pronto e quase tudo ao seu bel prazer, tem lhe gerado “uma falsa sensação de poder e autonomia que, em um momento mais adiante, se traduzirá em uma profunda insegurança”, segundo (Vera Blondina Zimmermann, psicóloga do Centro de Referência da Infância e Adolescência da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).



Gerando sofrimento em ambas as partes. Tanto nos filhos quanto nos pais. Nos filhos, por causar certo tédio e apatia, segundo o escritor Carl Honoré, autor do livro “Os filhos do Excesso”, ”por terem suas vidas gerenciadas, organizadas, controladas e programadas pelos adultos, como se fosse um troféu, um produto ou um pedaço de argila que você pode moldar como uma obra de arte”. E, nos pais, grande ansiedade por terem que orientar e comandar “sobre o quê e como fazer tudo”, e, ainda, segundo Damázio, citado por Aretusa Santos e Bianca Recker Lauro – UFJF, por “toda nossa prática ser no sentido de transformar a criança no adulto e, pior, no adulto que já somos, que idealizamos e que desejamos; ajustando-a aos nossos planos e anseios, sob nossa ótica e aspirações, segundo nossos próprios objetivos [...] toda criança, o que significa todo novo indivíduo (e toda uma nova geração de indivíduos), traz em potencial uma rica gama de possibilidades renovadoras, ainda que a sociedade opere dominantemente com padrões de repetição. Ou seja, a novidade sempre aparece. É por essas e por outras que não permanecemos nas cavernas. ”





Em geral, essa prática ocorre, e não é de agora. Os pais sempre protegeram os filhos e tentaram prendê-los o máximo possível perto deles. Proteger filhos é um instinto natural de toda mãe e de todo pai. Os pais de antigamente preferiam que suas filhas casassem com vizinhos ou parentes para terem a família sempre próxima deles. No entanto, atualmente, percebemos que tem mais excessos. Excesso em tudo: De zelo, dificultando o desenvolvimento da capacidade de resistir às adversidades e com isso a maturidade é mais tardia; excesso de cuidados – os pais não podem perdê-los de vista por nenhum segundo; excesso de presentes – os pais trabalham duro, mesmo os assalariados, para dar do bom e do melhor; os filhos são muito mais dependentes – são poupados dos afazeres domésticos que poderiam contribuir.





E, tudo isso, os pais fazem por muito amor. Por não “aguentar ver um filho sofrer sem fazer as coisas por ele” (Içami Tiba). Por desejarem tê-lo sempre “debaixo de suas asas”. Sempre “a frente de seus olhos”. E ainda: “Por não conseguirmos relaxar um pouco e ter o equilíbrio entre fazer muito e nada fazer para nossos filhos; por não permitirmos que eles sejam protagonistas de sua própria vida, e por não pararmos de criar um filho como quem gerencia um projeto”, segundo o escritor Carl Honoré, citado anteriormente. E ainda, por estarem, sempre, em busca da felicidade e do sucesso dos filhos. Sucesso pode ser “no fundo de sua alma ser feliz”, mas fica claro em suas expectativas e falas ter uma boa vida, uma boa profissão que ganhe muito dinheiro.







Pensando nisso, apesar de ninguém ter uma receita pronta, é importante usar do bom senso que todo pai e toda mãe têm e saber dosar/limitar essa busca incessante pela facilidade, e procurar observar e conhecer melhor seu filho ou sua filha, naturalmente, no dia a dia, observando quais são seus pontos fortes e fracos, ou seja, suas preferências, habilidades e aptidões ou inabilidades. Identificando, em cada um, qual das oito inteligências múltiplas seu filho ou filha é mais desenvolvido (a), desde criança, para melhor preparo educacional. Não se atendo, desse modo, apenas aos seus sonhos ou no que lhe é mais rentável, mas principalmente às vontades e expectativas de cada um, de acordo com o que tem maior desenvoltura. De forma que possa desenvolver/seguir, no momento e na velocidade certa, o que é de seu agrado, no futuro; se é Lógica, Linguística, Corporal, Naturalista, Intrapessoal, Interpessoal, Espacial e Musical. O desenvolvimento de cada inteligência será determinado tanto por fatores genéticos e neurobiológicos quanto por conta de fatores ambientais.





Finalmente, é importante destacar que, embora, essa preparação seja determinada por vários fatores já ditos anteriormente nas entrelinhas, a religiosidade também faz parte desse processo. Segundo Pe. Roger Matheus dos Santos, vice-presidente da Mantenedora do Colégio Pe. Anchieta, da Diocese de Taubaté (SP), “nossa atual geração já nasce e mal abre os olhos já está com seus dedinhos virando as telas de nossos tablets e smartphones. Jesus nos disse que nós não podemos ser do mundo, mas nós estamos no mundo. Se estamos no mundo, precisamos aprender a lidar com ele, e a catequese passa atualmente por este desafio. E será muito difícil para um jovem viver o adágio popular: “faça o que eu mando, mas não faça o que eu faço”. Portanto, o que se espera dos pais na educação de seus filhos no caminho da Evangelização é que primeiramente os pais sejam evangelizados. E este princípio é válido também para os professores em relação aos seus alunos”. Pensando bem esse ditado popular deve ser válido para tudo e para todos. Não basta só saber para educar bem, é preciso ser. As crianças aprendem através dos exemplos que elas têm.






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O autismo e Deus



Oii gente,

Queria tanto que a nossa colunista falasse sobre isso e ela escreveu ....feliz por saber de tudo, desta forma simples e clara e sempre me ensinando a ser uma mãe melhor.
Agradeço a ela tanto qdo escreve, suas palavras de sabedoria e incentivo...espero que gostem.
Bjs



Dia desses estava conversando com meu marido sobre as tantas coisas que já nos falaram sobre o autismo, uma em especial, me fez pensar e vir aqui dividir esses pensamentos com vocês: Deus!

Antes de qualquer coisa quero dizer que para mim Deus não é alguém, nem algo; não é nada que eu possa medir nem pesar. Deus é uma força, uma luz que rege tudo ao nosso redor e fora dele. Cresci numa família tradicionalmente católica e meus filhos somos batizados também no catolicismo, mas aprendi que Deus não está na igreja, Ele está dentro de você, e de mim. Deus se manifesta em tudo o que é feito com o coração, para o bem do outro (uma pessoa, muitas pessoas, os animais, a natureza) e coloca situações em nossa vida para que possamos enxergar isso.

Quando adolescente eu odiava ter que ir à missa e questionava a existência de Deus. Mas o tempo passa e a gente vai conhecendo tantas coisas, tendo contato com tanta gente, tantas sabedorias, tantas espiritualidades e hoje eu busco me conectar com a natureza, buscar minha natureza interior (uma coisa meio hipster, meio ficção-científica, estilo Avatar. Assistiu?!).

Pouco tempo depois do diagnóstico uma tia muito querida veio conversar comigo, disse que em seus estudos das energias e dos espíritos aprendeu que muitas vezes a criança nasce autista porque traz problemas de vidas anteriores e me sugeriu uma consulta espiritual. Nessa consulta foi detectado um bloqueio energético e uma indicação de tratamento, a pessoa que fez o atendimento disse também que nosso moleque nasceu na minha família com a missão de nos trazer união, amor e paz. Resultado: não fizemos tratamento nenhum! Se essa era sua missão nós é que deveríamos nos adequar a essa condição! Olha como Deus age na vida da gente, tá vendo? Ele nos deu uma criança especial porque sabia que só dessa forma ela nos faria ter paz, amor e união em família. Quando falamos publicamente sobre o diagnóstico muitas pessoas da família que não tínhamos muito contato se aproximaram e hoje são presenças constantes.

Quando descobri que estava grávida de Catharina meu marido estava viajando fazia quase 4 meses! Eu e Pedro havíamos mudado de cidade e tudo era muito novo para nós, ele tinha 1 ano e 2 meses e começava a apresentar os primeiros sinais (que eu interpretava como uma forma de reagir diante das inúmeras mudanças). Eu nem acreditava que estava grávida e pensava: “Meus Deus! E agora?!” A gente nem imaginava que aquele bebê era TUDO o que Pedro precisava, e ainda precisa! É através dela que ele aprende a reagir diante das situações, dos lugares e das pessoas, mesmo sendo mais nova. É dedo de Deus na vida da gente!

Não adianta a gente querer usar adjetivos humanos para caracterizar a ação de Deus, porque Ele é muito maior. Mas a gente pode ser o dedo de Deus na vida de alguém, a gente pode fazer o bem. E quando eu digo “fazer o bem” eu não tô falando daquela arrecadação de alimentos que você faz na véspera do natal, eu tô falando de se doar, de sair de si, de doar o seu coração, a sua ideia, a sua palavra, o seu tempo...

Deus não está somente naquele sono tranquilo do bebê, ou naquela conquista que você tanto lutou para conseguir.

Deus está naquele leite que seu filho derramou sem querer durante o café-da-manhã e fez você se atrasar. Esse atraso pode ter sido um livramento, pode ter sido pra te proteger de um acidente, de um bandido ou de um aborrecimento. Já pensou nisso?

Deus está naquele motorista de taxi lerdo que te fez perder o vôo (e você mata ele mentalmente), e depois você vê no noticiário que a aeronave deu pane (aí você agradece a quem?)

Então, gente, é isso. A vida é curta demais pra gente entender tudo com a cabeça, mas dá tempo quando a gente fecha os olhos e sente com o coração. Se você tem um problema, não questione o problema, não questione Deus, apenas pense: “esse problema veio para me ensinar alguma coisa; que coisa é essa?”. Aí você vai começar a perceber que aquilo talvez nem seja um problema! Foi o que eu fiz com o autismo do meu filho. É o que eu me esforço para fazer com tudo o que acontece na minha vida.

Beijos
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Sobre o compromisso assumido no batismo



Oi pessoal

Faz um tempinho que queria falar sobre este assunto.

Escolhi um amiga querida, blogueira, escritora de livros católicos e mãe de dois a Dani.

Ser padrinho é algo sério e pra vida toda, não é somente quando crianças é pra vida toda e nem pra dar presente é para estar presente.

Em um pais onde a maioria se proclamam católicos, mas poucos sabem realmente como escolher um bom padrinho para os filhos, não façam apenas por amizade a alguém, ou apenas para cumprir suas convicções, façam uma escolha consciente.

E se forem escolhidos como padrinhos, saibam que vcs são importantes para aquela família, se sintam honrados com tamanho do seu significado pra eles e de resto curtam que ser padrinho deve ser bom demais.

Beijos

Arquivo pessoal Daniela

Batismo: a importância da escolha dos padrinhos




Para os católicos, o Batismo é um momento único na vida de seus filhos. É o momento de receber o Espírito Santo, que vai guiá-los na graça de Deus por toda a vida.  Além disso, eles passarão a ser parte do "Corpo Místico de Cristo", e com isso, passam a ser parte da Família de Jesus, sendo, a partir de então, "filhos de Deus"! Sim, é um momento de muita emoção e muitas graças, para os pais que vivem essa fé. 



Existem alguns preparativos para essa data, sendo alguns obrigatórios: 

  • Escolher os padrinhos
  • Marcar, na paróquia, a data do batizado (normalmente, são datas pré-definidas pelo padre);
  • Fazer o Curso de Batismo (pais e padrinhos). 

E os não obrigatórios, mas que nós adoramos:

  • Escolher uma roupinha linda para o momento, preferencialmente branca;
  • Preparar um almoço/festinha para os padrinhos/avós/amigos para comemorar a data. 

Dentre os obrigatórios, quero chamar a atenção para o primeiro: a escolha dos Padrinhos. As vezes não damos a real importância dessa escolha, mas os padrinhos são aqueles que vão se comprometer perante Deus e a Comunidade, de zelar pela fé dessa criança, por toda a vida! É por isso Padrinho precisa ser exemplo de fé e de vivência no evangelho. E alguns pontos precisam ser observados para essa escolha:

  • É importante ser alguém próximo da família, para acompanhar o crescimento da criança, e o amadurecimento na fé; 
  • Tem que ser católico. Pois vai se comprometer a acompanhar o crescimento da fé dessa criança dentro da Igreja Católica. Ele precisa ser "parte" dessa fé para poder manter sua promessa;
  • Tem que ser um homem e uma mulher, mas não precisam ser casados - Já fui a batizados em que o padrinho era o irmão/amigo do pai e a madrinha era a irmã/amiga da mãe, sem vínculos entre eles; pode também ser um casal de namorados (minha primeira afilhada foi batizada quando eu e meu marido ainda éramos namorados);
  • Se for um casal casado, precisa ter recebido o sacramento da Igreja Católica, pelo motivo de ser exemplo de vivência na fé Católica;
A fotografia pertence à argentina Raquel Gatti


Além do casal padrinho de batismo, alguns pais escolhem outro casal para o momento de Consagração da criança a Nossa Senhora, que será chamado de Padrinhos de Consagração. Os padrinhos de Consagração não têm o "peso" dos padrinhos de batismo, ou seja, eles não precisam fazer antecipadamente Curso de Batismo, e não fazem a promessa de acompanhar as crianças na fé, mas deve ser um casal que ame a Nossa Senhora e que de coração, queira acompanhar, junto aos Pais e Padrinhos de Batismo, a fé dessa criança. A escolha do segundo casal não é obrigatória, os Padrinhos de Batismo podem ser também de consagração. 



Antigamente, entendia-se que os Padrinhos de Batismo eram aqueles que iriam "criar" a criança na falta dos pais, ou que proveriam os "presentes caros" nos aniversários, por isso, muitos escolhiam o chefe, o fazendeiro da região, o casal mais rico da família. Hoje, sabemos que essa não é a função dos padrinhos, mas a de estar em oração diária por seu afilhado e acompanhar seu crescimento, seu desenvolvimento e ajudar os pais na educação cristã e Católica dessa criança. 

A escolha dos padrinhos deve ser feita com amor e responsabilidade, porque é uma escolha para a vida toda! 





Daniela Zanatto 


Atenção este assunto é apenas pra quem professa da mesma fé, respeite para ser respeitado.




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Mega Bloks Tartarugas Ninjas

Oi gente !

A semana retrasada fomos convidados para ver os novos produtos da Mattel.




Com a estreia do filme “As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”, que chega aos cinemas no dia 16 de junho, Mega Bloks entra no clima de ação e das grandes batalhas e lança três linhas de produtos para diferentes idades se divertirem.

O mlk gostou bastante ficou entretido lá duas horas montando





O mlk ganhou no evento o Mega Bloks Tartarugas Ninja Animation Treino Rua- Michelangelo Mattel.

Ganhamos ingressos também pra assistir o novo filme "As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”, que chega aos cinemas no dia 16 de junho :)


Se ele gostou?
Sim ou com certeza 🐢🐢🐢🐢

Beijos
Elaine
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Como ensinar inteligência emocional para as crianças


Olá pessoal!

Hoje a dra. Claudia, trouxe um tema bem atual. Vocês sabem que como pais podemos ensinar nossos filhos a terem inteligência emocional?

Vem ler, que a Dra. dá dicas valiosas de como conseguir ajudar seu filho a chegar lá!
Dra. Claudia colunista do blog Mãe de moleque




É importante que os pais ensinem seus filhos, a se controlarem perante algumas situações e a se coloquem no lugar do próximo.

A educação emocional faz parte da formação da criança. Não tem nada a ver com estudar mais. Tem a ver com aprender a lidar com as dificuldades que ele vai encontrar durante toda a vida e também a reconhecer diferentes emoções e sentimentos e conseguir administrar tudo isso. Parece simples, mas não é uma tarefa fácil, apesar de algumas pessoas terem essa habilidade desde pequenas, a maioria das pessoas, precisam aprender ao longo da vida como lidar com todas as emoções diárias e associar tudo o que sabe para lidar com frustrações e perdas.

O desenvolvimento da inteligência emocional ajuda a criança a ser menos agressiva, mais sociável, permite que ela tenha uma vida mais tranquila.
Imagem retirada da internet







Como você pode ajudar seu filho a desenvolver a inteligência emocional em algumas situações:

·         Frustrações: Uma boa dose delas dá ao seu filho algo importante: choque de realidade. Não ganhar um brinquedo ou perder um jogo, pode fazê-lo sofrer, mas são ótimos ensaios para as situações que precisará enfrentar mais para frente, quando se deparar com um “não”. Saiba que ele vai se decepcionar e chorar. Mas também vai aprender. Além de dar a negativa, você precisa fazer com que ele entenda o porquê. Assim, vai adquirir uma consciência crítica e a proibição se traduzirá em aprendizado. E se vier a birra, ofereça apoio e afeto. Verbalize que ele está chorando porque sente raiva ou está decepcionado, mas que tem de lidar com isso.



·         Vínculos afetivos: Estar ao lado, acompanhar (e não apenas cobrar), achar o equilíbrio entre intenso e sereno. Mesmo ao mais ocupado dos pais, não pode faltar o momento de conversar, orientar, pegar na mão, olhar nos olhos e entender as angústias. Isso vai contribuir para que o seu filho se sinta seguro e saiba que pode contar com você.



·         AutoestimaDizer, o tempo todo, que a criança é a mais linda do mundo não vale muito. O elogio é válido desde que seja pertinente. Em vez de elogiar a capacidade, parabenize o esforço. Aí sim, a criança será motivada a sempre superar a si mesma.



·         Resiliência: Está relacionada à capacidade de lidar com problemas e superar obstáculos. O exercício dessa habilidade depende da interação com o outro, ao fazer com que a criança entenda que nem sempre tudo vai acontecer como deseja. Às vezes, é preciso esperar, outras, é necessário ceder ou recuar.





·         Empatia: Toda angústia ou receio que incomoda seu filho e ele não sabe expressar pode ser manifestado de forma espontânea no ato de brincar. É pela diversão, principalmente coletiva, que se desenvolve o senso de competência, de pertencimento, o controle da agressividade e o bem-estar. Quando uma criança brinca de casinha e se põe no lugar da mãe, tem a chance de refletir sobre as ações e características do imitado. Ao interagir com outras crianças, aprende a respeitar a opinião do outro, descobre que existem regras e que nem sempre tudo será do jeito dela.

Dicas importantes

Ø  Perceba as emoções do seu filho e as suas próprias;

Ø  Reconheça a emoção dele como uma oportunidade de intimidade e orientação;

Ø  Ouça-o, se colocando no lugar dele e entenda seus sentimentos;

Ø  Ajude ele a verbalizar as emoções;

Ø  Imponha limites e ajude ele a encontrar soluções para seus problemas.

A inteligência emocional da criança pode ser moldada na interação familiar, manter a calma, mostrar que podemos ficar irritados, mas que podemos agir de forma a não causar arrependimentos futuros.

Espero que tenha ajudado e caso tenham dúvidas, estarei à disposição.

Um forte abraço da Psicóloga Cláudia Silva


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Ilhabela...a ilha dos namorados, mas tenho filho...como faremos?

Oi

Faz um tempinho que não passo dicas de viagem com a molecada.

Mês passado eu e o marido comemoramos 13 anos de casados, alguns casais preferem comemorar e sair sozinhos, aqui preferimos a companhia do moleque...sempre, pra nós ele é parte do relacionamento, simples assim!

Então resolvemos voltar depois de 10 anos a nossa Ilha rsrs a Ilhabela, lugar onde namoramos muito, mas que o moleque não conhecia.

Há 10 anos atrás marcar pousada ou hotel lá com criança não era uma coisa muito incentivada por eles (os hotéis) rsrsr, por ser um local frequentado por casais que não queriam ser "incomodados".

Ele nunca tinha andado de balsa e amou, chegamos com garoa e frio na sexta, mas no sábado ficou nublado e domingo fez um sol de rachar =)

O Hotel Porto Pacuiba como os outros esta se adaptando as famílias frequentadoras, lugar aconchegante bom pra namorar.

O quarto estreito bem simples, bem praiano...também não é resort né, tinha piscinas aquecidas ao ar livre e ofuros, local de massagem, sauna, um bom restaurante mas sem pratos kids, o café da manhã show, comida farta e coisas deliciosas incluso no valor das diárias =)

Uma sala de TV  com um XBOX (salvação, segundo o mlk), drinks gostosos, funcionários educados e sorridentes e uma cozinha para mães de bebês.


Teve sossego...


   
    Teve praia


Aliás o que mais tinha lá era casal com bbs e famílias.

O mar lá tem a tonalidade meio turquesa e lindo, tem cachoeiras, tem trilhas mas não deu tempo de ir em td em um final de semana.
Foto by Rizzo´s photograph

Teve carinho





Teve namoro
arquivo pessoal Mãe de moleque



Brinde de bodas de linho

Teve beijo esmagado

Teve carinho

Teve competição

relaxaram no ofuro

Então foi assim...as fotos de nós dois, sempre foi o moleque que tirou, sim trocamos beijos e muito carinho e brincadeiras com ele por perto...

E ele?

Ele diz que ama muito nos ver assim<3

Ps. Quando estávamos fazendo o check out perguntei de podia ser um pouco mais tarde pois teríamos que ser na hora do almoço, a administradora falou que podíamos ficar até as 16, gostamos bastante e aproveitamos mais.

Ela também disse que vão fazer uma brinquedoteca este ano, ou seja, viva os novos tempos em família na linda Ilhabela.



Beijos, até a próxima viagem


Serviço
Hotel Porto Pacuíba
Av. Leonardo Reale, 2392 - Ilhabela - SP
telefones (12) 3896-2466


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Vitaminas para a alma

Oi pessoas!

Ai ai nem preciso dizer o quanto amo qdo ela escreve pra nós pra da notícias do Pedrinho...e desta vez então me deixou ainda mais feliz com tanto progresso...fruto desta mãe incansável e amorosa.


Oooooooooooooooiii!!!


Demoro, mas sempre apareço!

E hoje venho cheia de alegria contar pra vocês o quanto Pedrinho tem evoluído e se tornado um desenhista!


Sempre que chega da escola eu abro logo a mochila: leio a agenda, separo o material para fazer a tarefa, tiro os apetrechos do lanche... Mas ultimamente tenho me deparado com uma alegre situação: sempre tem uma folha de papel com desenhos, e são desenhos lógicos que dá pra identificar tudinho. Tem Charlie Brown, Bob Esponja, Patrick Estrela e até Branca de Neve e os sete anões!


Desde meados de maio que decidimos fazer um complemento na alimentação dele e estamos administrando Vitamina D (que na verdade é um hormônio e é super importante para qualquer pessoa) e melatonina (que também é produzida pelo nosso corpo, mas que apresenta um déficit no cérebro de autistas); a partir de então temos testemunhado significativa melhora na função cognitiva, além de apresentar resposta relativamente mais rápida quando orientado a realizar determinada tarefa e estar consideravelmente mais "calmo".



De tempos em tempos ele apresenta uma certa agitação, fica irritado, impaciente e não consegue ficar sentado, fica correndo pela casa e pulando no sofá. Na escola é da mesma forma, a professora sempre relata. Dormir, então, uma luta à parte! Acordando várias vezes durante a noite e a mamãe aqui levantando um caco ambulante.


Confesso que eu sempre resisti MUITO ao uso de medicamentos. Até quando sinto dor de cabeça dou preferência a métodos alternativos, como um banho, um chá e um cochilo. Mas diante do que estava presenciando eu me vi obrigada a buscar medidas alternativas para o moleque também. Fui procurar informações sobre a melatonina (que eu já tinha recebido orientação médica para usar) e tive a grata surpresa de saber que a melatonina é produzida pelo nosso corpo, quando dormimos no escuro completo; no caso dos autistas essa produção fica comprometida e essa deficiência prejudica não apenas o sono mas compromete o humor e a concentração no dia seguinte. Só que aqui no Brasil ainda não é permitida a comercialização da melatonina, mesmo com o comprovado benefício para diversos problemas de saúde. Nós, pobres mortais brasileiros, pais de autistas e portadores de diversos problemas facilmente resolvíveis, recorremos à compra em sites internacionais.


Já a vitamina D, que na verdade é um hormônio, é facilmente encontrada em farmácias. Nós tivemos uma conversa com o farmacêutico e usamos por aqui uma fórmula manipulada. Li (na Superinteressante, mas não me lembro qual a edição) um paralelo interessante para entender a ação desse hormônio: Imagine que nosso cérebro é um prédio bem grande, com milhares de salas comerciais; cada salinha é uma função cerebral (são milhares!!!); a vitamina D, quando ativada, consegue abrir todas essas salinhas! Além de ingerir a vitamina D3 é necessário tomar sol por 5 a 10 minutos sem protetor solar. Pessoas de pele negra precisam de um tempo maior de exposição. 


Não é simples?


Não preciso dizer que isso não curou meu filho, porque não estamos buscando a cura. O que tentamos fazer é oferecer a ele é qualidade de vida para que tenha autonomia e autoconfiança para levar uma vida normal, mesmo com suas particularidades e limitações.


Usar suplementos vitamínicos não muda sua condição e nós estamos cientes da necessidade das terapias, de acompanhamento e de todo carinho e cuidado... mas tomamos essas medidas para que ele possa se desenvolver de maneira mais livre e prazerosa.


E a mamãe aqui fica boba, acompanhando os passos cada vez mais firmes do nosso moleque.

Não são medicamentos, são substâncias produzidas pelo próprio corpo mas que fazem bem para a alma!

<3
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